"Acreditar, trabalhar, sofrer", receita de Carlos Sá

O ultramaratonista de Barcelos, após vencer uma das mais duras, se não a mais dura das provas do mundo, já pensa na próxima nos Alpes, percorrendo "três países" num "desnível acumulado de cerca de 20 mil metros"

RTP /
Carlos Sá em Pedras Rubras lusa

Carlos Sá, vencedor da mítica ultramaratona de Badwater Basin, com 217 quilómetros, foi recebido em apoteose, esta sexta-feira, à chegada a Portugal.

O atleta, de 39 anos, assumindo não esperar vencer a prova californiana, adiantou ainda não ter atingido os seus limites.

"Ando em busca dos meus limites e, felizmente, ainda não os encontrei",   evocando o espírito dos navegadores de antanho para "construir, passo a passo, e conquistar grandes coisas".

"Acreditar, trabalhar, sofrer", a receita de Carlos Sá para chegar "às coisas boas" e a "recompensa acaba por acontecer".

O atleta, atribui o mérito do seu feito às "quatro pessoas" que, tornaram possível resistir às condições extremas em que decorreu a prova

O minhoto vai participar, dentro de 38 dias,  pela terceira vez, na ultramaratona do Monte Branco, de 170 km, em que já obteve um quarto e um quinto lugares, esperando, agora, "motivadíssimo com esta vitória, chegar ao pódio".



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