Euro 2016
Seleção Nacional
Uma sopinha num restaurante húngaro
O único restaurante húngaro existente em Paris oferece uma sopa.
Chama-se Paprika. É o único restaurante magiar que se
encontra na capital francesa.
O proprietário é filho de pais húngaros refugiados políticos que fugiram para França nos anos 50 do século passado.
De nome Matiaz Chezko o dono do estabelecimento, situado numa zona turística de Paris, recebeu os jornalistas da Antena 1, Alexandre Afonso e Nuno Matos, falou do Euro2016, das seleções da Hungria e de Portugal e prometeu oferecer uma sopa no restaurante "La Paprika" mas só depois de consumado o apuramento de Hungria e Portugal para os oitavos de final da competição.
Matiaz sabe que o grupo F é complicado e sem hipocrisia gostava de ver as duas seleções apuradas, a Hungria em primeiro lugar e Portugal no segundo.
Como as conversas são como as cerejas o dono do restaurante falou de Renato Sanches, Cristiano Ronaldo, Nani e ainda teve tempo para revelar que já esteve em Portugal, visitou Lisboa e o Bairro Alto.
As impressões recolhidas foram as melhores e aconselha as pessoas a visitarem a capital portuguesa para se divertirem.
Um dia quer voltar a Lisboa e fez questão na presença dos jornalistas de vestir a camisola de Puskas, a maior referência do futebol húngaro.
Só falta provar a sopa, talvez quarta-feira à noite ou quinta!
O proprietário é filho de pais húngaros refugiados políticos que fugiram para França nos anos 50 do século passado.
De nome Matiaz Chezko o dono do estabelecimento, situado numa zona turística de Paris, recebeu os jornalistas da Antena 1, Alexandre Afonso e Nuno Matos, falou do Euro2016, das seleções da Hungria e de Portugal e prometeu oferecer uma sopa no restaurante "La Paprika" mas só depois de consumado o apuramento de Hungria e Portugal para os oitavos de final da competição.
Matiaz sabe que o grupo F é complicado e sem hipocrisia gostava de ver as duas seleções apuradas, a Hungria em primeiro lugar e Portugal no segundo.
Como as conversas são como as cerejas o dono do restaurante falou de Renato Sanches, Cristiano Ronaldo, Nani e ainda teve tempo para revelar que já esteve em Portugal, visitou Lisboa e o Bairro Alto.
As impressões recolhidas foram as melhores e aconselha as pessoas a visitarem a capital portuguesa para se divertirem.
Um dia quer voltar a Lisboa e fez questão na presença dos jornalistas de vestir a camisola de Puskas, a maior referência do futebol húngaro.
Só falta provar a sopa, talvez quarta-feira à noite ou quinta!