Ciclismo
Volta a Portugal
Terreno começa a inclinar na Volta a Portugal
Esta segunda-feira a 3ª etapa da Volta a Portugal, na véspera da Senhora da Graça, não é de descanso, pois a ligação de 162,1 km entre Figueira de Castelo Rodrigo e Bragança, promete ser desgastante e sinuosa, com três contagens de montanha em Vila Nova de Foz Côa (3ª categoria), Torre de Moncorvo (3ª) e Serra de Bornes (2ª).
O ciclista espanhol Raúl Alarcón (W52-FC Porto) enfrenta hoje (segunda-feira) um duro teste à sua liderança, na terceira etapa da 79ª Volta a Portugal.
Ao contrário do que aconteceu no domingo, na longa e plana tirada entre Reguengos de Monsaraz e Castelo Branco, os adversários de Alarcón terão a primeira oportunidade de pôr à prova o camisola amarela, com os 162,7 quilómetros da terceira etapa a mergulharem na Serra de Bornes.
O pelotão não vai andar muito até encontrar a primeira contagem de montanha do dia, uma terceira categoria em Vila Nova de Foz Côa (28,7), que antecede uma subida de igual dificuldade em Torre de Moncorvo (46,2).
Na aproximação à Serra de Bornes, onde, ao quilómetro 88,7, está instalada uma contagem de segunda categoria, os corredores vão cruzar uma meta volante em Santa Comba da Vilariça (76,8).
Antes de entrar em Bragança, o pelotão ainda vai transpor a meta volante de Macedo de Cavaleiros, aos 105,8 quilómetros. Já na cidade brigantina, há um novo "sprint" intermédio (147,5), pouco antes de os ciclistas passarem uma primeira vez pela meta, que definirá o vencedor, cerca das 17h40.
Raúl Alarcón enfrenta a etapa do nordeste transmontano com seis segundos de vantagem sobre o galego Alejandro Marque (Sporting-Tavira) e 15 sobre o português Domingos Gonçalves (RP-Boavista).
Para trás ficou uma etapa dura devido à sua extensão e calor entre Reguengos de Monsaraz e Castelo Branco e se tal não bastasse alguns ciclistas desviaram-se do percurso correto para evitarem uma queda e instalou-se a confusão.
Edgar Pinto da LA-Metalusa BlackJack foi o principal prejudicado ao ficar maltratado devido à queda tendo sofrido cortes no sobrolho e na face.
O "sprint" final discutido ao milímetro trouxe a incerteza, por alguns momentos, sobre quem seria o vencedor da "tirada" Samuel Caldeira, da W52-FC porto ou Parrinello, da GM Europa Ovini, tendo a decisão final sido favorável ao português.
Ao contrário do que aconteceu no domingo, na longa e plana tirada entre Reguengos de Monsaraz e Castelo Branco, os adversários de Alarcón terão a primeira oportunidade de pôr à prova o camisola amarela, com os 162,7 quilómetros da terceira etapa a mergulharem na Serra de Bornes.
O pelotão não vai andar muito até encontrar a primeira contagem de montanha do dia, uma terceira categoria em Vila Nova de Foz Côa (28,7), que antecede uma subida de igual dificuldade em Torre de Moncorvo (46,2).
Na aproximação à Serra de Bornes, onde, ao quilómetro 88,7, está instalada uma contagem de segunda categoria, os corredores vão cruzar uma meta volante em Santa Comba da Vilariça (76,8).
Antes de entrar em Bragança, o pelotão ainda vai transpor a meta volante de Macedo de Cavaleiros, aos 105,8 quilómetros. Já na cidade brigantina, há um novo "sprint" intermédio (147,5), pouco antes de os ciclistas passarem uma primeira vez pela meta, que definirá o vencedor, cerca das 17h40.
Raúl Alarcón enfrenta a etapa do nordeste transmontano com seis segundos de vantagem sobre o galego Alejandro Marque (Sporting-Tavira) e 15 sobre o português Domingos Gonçalves (RP-Boavista).
Para trás ficou uma etapa dura devido à sua extensão e calor entre Reguengos de Monsaraz e Castelo Branco e se tal não bastasse alguns ciclistas desviaram-se do percurso correto para evitarem uma queda e instalou-se a confusão.
Edgar Pinto da LA-Metalusa BlackJack foi o principal prejudicado ao ficar maltratado devido à queda tendo sofrido cortes no sobrolho e na face.
O "sprint" final discutido ao milímetro trouxe a incerteza, por alguns momentos, sobre quem seria o vencedor da "tirada" Samuel Caldeira, da W52-FC porto ou Parrinello, da GM Europa Ovini, tendo a decisão final sido favorável ao português.