FC Porto
Apresentação de nova versão do hino do FC Porto
Os 115 anos do grémio tripeiro são pretexto para a apresentação de uma versão "clássica" do hino do clube e de um livro sobre Pinto da Costa
Uma nova versão do hino do FC Porto vai ser apresentada, quinta-feira, no Estádio do Dragão, durante o lançamento do livro "Jorge Nuno Pinto da Costa - O Portador de Alegrias", no âmbito das comemorações dos 115 anos do clube.
É uma peça, para dois pianos e uma trompa, com arranjos clássicos do pianista Luís Magalhães, que a explica como sendo "uma versão inspirada num compromisso de três ou quatro estilos, nos quais espero contar a evolução do clube no espaço temporal. É uma graça para Pinto da Costa, um apreciador e conhecedor da música clássica. Não se trata de uma tentativa de compor uma obra para os próximos milénios. O hino que temos é fantástico, durou muitos anos e há-de durar muitos mais", esclareceu, em declarações à Lusa.
A propósito da invulgar iniciativa, Luis Magalhães defende que mais clubes deveriam apoiar a música clássica em Portugal, associando-se a eventos culturais, formativos e educativos na área.
"Ambos só tinham a ganhar com uma relação mais profunda. O futebol e a música clássica são desportos de alta competição. Também aquecemos antes de entrar em palco e transpiramos, só não ganhamos o mesmo dinheiro", gracejou.
É uma peça, para dois pianos e uma trompa, com arranjos clássicos do pianista Luís Magalhães, que a explica como sendo "uma versão inspirada num compromisso de três ou quatro estilos, nos quais espero contar a evolução do clube no espaço temporal. É uma graça para Pinto da Costa, um apreciador e conhecedor da música clássica. Não se trata de uma tentativa de compor uma obra para os próximos milénios. O hino que temos é fantástico, durou muitos anos e há-de durar muitos mais", esclareceu, em declarações à Lusa.
A propósito da invulgar iniciativa, Luis Magalhães defende que mais clubes deveriam apoiar a música clássica em Portugal, associando-se a eventos culturais, formativos e educativos na área.
"Ambos só tinham a ganhar com uma relação mais profunda. O futebol e a música clássica são desportos de alta competição. Também aquecemos antes de entrar em palco e transpiramos, só não ganhamos o mesmo dinheiro", gracejou.