Benfica
Rostos do ‘Benfica - Vencer, Vencer’ decidiram não votar
Nenhuma das principais figuras do Movimento ‘Benfica - Vencer, Vencer' exerceu o seu direito de voto, porque consideram a realização das eleições "um acto ilegal".
O juiz Rui Rangel justificou a sua decisão de não votar afirmando que não queria "pactuar com uma ilegalidade".
Em declarações à agência Lusa, Rui Rangel explicou que foi nesse sentido que não também não votaram as outras principais figuras do movimento, nomeadamente o empresário José Veiga, o médico Varandas Fernandes e o director-geral da TVI, José Eduardo Moniz.
O ex-Ministro Bagão Félix, que chegou a ser apontado como possível presidente da Mesa da Assembleia Geral na lista de José Eduardo Moniz, também ele crítico do "golpe estatutário", como lhe chamou, a propósito da decisão de Manuel Vilarinho antecipar o acto eleitoral, não tinha voltado a poucos minutos das urnas fecharem.
Rui Rangel disse ainda à Lusa que o movimento vai reunir-se depois de fechadas as urnas para decidir se tomam uma posição pública.
c/ Lusa
Em declarações à agência Lusa, Rui Rangel explicou que foi nesse sentido que não também não votaram as outras principais figuras do movimento, nomeadamente o empresário José Veiga, o médico Varandas Fernandes e o director-geral da TVI, José Eduardo Moniz.
O ex-Ministro Bagão Félix, que chegou a ser apontado como possível presidente da Mesa da Assembleia Geral na lista de José Eduardo Moniz, também ele crítico do "golpe estatutário", como lhe chamou, a propósito da decisão de Manuel Vilarinho antecipar o acto eleitoral, não tinha voltado a poucos minutos das urnas fecharem.
Rui Rangel disse ainda à Lusa que o movimento vai reunir-se depois de fechadas as urnas para decidir se tomam uma posição pública.
c/ Lusa