Benfica
Bruno Carvalho sustenta que Vieira está impedido de se recandidatar
A candidatura de Bruno Carvalho aos órgãos sociais do Benfica apresentou um relatório que se baseia nos estatutos do clube, o qual considera que Luís Filipe Vieira não pode candidatar-se às eleições durante seis anos.
O estudo jurídico apresentado esta tarde em conferência de imprensa, e que já foi entregue na secretaria do Benfica, sustenta que o presidente demissionário, Luís Filipe Vieira, bem como todos os elementos dos órgãos sociais que apresentaram a demissão na mesma altura, estão impedidos de ir a votos durante seis anos.
Esta conclusão baseia-se na tese de que esses elementos forçaram as eleições antecipadas, de forma irregular e em interesse próprio, o que conduz à impossibilidade de exercício de qualquer cargo no clube durante seis anos.
"Eles podem demitir-se em bloco como o advogado Francisco Pimentel explicou. Não podem é candidatar-se de novo, porque não serviram os interesses do Benfica, mas interesses de uma lógica pessoal", afirmou Bruno Carvalho.
O advogado Francisco Pimentel, autor do parecer jurídico, referiu que o presidente da Mesa da Assembleia Geral do Benfica, Manuel Vilarinho, violou os estatutos ao convocar eleições antecipadas, seguindo a indicação de Luís Filipe Vieira.
"Sendo Manuel Vilarinho presidente da Mesa da Assembleia Geral do Benfica, a obrigação que ele tem - e que decerto irá cumprir - é estudar a participação que lhe foi feita, e agir o mais rapidamente possível em conformidade com os estatutos, como manda o processo disciplinar", disse Francisco Pimentel.
Bruno Carvalho pode ficar sozinho na corrida
À luz deste parecer, e tendo o período de entrega de listas terminado esta tarde, Bruno Carvalho concorre sozinho às eleições de 3 de Julho, mas já prometeu um novo acto eleitoral para daqui a seis meses: "Irei propor a realização de novas eleições seis meses após a data dessa Assembleia Geral".
Bruno Carvalho apresentou ainda um parecer jurídico que mostra que tem capacidade para se candidatar à presidência do clube. Apesar de ser sócio efectivo há apenas um ano, Carvalho foi sócio correspondente durante vários anos.
Caso Manuel Vilarinho não aceite a sua candidatura e caso não aceite levantar os processos disciplinares contra Vieira e os elementos dos órgãos sociais que se demitiram, Bruno Carvalho avisou que vai impugnar as eleições.
A Antena 1 contactou Manuel Vilarinho, que se escusou a comentar a acusação de Bruno Carvalho e a retirada da providência cautelar do sócio Adolfo Pereira, dizendo que é seu dever manter a imparcialidade em relação às duas candidaturas.
Esta conclusão baseia-se na tese de que esses elementos forçaram as eleições antecipadas, de forma irregular e em interesse próprio, o que conduz à impossibilidade de exercício de qualquer cargo no clube durante seis anos.
"Eles podem demitir-se em bloco como o advogado Francisco Pimentel explicou. Não podem é candidatar-se de novo, porque não serviram os interesses do Benfica, mas interesses de uma lógica pessoal", afirmou Bruno Carvalho.
O advogado Francisco Pimentel, autor do parecer jurídico, referiu que o presidente da Mesa da Assembleia Geral do Benfica, Manuel Vilarinho, violou os estatutos ao convocar eleições antecipadas, seguindo a indicação de Luís Filipe Vieira.
"Sendo Manuel Vilarinho presidente da Mesa da Assembleia Geral do Benfica, a obrigação que ele tem - e que decerto irá cumprir - é estudar a participação que lhe foi feita, e agir o mais rapidamente possível em conformidade com os estatutos, como manda o processo disciplinar", disse Francisco Pimentel.
Bruno Carvalho pode ficar sozinho na corrida
À luz deste parecer, e tendo o período de entrega de listas terminado esta tarde, Bruno Carvalho concorre sozinho às eleições de 3 de Julho, mas já prometeu um novo acto eleitoral para daqui a seis meses: "Irei propor a realização de novas eleições seis meses após a data dessa Assembleia Geral".
Bruno Carvalho apresentou ainda um parecer jurídico que mostra que tem capacidade para se candidatar à presidência do clube. Apesar de ser sócio efectivo há apenas um ano, Carvalho foi sócio correspondente durante vários anos.
Caso Manuel Vilarinho não aceite a sua candidatura e caso não aceite levantar os processos disciplinares contra Vieira e os elementos dos órgãos sociais que se demitiram, Bruno Carvalho avisou que vai impugnar as eleições.
A Antena 1 contactou Manuel Vilarinho, que se escusou a comentar a acusação de Bruno Carvalho e a retirada da providência cautelar do sócio Adolfo Pereira, dizendo que é seu dever manter a imparcialidade em relação às duas candidaturas.