Basquetebol
COVID-19
Covid-19. Diogo Brito deixa NBA para regressar à Europa
O português Diogo Brito afasta uma candidatura à NBA, mesmo com dois títulos universitários em quatro épocas pelos Utah State Aggies, preferindo equacionar o regresso à Europa para iniciar uma carreira profissional.
“Neste momento não estou a pensar no ‘draft’ (evento anual de recrutamento da NBA). Queria experimentar a “Summer League” (competição de pré-temporada) e o “Combine” (bateria de testes com jogadores convidados), mas vai ser tudo cancelado por causa do vírus e esse sonho ficará adiado. Quero continuar a jogar e acredito que os próximos anos passem pela Europa, sobretudo por Espanha”, reconheceu o base à agência Lusa.
Diogo Brito, de 22 anos, nasceu na Póvoa de Varzim e alimentou o gosto pelo basquetebol por influência do avô e do irmão, tendo saído de Portugal em 2015 com o intuito de terminar o ensino secundário nos Estados Unidos, um “sítio ideal” para juntar o “crescimento pessoal” à oportunidade de “poder jogar contra os melhores”.
“Conhecer uma cultura nova e um país completamente diferente intrigou-me bastante. O choque foi grande, especialmente no primeiro ano em Utah. Não joguei tanto tempo e foi um ano muito difícil, mas tomei-o como aprendizagem e saio com o sentimento de dever cumprido. A minha carreira aqui foi bem-sucedida e não me arrependo de nada”, frisou.
O internacional sub-20 começou a jogar no Desportivo da Póvoa e transitou para o projeto Dragon Force na época 2013/14, antes de viajar para o outro lado do Oceano Atlântico, onde se preparou durante um ano para enfrentar as exigências do basquetebol norte-americano, deixando-se convencer pelo projeto da universidade de Utah State.
“Acima de tudo, evoluí a faceta física, que é a primeira coisa que se nota quando vimos para os Estados Unidos. Não há necessariamente tanta corrida, mas o jogo é muito mais explosivo e tive logo de me adaptar. No verão, terei de me focar naquilo que me vai dar dinheiro, já que este ano lancei muito mal da linha de três pontos”, avaliou.
Apesar do desfecho súbito devido à pandemia de covid-19, Diogo Brito terminou o sonho americano com a revalidação do título da conferência Mountain West em 7 de março, semana e meia após a despedida caseira na vitória sobre os San Jose State Spartans (94-56), emoldurada pela “homenagem inesquecível” de quase 11.000 adeptos.
Diogo Brito, de 22 anos, nasceu na Póvoa de Varzim e alimentou o gosto pelo basquetebol por influência do avô e do irmão, tendo saído de Portugal em 2015 com o intuito de terminar o ensino secundário nos Estados Unidos, um “sítio ideal” para juntar o “crescimento pessoal” à oportunidade de “poder jogar contra os melhores”.
“Conhecer uma cultura nova e um país completamente diferente intrigou-me bastante. O choque foi grande, especialmente no primeiro ano em Utah. Não joguei tanto tempo e foi um ano muito difícil, mas tomei-o como aprendizagem e saio com o sentimento de dever cumprido. A minha carreira aqui foi bem-sucedida e não me arrependo de nada”, frisou.
EXperiência muito positiva
“Acima de tudo, evoluí a faceta física, que é a primeira coisa que se nota quando vimos para os Estados Unidos. Não há necessariamente tanta corrida, mas o jogo é muito mais explosivo e tive logo de me adaptar. No verão, terei de me focar naquilo que me vai dar dinheiro, já que este ano lancei muito mal da linha de três pontos”, avaliou.
Apesar do desfecho súbito devido à pandemia de covid-19, Diogo Brito terminou o sonho americano com a revalidação do título da conferência Mountain West em 7 de março, semana e meia após a despedida caseira na vitória sobre os San Jose State Spartans (94-56), emoldurada pela “homenagem inesquecível” de quase 11.000 adeptos.