Euro 2016
Futebol Internacional
Entre a Seleção e Paris há o País de Gales. Quem é o nosso oponente?
Portugal chega às meias-finais do Europeu pela quarta vez nas últimas seis edições. Depois de França, Holanda e Espanha, calhou aos portugueses defrontar o País de Gales, estreante em fases finais de Europeus. Um dos melhores ataques, liderados por Gareth Bale, com um coletivo solidário que deixa o seu melhor futebol em campo. Esta quarta-feira, Portugal pode dar um passo importante para a segunda final da sua carreira num Europeu mas a tarefa não se afigura fácil. Quem é este País de Gales, estreante e semi-finalista que vamos defrontar em Lyon?
É o último estreante em prova e começa a mostrar credenciais de que pode ser uma ameaça séria aos grandes candidatos.
Liderados por Chris Coleman, o País de Gales venceu o Grupo B, onde teve que defrontar a Eslováquia, Inglaterra e Rússia. Os galeses não apresentavam favoritismo mas boas exibições frente a eslovacos e russos levaram à liderança do grupo, depois de a Inglaterra não ter aproveitado o triunfo conseguido sobre Gales.

A equipa de Coleman dispõe-se normalmente num 3x5x2, com uma linha de três centrais que tem o apoio de dois laterais que se incluem na linha de médios e dão grande profundidade atacante à equipa galesa. Ben Davies não vai fazer parte da partida com Portugal pelo que Collins deverá ser o substituto do jogador do Tottenham.
O meio-campo é composto por três jogadores. Sem Aaron Ramsey, será Joe Allen a liderar a forças galesas no centro do campo, juntamente com Joe Ledley e uma das grandes dúvidas para esta quarta-feira. Quem vai jogar no lugar de Ramsey? Existem algumas alternativas, podendo as escolhas de Chris Coleman passar David Edwards, Andy ou Jonathan Williams. Só o início da partida poderá desfazer a dúvida.
Na frente de ataque, a velocidade de Bale e o 'trabalhador' Robson-Kanu dispensam apresentações. Um autêntico pesadelo para as defesas adversárias.

A referência indubitável deste País de Gales é Gareth Bale. Jogador do Real Madrid, já leva mais de 60 jogos pelo seu país e 22 golos marcados.
Na baliza encontra-se um jogador experiente. Wayne Hennessey, do Crystal Palace, já tem mais de seis dezenas de jogos por Gales e tem sido um dos grandes esteios da equipa galesa, ao não deixar a sua equipa sofrer muitos golos.
Na defesa, destacam-se a vivacidade e raça de Ashley Williams, capitão da seleção, o lateral Chris Gunter e Ben Davies, jogador do Tottenham Hotspur. No entanto, o defesa viu um segundo cartão amarelo frente à Bélgica e não vai poder participar na partida com Portugal.
Na linha de médios destaca-se naturalmente Aaron Ramsey, que vai estar ausente do jogo, Joe Allen e Joe Ledley. Andy King, um dos campeões deste ano da Premier League pelo Leicester, também pode ser uma das opções para jogar frente à equipa das quinas.
A frente de ataque é aquela que mais apreensão gera. Gareth Bale tem estado em excelente forma neste Europeu, tendo marcado três golos. Robson-Kanu tem ganho protagonismo pelo seu trabalho na frente de ataque e Sam Vokes é sempre um avançado temido, pela sua robustez e bom jogo aéreo.

Em termos estatísticos, o País de Gales apresenta o segundo melhor ataque da prova, com dez golos marcados, mais quatro que Portugal. Em termos de golos sofridos os galeses sofreram menos um tento e têm sido mais eficazes em termos de remates.
Os portugueses correram mais (também em virtude de dois prolongamentos) e têm menos três recuperações de bola que o País de Gales.
A posse de bola e a eficácia do passe são favoráveis à equipa portuguesa.
Liderados por Chris Coleman, o País de Gales venceu o Grupo B, onde teve que defrontar a Eslováquia, Inglaterra e Rússia. Os galeses não apresentavam favoritismo mas boas exibições frente a eslovacos e russos levaram à liderança do grupo, depois de a Inglaterra não ter aproveitado o triunfo conseguido sobre Gales.
A equipa de Coleman dispõe-se normalmente num 3x5x2, com uma linha de três centrais que tem o apoio de dois laterais que se incluem na linha de médios e dão grande profundidade atacante à equipa galesa. Ben Davies não vai fazer parte da partida com Portugal pelo que Collins deverá ser o substituto do jogador do Tottenham.
O meio-campo é composto por três jogadores. Sem Aaron Ramsey, será Joe Allen a liderar a forças galesas no centro do campo, juntamente com Joe Ledley e uma das grandes dúvidas para esta quarta-feira. Quem vai jogar no lugar de Ramsey? Existem algumas alternativas, podendo as escolhas de Chris Coleman passar David Edwards, Andy ou Jonathan Williams. Só o início da partida poderá desfazer a dúvida.
Na frente de ataque, a velocidade de Bale e o 'trabalhador' Robson-Kanu dispensam apresentações. Um autêntico pesadelo para as defesas adversárias.
A referência indubitável deste País de Gales é Gareth Bale. Jogador do Real Madrid, já leva mais de 60 jogos pelo seu país e 22 golos marcados.
Na baliza encontra-se um jogador experiente. Wayne Hennessey, do Crystal Palace, já tem mais de seis dezenas de jogos por Gales e tem sido um dos grandes esteios da equipa galesa, ao não deixar a sua equipa sofrer muitos golos.
Na defesa, destacam-se a vivacidade e raça de Ashley Williams, capitão da seleção, o lateral Chris Gunter e Ben Davies, jogador do Tottenham Hotspur. No entanto, o defesa viu um segundo cartão amarelo frente à Bélgica e não vai poder participar na partida com Portugal.
Na linha de médios destaca-se naturalmente Aaron Ramsey, que vai estar ausente do jogo, Joe Allen e Joe Ledley. Andy King, um dos campeões deste ano da Premier League pelo Leicester, também pode ser uma das opções para jogar frente à equipa das quinas.
A frente de ataque é aquela que mais apreensão gera. Gareth Bale tem estado em excelente forma neste Europeu, tendo marcado três golos. Robson-Kanu tem ganho protagonismo pelo seu trabalho na frente de ataque e Sam Vokes é sempre um avançado temido, pela sua robustez e bom jogo aéreo.
Em termos estatísticos, o País de Gales apresenta o segundo melhor ataque da prova, com dez golos marcados, mais quatro que Portugal. Em termos de golos sofridos os galeses sofreram menos um tento e têm sido mais eficazes em termos de remates.
Os portugueses correram mais (também em virtude de dois prolongamentos) e têm menos três recuperações de bola que o País de Gales.
A posse de bola e a eficácia do passe são favoráveis à equipa portuguesa.