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Mundiais atletismo. Bazolo falha "meias" dos 200 metros
A portuguesa Lorene Bazolo voltou a ficar a dois lugares da qualificação para as semifinais dos 200 metros dos Mundiais de atletismo, em Budapeste, tal como tinha ocorrido nos 100 metros.
A recordista nacional das duas distâncias, de 40 anos, terminou a segunda série das eliminatórias dos 200 no sexto lugar, em 23,13 segundos, na 26.ª posição entre as 44 presentes.
“Eu tinha de alcançar o quarto lugar, porque o quinto ficava tremido. Já sabia disso, dei o meu máximo e não consegui fazer melhor, mas não quer dizer que não esteja bem”, advertiu a atleta do Sporting.
“É uma sensação agridoce, é bom estar lá e ter um pé lá dentro, sabendo que podemos entrar (nas semifinais). Temos medo de não ficar, estamos preparados para sair, mas depois não sais, e acabei por ficar até ao fim. Depois, é um bocado horrível”, descreveu a velocista, na zona mista do Centro Nacional de Atletismo, na capital húngara.
A gambiana Gina Bass foi a 24.ª e última repescada para as semifinais dos 200 metros, com o tempo de 23,02 segundos.
“Não saio daqui feliz, mas tenho de ser realista, estive dois meses sem treinar ou competir, por causa de uma lesão. Quando voltei, fiz 24,35, e perdi toda a motivação. Agora, queria fazer o meu recorde, não foi assim tão mau, mas não cumpri o objetivo. Foi uma boa experiência, que serve para sentir que também tenho de ser melhor”, explicou a atleta do Benfica, assumindo o “grande sonho” de estar nos Jogos Olímpicos Paris2024.
As meias-finais dos 200 metros estão marcadas para quinta-feira, às 18h45 em Lisboa, e a final para sexta, às 20h40.
“Eu tinha de alcançar o quarto lugar, porque o quinto ficava tremido. Já sabia disso, dei o meu máximo e não consegui fazer melhor, mas não quer dizer que não esteja bem”, advertiu a atleta do Sporting.
“É uma sensação agridoce, é bom estar lá e ter um pé lá dentro, sabendo que podemos entrar (nas semifinais). Temos medo de não ficar, estamos preparados para sair, mas depois não sais, e acabei por ficar até ao fim. Depois, é um bocado horrível”, descreveu a velocista, na zona mista do Centro Nacional de Atletismo, na capital húngara.
A gambiana Gina Bass foi a 24.ª e última repescada para as semifinais dos 200 metros, com o tempo de 23,02 segundos.
“Não saio daqui feliz, mas tenho de ser realista, estive dois meses sem treinar ou competir, por causa de uma lesão. Quando voltei, fiz 24,35, e perdi toda a motivação. Agora, queria fazer o meu recorde, não foi assim tão mau, mas não cumpri o objetivo. Foi uma boa experiência, que serve para sentir que também tenho de ser melhor”, explicou a atleta do Benfica, assumindo o “grande sonho” de estar nos Jogos Olímpicos Paris2024.
As meias-finais dos 200 metros estão marcadas para quinta-feira, às 18h45 em Lisboa, e a final para sexta, às 20h40.