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Jogadores da Noruega rendidos à evolução de Schjelderup: "É quase um extraterrestre"
A Noruega saiu derrotada do encontro frente a Portugal, em Oslo, no último domingo. Numa noite de reencontros entre Andreas Schjelderup e Fredrik Aursnes com colegas e ex-companheiros do Benfica, o desempenho do norueguês de 22 anos valeu rasgados elogios dos compatriotas Patrick Berg e Leo Ostigard, no final da partida.
Andreas Schjelderup assumiu a titularidade e jogou os 90 minutos do jogo frente à seleção das quinas, depois de ter sido suplente utilizado na vitória por 3-2 sobre a Dinamarca.
No final do encontro, Patrick Berg comparou-o a um “extraterrestre” no que à sua capacidade física e atitude em campo diz respeito.
O jogador do Bodo/Glimt recordou a participação do jogador das 'águias' no último Campeonato do Mundo de seleções, no qual a Noruega alcançou, de forma inédia, os quartos-de-final.
“Quando chegámos aos treinos na preparação para o Mundial, pensei imediatamente: alguma coisa aconteceu aqui. Ele já era ridiculamente bom nessa altura, fez um Mundial fantástico e está a mostrar agora que é um jogador de classe mundial".
Ao Nettavisen, Berg descreveu a “explosividade” do companheiro no um contra um e a consistência nos treinos como características surpreendentes.
Ostigard, que atua no Génova, reconheceu a evolução do jogador do Benfica desde a última temporada, mas explicou que a qualidade de Schjelderup já não passa despercebida entre os colegas.
De recordar que Andreas Schjelderup teve um percurso marcado por altos e baixos no Benfica. Chegou ao clube da Luz com 18 anos, vindo do Nordsjaelland, da Dinamarca, onde regressou no ano seguinte por empréstimo.
Na última época, já sob o comando técnico de José Mourinho, só assumiu a titularidade indiscutível depois do triunfo por 4-2 sobre o Real Madrid, que lhe valeu, inclusivamente, a permanência no plantel, afastando os rumores de transferência no mercado de janeiro de 2025/26.
No final do encontro, Patrick Berg comparou-o a um “extraterrestre” no que à sua capacidade física e atitude em campo diz respeito.
O jogador do Bodo/Glimt recordou a participação do jogador das 'águias' no último Campeonato do Mundo de seleções, no qual a Noruega alcançou, de forma inédia, os quartos-de-final.
“Quando chegámos aos treinos na preparação para o Mundial, pensei imediatamente: alguma coisa aconteceu aqui. Ele já era ridiculamente bom nessa altura, fez um Mundial fantástico e está a mostrar agora que é um jogador de classe mundial".
Ao Nettavisen, Berg descreveu a “explosividade” do companheiro no um contra um e a consistência nos treinos como características surpreendentes.
Ostigard, que atua no Génova, reconheceu a evolução do jogador do Benfica desde a última temporada, mas explicou que a qualidade de Schjelderup já não passa despercebida entre os colegas.
“Se o tivessem visto nos treinos, não ficariam chocados com isto. Tivemos um jogo de cinco contra cinco em campo reduzido. Muitos acabaram por comer um pouco de relva”, revelou.
Dos primeiros passos no Benfica à "classe mundial" na seleção
De recordar que Andreas Schjelderup teve um percurso marcado por altos e baixos no Benfica. Chegou ao clube da Luz com 18 anos, vindo do Nordsjaelland, da Dinamarca, onde regressou no ano seguinte por empréstimo.
Na última época, já sob o comando técnico de José Mourinho, só assumiu a titularidade indiscutível depois do triunfo por 4-2 sobre o Real Madrid, que lhe valeu, inclusivamente, a permanência no plantel, afastando os rumores de transferência no mercado de janeiro de 2025/26.
O norueguês carimbou a segunda metade da época de alto nível com a participação no Mundial2026.
Na quinta temporada ao serviço dos encarnados, o jogador tem em cima da mesa uma proposta de renovação com o clube, sobre a qual ainda pouco se sabe relativamente à decisão que tomará.