1.ª Liga
Sporting
Sporting é o sétimo clube a mudar de treinador na época
O Sporting é o sétimo clube da I Liga a mudar de treinador em 2026/27, após ter anunciado o início das negociações para a rescisão contratual com Rui Borges, campeão nacional em 2024/25.
No comando ‘leonino’ desde dezembro de 2024, quando tinha chegado do Vitória de Guimarães para substituir João Pereira, o técnico, de 45 anos, protagoniza a oitava troca esta temporada nos bancos no escalão principal.
Ao fim de 10 jornadas, o Sporting está no terceiro lugar, com 21 pontos, a nove do líder isolado e campeão nacional FC Porto e a um do Benfica, segundo classificado (menos um jogo), por entre o acesso à ‘final four’ da Taça da Liga e um arranque com duas vitórias e uma derrota na fase de liga da Liga dos Campeões - os ‘leões’ ainda não atuaram para a Taça de Portugal.
Antes do Sporting, Nacional, por duas vezes, Rio Ave, Arouca, Estoril Praia, Famalicão e Sporting de Braga mudaram de treinador em 2026/27.
O Nacional demitiu João Gião à quarta jornada e Alexandre Santos depois da oitava, estando agora com João Henriques, já depois de Bruno Abreu, da equipa de sub-19, ter assumido a liderança interina em duas partidas.
O Rio Ave trocou à sétima ronda o grego Sotiris Silaidopoulos por Vasco Seabra, que foi substituído no Arouca por Vítor Severino, antigo adjunto de Luís Castro e a estrear-se como treinador principal.
Entre a terceira eliminatória da Taça de Portugal e a nona jornada do campeonato, Estoril Praia e Famalicão replicaram a decisão tomada pelo Nacional em relação a Alexandre Santos e despediram Vasco Matos e Carlos Carvalhal, respetivamente, sendo que essas sucessões continuam a ser assumidas de forma provisória por Sérgio Raimundo, promovido dos sub-23 cascalenses, e o luso-cabo-verdiano Ricardo Silva, auxiliar minhoto.
Já o Sporting de Braga apostou em Franclim Carvalho, ex-adjunto de Artur Jorge, para render o espanhol Carlos Vicens, igualmente demitido após a oitava ronda, à qual se seguiu a estreia na fase de liga da Liga Conferência e um desafio em atraso na I Liga, num total de três derrotas consecutivas.
Ao fim de 10 jornadas, o Sporting está no terceiro lugar, com 21 pontos, a nove do líder isolado e campeão nacional FC Porto e a um do Benfica, segundo classificado (menos um jogo), por entre o acesso à ‘final four’ da Taça da Liga e um arranque com duas vitórias e uma derrota na fase de liga da Liga dos Campeões - os ‘leões’ ainda não atuaram para a Taça de Portugal.
Antes do Sporting, Nacional, por duas vezes, Rio Ave, Arouca, Estoril Praia, Famalicão e Sporting de Braga mudaram de treinador em 2026/27.
O Nacional demitiu João Gião à quarta jornada e Alexandre Santos depois da oitava, estando agora com João Henriques, já depois de Bruno Abreu, da equipa de sub-19, ter assumido a liderança interina em duas partidas.
O Rio Ave trocou à sétima ronda o grego Sotiris Silaidopoulos por Vasco Seabra, que foi substituído no Arouca por Vítor Severino, antigo adjunto de Luís Castro e a estrear-se como treinador principal.
Entre a terceira eliminatória da Taça de Portugal e a nona jornada do campeonato, Estoril Praia e Famalicão replicaram a decisão tomada pelo Nacional em relação a Alexandre Santos e despediram Vasco Matos e Carlos Carvalhal, respetivamente, sendo que essas sucessões continuam a ser assumidas de forma provisória por Sérgio Raimundo, promovido dos sub-23 cascalenses, e o luso-cabo-verdiano Ricardo Silva, auxiliar minhoto.
Já o Sporting de Braga apostou em Franclim Carvalho, ex-adjunto de Artur Jorge, para render o espanhol Carlos Vicens, igualmente demitido após a oitava ronda, à qual se seguiu a estreia na fase de liga da Liga Conferência e um desafio em atraso na I Liga, num total de três derrotas consecutivas.
Uma Liga, uma Taça e brilho na Champions
Rui Borges abandona o Sporting com uma I Liga e uma Taça de Portugal conquistadas, mas também com a melhor campanha de sempre na Liga dos Campeões, em que os ‘leões’ chegaram aos quartos de final.
Na sua primeira passagem por um ‘grande’, depois de uma carreira construída em clubes como Académico de Viseu, Académica, Nacional da Madeira, Moreirense e Vitória de Guimarães, Borges beneficiou da ‘herança’ de Ruben Amorim para chegar logo ao título nacional e a uma Taça de Portugal, em 2024/25, acabando depois não confirmar as expectativas que foram criadas com a ‘dobradinha’.
Na época seguinte, a começar da raiz, o treinador nascido em Mirandela ainda lutou por um histórico tricampeonato, mas foi batido pelo FC Porto, e caiu com estrondo na Taça de Portugal, ao perder a final no Jamor contra o Torreense, da II Liga.
Valeu a excelente campanha na ‘Champions’, primeiro ao ficar entre os oito primeiros na fase de liga e depois ao cair apenas frente ao Arsenal, nos ‘quartos’, numa eliminatória bastante equilibrada.
Isso valeu a renovação de contrato (junho de 2028) e a sua continuidade em 2026/27 para a direção liderada por Frederico Varandas, mas os nove pontos que já separam Sporting e o líder FC Porto no campeonato, bem como as recentes exibições irregulares, como o empate caseiro com o Arouca (2-2) e a derrota em Alvalade com o Académico Viseu (2-1) acabaram por ditar o fim de uma ‘relação’ que há muito se sabia que não ia durar muito mais tempo.
Borges fecha definitivamente o seu cacifo em Alvalade e na Academia de Alcochete com um total de 99 jogos para recordar, das quais 64 foram vitórias, 22 empates e 13 acabaram em derrotas.
O Sporting vai anunciar em breve o sucessor de Rui Borges, sendo que Paulo Fonseca, a orientar os franceses do Lyon desde janeiro de 2025, assumiu haver uma possibilidade de ser o próximo treinador ‘leonino’.
Rui Borges sai a dois dias da visita do Sporting aos ucranianos do Shakhtar Donetsk, em jogo da quarta jornada da fase de liga da Liga dos Campeões, que será disputado em Londres, devido à invasão da Rússia à Ucrânia, numa altura em que estava sob crescente contestação nos ‘leões’.
O Sporting foi o nono clube na carreira de Rui Borges, que iniciou este percurso no emblema da sua terra, o Mirandela, passou por Académico de Viseu, Académica, Nacional, Vilafranquense e Mafra, até se estrear na I Liga ao comando do Moreirense, em 2023/24.
Seguiram-se poucos meses ao serviço do Vitória de Guimarães, mas suficientes para colocar os vimaranenses nos oitavos de final da Liga Conferência em 2024/25, na antecâmara da transferência para Lisboa.
(Com Lusa)