1.ª Liga
I Liga: Botelho da Costa crê em Moreirense “ofensivo” ante Estoril com qualidade
O treinador Vasco Botelho da Costa afirmou hoje que o Moreirense quer prosseguir o crescimento ofensivo perante o Estoril Praia, adversário com “mais qualidade” face ao lugar que ocupa na I Liga portuguesa de futebol, na nona jornada.
Após o empate com o Vitória de Guimarães (1-1), sofrido no último minuto, e as derrotas com Gil Vicente (1-0) e AVS (1-0), essa última a ditar a eliminação da Taça de Portugal, a formação de Moreira de Cónegos quer reatar o caminho dos triunfos em casa da equipa ‘canarinha’, 18.ª e última classificada, interinamente orientada por Sérgio Raimundo, após a saída de Vasco Matos, em 15 de outubro.
“Pela qualidade individual que tem, não é uma equipa que pertence ao lugar em que está. É um alerta, mas temos de olhar muito para nós, para o quanto crescer e evoluir. Temos de ganhar, mas não fazendo disso uma obsessão, porque os indicadores dos últimos jogos mostram cada vez mais capacidade ofensiva, com chegada [à área]. Queremos continuar esse caminho”, disse, ao projetar o encontro de domingo, marcado para as 15:30.
Ciente de que o relativo desconhecimento do sistema de jogo adotado por Sérgio Raimundo, também responsável pelos sub-23 estorilistas, pode tornar o jogo mais “difícil de prever”, Vasco Botelho da Costa mostrou-se confiante no desempenho da sua equipa, nomeadamente do setor defensivo, que vai exigir reformulação, após a expulsão de Maracás no desafio da ‘prova rainha’.
“No primeiro jogo da época, o Maracás estava castigado. Olhando para o nosso plantel hoje em dia, quando não joga um jogador, temos uma solução quase instantânea. O Moreirense foi bastante competente na elaboração deste plantel. As ‘dores de crescimento’ são normais quando operamos mudanças”, frisou.
O técnico admitiu, porém, que, na hora de defender, os minhotos têm de ser “mais pressionantes e agressivos” face a desafios anteriores, até para evitarem “ser penalizados” ao mínimo erro, como aconteceu em Vila das Aves, com um golo sofrido na sequência de um lançamento lateral favorável.
Os ciclos de jogos sem triunfos, como aquele que os ‘axadrezados’ atravessam, tem de ser olhado pelos jovens elementos do plantel a seu cargo como uma “oportunidade de crescer” na forma como “lidam com a adversidade” e colocam as “expectativas no sítio”, acrescentou.
Botelho da Costa também demonstrou agrado com o facto de o Moreirense atingir os três mil sócios, conforme o emblema vimaranense anunciou na sexta-feira, tendo vincado que os jogadores trabalham para os associados “terem orgulho na equipa que vêm dentro de campo” todos os fins de semana.
O Moreirense, 12.º classificado da I Liga portuguesa, com oito pontos, visita o Estoril Praia, 18.º e último, com dois, em partida agendada para domingo, às 15:30, no Estádio António Coimbra da Mota, na Amoreira, no concelho de Cascais, com arbitragem de Carlos Macedo, da associação de Braga.
“Pela qualidade individual que tem, não é uma equipa que pertence ao lugar em que está. É um alerta, mas temos de olhar muito para nós, para o quanto crescer e evoluir. Temos de ganhar, mas não fazendo disso uma obsessão, porque os indicadores dos últimos jogos mostram cada vez mais capacidade ofensiva, com chegada [à área]. Queremos continuar esse caminho”, disse, ao projetar o encontro de domingo, marcado para as 15:30.
Ciente de que o relativo desconhecimento do sistema de jogo adotado por Sérgio Raimundo, também responsável pelos sub-23 estorilistas, pode tornar o jogo mais “difícil de prever”, Vasco Botelho da Costa mostrou-se confiante no desempenho da sua equipa, nomeadamente do setor defensivo, que vai exigir reformulação, após a expulsão de Maracás no desafio da ‘prova rainha’.
“No primeiro jogo da época, o Maracás estava castigado. Olhando para o nosso plantel hoje em dia, quando não joga um jogador, temos uma solução quase instantânea. O Moreirense foi bastante competente na elaboração deste plantel. As ‘dores de crescimento’ são normais quando operamos mudanças”, frisou.
O técnico admitiu, porém, que, na hora de defender, os minhotos têm de ser “mais pressionantes e agressivos” face a desafios anteriores, até para evitarem “ser penalizados” ao mínimo erro, como aconteceu em Vila das Aves, com um golo sofrido na sequência de um lançamento lateral favorável.
Os ciclos de jogos sem triunfos, como aquele que os ‘axadrezados’ atravessam, tem de ser olhado pelos jovens elementos do plantel a seu cargo como uma “oportunidade de crescer” na forma como “lidam com a adversidade” e colocam as “expectativas no sítio”, acrescentou.
Botelho da Costa também demonstrou agrado com o facto de o Moreirense atingir os três mil sócios, conforme o emblema vimaranense anunciou na sexta-feira, tendo vincado que os jogadores trabalham para os associados “terem orgulho na equipa que vêm dentro de campo” todos os fins de semana.
O Moreirense, 12.º classificado da I Liga portuguesa, com oito pontos, visita o Estoril Praia, 18.º e último, com dois, em partida agendada para domingo, às 15:30, no Estádio António Coimbra da Mota, na Amoreira, no concelho de Cascais, com arbitragem de Carlos Macedo, da associação de Braga.