Benfica
Liga dos Campeões
Benfica precisa de inédita vitória em Barcelona
O Benfica precisa de reescrever a história e vencer terça-feira no estádio do FC Barcelona para se apurar para os quartos-de-final da Liga dos Campeões de futebol, uma missão complicada na segunda mão dos "oitavos".
Depois da derrota por 1-0 sofrida na quarta-feira, no Estádio da Luz, desaproveitando a vantagem de ter jogado em superioridade numérica desde o meio da primeira parte, os encarnados obrigaram-se a fazer algo que nunca conseguiram: ganhar no reduto dos catalães.
As quatro visitas anteriores a Camp Nou saldaram-se por duas derrotas benfiquistas e dois empates (precisamente, as últimas) e nem o facto de o jogo se disputar desta vez em Montjuïc, devido às obras do famoso estádio do Barcelona, reduz a extrema dificuldade da tarefa benfiquista.
O cenário poderia ser muito mais favorável se a equipa treinada por Bruno Lage não tivesse esbanjado inúmeras oportunidades no encontro da primeira mão, durante a qual jogou desde os 22 minutos com mais um jogador, devido à expulsão de Cubarsí, por falta sobre Pavlidis, que se isolava perante Szczesny.
O guarda-redes que o "Barça" retirou da reforma, em resposta a lesão grave do titularíssimo Ter Stegen, foi um dos responsáveis pelo sucesso da equipa espanhola em Lisboa, em conjunto com Pedri e Raphinha, autor do único golo da partida, aos 61 minutos, aproveitando um erro de António Silva.
Já o avançado grego falhou a proeza de marcar em dois jogos seguidos aos "blaugrana", depois ter concretizado um "hat-trick" em janeiro, na derrota caseira do Benfica na nova fase de liga, por inusual 5-4 (apesar de ter estado a ganhar por 3-1 e 4-2), em que Raphinha e Lewandowski bisaram.
O triunfo ajudou o Barcelona a terminar no segundo lugar e os avançados, segundos melhores marcadores da "Champions", ambos com nove golos (menos um do que Guirassy, do Borussia Dortmund), voltarão a formar um temível trio ofensivo com o prodígio Lamine Yamal, ainda que o treinador alemão Hansi Flick esteja privado de Cubarsí.
Do lado do Benfica, 16.º classificado na primeira fase e que, por isso, teve de superar o Mónaco no play-off de acesso aos oitavos de final (1-0, fora, e 3-3, em casa), Carreras também está suspenso, enquanto Di María está em dúvida, devido a lesão, e Bruma não foi inscrito na prova.
As "águias" venceram no sábado por 3-0 na receção ao Nacional, ao passo que o jogo do Barcelona, líder do campeonato espanhol, com o Osasuna, foi adiado devido à morte do médico do clube catalão.
Saldo negativo com os "blaugrana"
Com um saldo negativo nas 11 partidas anteriores (cinco derrotas, quatro empates e duas vitórias), a equipa lisboeta não desdenharia o desfecho do primeiro confronto – e o mais o significativo -, a final da Taça dos Campeões Europeus de 1960/61, em que se impôs por 3-2.
O Benfica, que esta temporada até obteve melhores resultados na liga milionária como visitante, com quatro triunfos e uma derrota, revalidou o título na época seguinte, mas, desde então, já foi claramente ultrapassado pelo "Barça", campeão em 1992, 2006, 2009, 2011 e 2015.
Se prosseguir a caminhada na mais importante competição europeia de clubes, o Benfica terá pela frente o vencedor do embate entre Borussia Dortmund e Lille, no qual os alemães estão com dificuldade em confirmar o favoritismo frente à equipa do português André Gomes, tendo empatado 1-1 em casa, na primeira mão.
As quatro visitas anteriores a Camp Nou saldaram-se por duas derrotas benfiquistas e dois empates (precisamente, as últimas) e nem o facto de o jogo se disputar desta vez em Montjuïc, devido às obras do famoso estádio do Barcelona, reduz a extrema dificuldade da tarefa benfiquista.
O cenário poderia ser muito mais favorável se a equipa treinada por Bruno Lage não tivesse esbanjado inúmeras oportunidades no encontro da primeira mão, durante a qual jogou desde os 22 minutos com mais um jogador, devido à expulsão de Cubarsí, por falta sobre Pavlidis, que se isolava perante Szczesny.
O guarda-redes que o "Barça" retirou da reforma, em resposta a lesão grave do titularíssimo Ter Stegen, foi um dos responsáveis pelo sucesso da equipa espanhola em Lisboa, em conjunto com Pedri e Raphinha, autor do único golo da partida, aos 61 minutos, aproveitando um erro de António Silva.
Já o avançado grego falhou a proeza de marcar em dois jogos seguidos aos "blaugrana", depois ter concretizado um "hat-trick" em janeiro, na derrota caseira do Benfica na nova fase de liga, por inusual 5-4 (apesar de ter estado a ganhar por 3-1 e 4-2), em que Raphinha e Lewandowski bisaram.
O triunfo ajudou o Barcelona a terminar no segundo lugar e os avançados, segundos melhores marcadores da "Champions", ambos com nove golos (menos um do que Guirassy, do Borussia Dortmund), voltarão a formar um temível trio ofensivo com o prodígio Lamine Yamal, ainda que o treinador alemão Hansi Flick esteja privado de Cubarsí.
Do lado do Benfica, 16.º classificado na primeira fase e que, por isso, teve de superar o Mónaco no play-off de acesso aos oitavos de final (1-0, fora, e 3-3, em casa), Carreras também está suspenso, enquanto Di María está em dúvida, devido a lesão, e Bruma não foi inscrito na prova.
As "águias" venceram no sábado por 3-0 na receção ao Nacional, ao passo que o jogo do Barcelona, líder do campeonato espanhol, com o Osasuna, foi adiado devido à morte do médico do clube catalão.
Saldo negativo com os "blaugrana"
Com um saldo negativo nas 11 partidas anteriores (cinco derrotas, quatro empates e duas vitórias), a equipa lisboeta não desdenharia o desfecho do primeiro confronto – e o mais o significativo -, a final da Taça dos Campeões Europeus de 1960/61, em que se impôs por 3-2.
O Benfica, que esta temporada até obteve melhores resultados na liga milionária como visitante, com quatro triunfos e uma derrota, revalidou o título na época seguinte, mas, desde então, já foi claramente ultrapassado pelo "Barça", campeão em 1992, 2006, 2009, 2011 e 2015.
Se prosseguir a caminhada na mais importante competição europeia de clubes, o Benfica terá pela frente o vencedor do embate entre Borussia Dortmund e Lille, no qual os alemães estão com dificuldade em confirmar o favoritismo frente à equipa do português André Gomes, tendo empatado 1-1 em casa, na primeira mão.