Futebol Nacional
FC Porto
Benfica exige interdição do Estádio do Dragão
O Benfica avançou com uma exposição formal junto do Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol, exigindo a interdição do Estádio do Dragão e a aplicação de castigos pesados ao FC Porto.
A queixa surge na sequência dos incidentes registados no clássico do passado dia 20 de setembro, que terminou com a vitória dos dragões por 3-1.
A contestação dos encarnados baseia-se num conjunto de episódios ocorridos após o apito final, que o clube da Luz classifica como graves violações dos regulamentos disciplinares da Liga Portugal.
Os encarnados exigem a suspensão imediata de Gabri Veiga, alegando que o jogador portista arremessou uma garrafa de água em direção à zona técnica do Benfica.
O Benfica apresentou também queixa do roupeiro do FC Porto que é acusado de ter dirigido gestos insultuosos e obscenos à comitiva e ao banco de suplentes das águias.
O clube da Luz reportou a reprodução de música através do sistema de som oficial do estádio. "Doidas andam as galinhas", ouviu-se no estádio. O episódio ocorreu enquanto os adeptos do Benfica ainda se encontravam nas bancadas, sendo considerado uma ofensa deliberada.
É contestada a legalidade das imagens captadas pela transmissão do Porto Canal focadas no banco do Benfica, que foram posteriormente difundidas na praça pública.
A contestação dos encarnados baseia-se num conjunto de episódios ocorridos após o apito final, que o clube da Luz classifica como graves violações dos regulamentos disciplinares da Liga Portugal.
Os encarnados exigem a suspensão imediata de Gabri Veiga, alegando que o jogador portista arremessou uma garrafa de água em direção à zona técnica do Benfica.
O Benfica apresentou também queixa do roupeiro do FC Porto que é acusado de ter dirigido gestos insultuosos e obscenos à comitiva e ao banco de suplentes das águias.
O clube da Luz reportou a reprodução de música através do sistema de som oficial do estádio. "Doidas andam as galinhas", ouviu-se no estádio. O episódio ocorreu enquanto os adeptos do Benfica ainda se encontravam nas bancadas, sendo considerado uma ofensa deliberada.
É contestada a legalidade das imagens captadas pela transmissão do Porto Canal focadas no banco do Benfica, que foram posteriormente difundidas na praça pública.