Taça de Portugal
Benfica
`Bis` de Caroline Moller dá terceira Taça de Portugal feminina ao Benfica
Dois golos da futebolista Caroline Moller deram hoje a vitória ao Benfica frente ao FC Porto por 2-0, na final da Taça de Portugal feminina, num resultado construído na primeira parte.
A dinamarquesa abriu o marcador, aos quatro minutos, e, aos 40, fez o 2-0, selando assim o resultado, dando ao Benfica a terceira Taça de Portugal do palmarés.
Assim, o Benfica destacou-se do Futebol Benfica, que tem dois troféus, e igualou o Sporting no segundo lugar de ranking liderado pelo 1.º Dezembro, com sete.
O jogo de hoje tinha não só a particularidade de ser o primeiro clássico entre Benfica e FC Porto no futebol feminino, mas também um duelo entre dois treinadores que se conhecem muito bem: Ivan Baptista, treinador das ‘encarnadas’, e Daniel Chaves, das ‘azuis e brancas’.
Os dois integraram a equipa técnica do Boavista que, em 2012/13 conquistou a Taça de Portugal feminina, com Chaves a ser o adjunto do de Baptista.
Com muito mais experiência e rotação, o Benfica chegou ao golo logo aos quatro minutos, na sequência de um livre na sobre a direita, marcado por Marit Lund. A bola ficou a saltitar na área e Pauleta serviu Caroline Moller para o 1-0.
Num primeiro momento foi assinalado posição irregular, contudo após a intervenção do videoárbitro (VAR), liderado pelo Paulo Barradas (AF Setúbal) e Rui Soares (AF Santarém) o golo foi considerado válido.
Embora a tendência do jogo fosse claramente favorável às ‘encarnadas’, o posicionamento e a entrega das jogadoras do FC Porto foi dificultando as iniciativas das hexacampeãs.
Foi novamente de bola parada que o Benfica chegou ao golo e novamente por Caroline Moller. Aos 40, um canto cobrado por Anna Gasper, na direita, levou a bola até à cabeça de Diana Gomes, que assistiu a dinamarquesa para o 2-0.
Na segunda parte, o FC Porto apresentou fortes melhorias e, aos 55, esteve a milímetros de chegar ao golo. Eliza Tuner, numa jogada individual, obrigou a guarda-redes Lena Pauels a aplicar-se e defender para canto.
Ao ver este crescimento, o público – estiveram 22.258 espetadores, dos quais dois terços afetos às ‘encarnadas’ – começou a fazer ouvir-se e deu nova vida às jogadoras orientadas por Ivan Baptista.
Ainda assim e com as alterações de ambas as equipas, o jogo perdeu intensidade, contudo o Benfica dispôs das oportunidades de Marit Lund, aos 76 minutos, Lúcia Alves, aos 83, Clarinha, aos 86 mas encontrou na guarda-redes Cora Brendle uma autêntica barreira.
Já em tempo de compensação, a oportunidade mais clara de golo da segunda parte, numa sequência de remates Nicole, Lúcia Alves e Clarinha não conseguiram selar aquele que seria o terceiro golo.
Assim, o Benfica destacou-se do Futebol Benfica, que tem dois troféus, e igualou o Sporting no segundo lugar de ranking liderado pelo 1.º Dezembro, com sete.
O jogo de hoje tinha não só a particularidade de ser o primeiro clássico entre Benfica e FC Porto no futebol feminino, mas também um duelo entre dois treinadores que se conhecem muito bem: Ivan Baptista, treinador das ‘encarnadas’, e Daniel Chaves, das ‘azuis e brancas’.
Os dois integraram a equipa técnica do Boavista que, em 2012/13 conquistou a Taça de Portugal feminina, com Chaves a ser o adjunto do de Baptista.
Com muito mais experiência e rotação, o Benfica chegou ao golo logo aos quatro minutos, na sequência de um livre na sobre a direita, marcado por Marit Lund. A bola ficou a saltitar na área e Pauleta serviu Caroline Moller para o 1-0.
Num primeiro momento foi assinalado posição irregular, contudo após a intervenção do videoárbitro (VAR), liderado pelo Paulo Barradas (AF Setúbal) e Rui Soares (AF Santarém) o golo foi considerado válido.
Embora a tendência do jogo fosse claramente favorável às ‘encarnadas’, o posicionamento e a entrega das jogadoras do FC Porto foi dificultando as iniciativas das hexacampeãs.
Foi novamente de bola parada que o Benfica chegou ao golo e novamente por Caroline Moller. Aos 40, um canto cobrado por Anna Gasper, na direita, levou a bola até à cabeça de Diana Gomes, que assistiu a dinamarquesa para o 2-0.
Na segunda parte, o FC Porto apresentou fortes melhorias e, aos 55, esteve a milímetros de chegar ao golo. Eliza Tuner, numa jogada individual, obrigou a guarda-redes Lena Pauels a aplicar-se e defender para canto.
Ao ver este crescimento, o público – estiveram 22.258 espetadores, dos quais dois terços afetos às ‘encarnadas’ – começou a fazer ouvir-se e deu nova vida às jogadoras orientadas por Ivan Baptista.
Ainda assim e com as alterações de ambas as equipas, o jogo perdeu intensidade, contudo o Benfica dispôs das oportunidades de Marit Lund, aos 76 minutos, Lúcia Alves, aos 83, Clarinha, aos 86 mas encontrou na guarda-redes Cora Brendle uma autêntica barreira.
Já em tempo de compensação, a oportunidade mais clara de golo da segunda parte, numa sequência de remates Nicole, Lúcia Alves e Clarinha não conseguiram selar aquele que seria o terceiro golo.