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Andebol
Eleito presidente, Ulisses Pereira quer consolidar o andebol em Portugal
Ulisses Pereira foi este sábado reeleito presidente da Federação Portuguesa de Andebol (FAP), recebendo para o mandato de 2012/2016 os 46 votos dos presentes na Assembleia Geral eleitoral. Após a tomada de posse, o dirigente lembrou que a sua missão é consolidar a modalidade, tornando-a "mais sustentável, desenvolvida, competitiva e forte".
No novo elenco diretivo liderado por Ulisses Pereira, que presidia ao organismo desde 31 de março após eleições intercalares, figuram ainda, nos cargos de vice-presidentes, Augusto Silva, Ricardo Andorinho, Henrique Silva e Juliana Sousa (Eduardo Coelho é o suplente).
A Assembleia Geral será presidida por Pedro Mourão, auxiliado pelo "vice" Raúl Castro, enquanto o Conselho Fiscal é encabeçado por José Manuel Sousa, num órgão que integra ainda Gonçalo Lopes e Olinto Ravara como vice-presidentes.
Para o Conselho de Arbitragem, o único órgão social que tinha duas listas concorrentes, António Marreiros venceu a candidatura de António Goulão, recebendo 24 dos 46 votos. O novo elenco do Conselho de Arbitragem é ainda constituído pelos vice-presidentes Jorge Manuel Gil e Carlos Joaquim e os vogais Dário Ramos e Felisberto Silva.
A missão
O presidente recém-eleito apelou ao Governo "que tenha a coragem de proceder à revisão do Regime Jurídico das Federações Desportivas, tendo em consideração a realidade do Desporto em Portugal e não apenas de uma modalidade", salientando que o mandato coincide com um novo ciclo olímpico (2012-2016), que vai desenvolver-se "num enquadramento de fortes constrangimentos".
De acordo com Ulisses Pereira, a situação atual leva a uma "mudança de paradigma de gestão da modalidade", obrigando a ser "inovador e a assumir uma postura atenta, responsável e proativa na busca de novas soluções que garantam o desenvolvimento e o sucesso do andebol português".
O dirigente avança que os princípios fundamentais da sua missão para o quadriénio passam por promover a proximidade entre todos os agentes da modalidade, dar voz e responsabilidade às associações regionais e adequar as decisões federativas em função das condições financeiras, entre outras.
Ulisses Ferreira adiantou ainda que quer reforçar a relação com o Conselho Consultivo "órgão de excelência para o envolvimento dos vários agentes da modalidade, das varias visões e correntes de pensamento".
O presidente salientou também a preocupação com o financiamento das viagens dos clubes do continente às regiões autónomas e no sentido inverso, lembrando que a federação está a suportar custos mensais "na casa dos quarenta, cinquenta mil euros, sem ter nenhum quadro de financiamento publico contratualizado".
"É uma situação insustentável e a curto prazo poderemos ser forçados a assumir decisões difíceis para quem, como nós, tanto defende a coesão territorial e respeita o trabalho que está a ser desenvolvido nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira", frisou o dirigente.
A Assembleia Geral será presidida por Pedro Mourão, auxiliado pelo "vice" Raúl Castro, enquanto o Conselho Fiscal é encabeçado por José Manuel Sousa, num órgão que integra ainda Gonçalo Lopes e Olinto Ravara como vice-presidentes.
Para o Conselho de Arbitragem, o único órgão social que tinha duas listas concorrentes, António Marreiros venceu a candidatura de António Goulão, recebendo 24 dos 46 votos. O novo elenco do Conselho de Arbitragem é ainda constituído pelos vice-presidentes Jorge Manuel Gil e Carlos Joaquim e os vogais Dário Ramos e Felisberto Silva.
A missão
O presidente recém-eleito apelou ao Governo "que tenha a coragem de proceder à revisão do Regime Jurídico das Federações Desportivas, tendo em consideração a realidade do Desporto em Portugal e não apenas de uma modalidade", salientando que o mandato coincide com um novo ciclo olímpico (2012-2016), que vai desenvolver-se "num enquadramento de fortes constrangimentos".
De acordo com Ulisses Pereira, a situação atual leva a uma "mudança de paradigma de gestão da modalidade", obrigando a ser "inovador e a assumir uma postura atenta, responsável e proativa na busca de novas soluções que garantam o desenvolvimento e o sucesso do andebol português".
O dirigente avança que os princípios fundamentais da sua missão para o quadriénio passam por promover a proximidade entre todos os agentes da modalidade, dar voz e responsabilidade às associações regionais e adequar as decisões federativas em função das condições financeiras, entre outras.
Ulisses Ferreira adiantou ainda que quer reforçar a relação com o Conselho Consultivo "órgão de excelência para o envolvimento dos vários agentes da modalidade, das varias visões e correntes de pensamento".
O presidente salientou também a preocupação com o financiamento das viagens dos clubes do continente às regiões autónomas e no sentido inverso, lembrando que a federação está a suportar custos mensais "na casa dos quarenta, cinquenta mil euros, sem ter nenhum quadro de financiamento publico contratualizado".
"É uma situação insustentável e a curto prazo poderemos ser forçados a assumir decisões difíceis para quem, como nós, tanto defende a coesão territorial e respeita o trabalho que está a ser desenvolvido nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira", frisou o dirigente.