FC Porto
Futebol Nacional
Castores "roem" liderança dos dragões
O Paços de Ferreira pode ter dado uma ajuda preciosa ao Sporting de Braga na luta pelo primeiro lugar do Campeonato, ao travar as intenções do Futebol Clube do Porto.
O Porto não foi além de um empate a uma bola, este domingo, em Paços de Ferreira, desperdiçando o "nulo" do Benfica em Olhão, e poderá ser ultrapassado pelo Sporting de Braga na liderança da I Liga.
Os portistas chegaram à vantagem, aos 47 minutos, com um autogolo de Ricardo; depois, tiraram o pé do acelerador, acreditando ter a vitória garantida, e permitiram o golo da igualdade, aos 79, por Melgarejo.
O jogo começou num ritmo vivo, marcado por um FC Porto dominador, pressionante, que se instalou no meio-campo pacense, quase sempre à procura de Hulk, bem mais em jogo do que James Rodriguez.
O Paços de Ferreira defendia a sua posição, procurando travar as investidas portistas pelas faixas laterais e pelo meio, colocando André Leão a marcar Lucho, e a sair em rápidos contra-ataques, com Michel em plano de evidência.
Os dragões podiam ter ido para o descanso em vantagem, mas Cássio, aos 19 minutos, negou o golo a Hulk e, dois minutos depois, Janko falhou a emenda a um centro da direita do internacional brasileiro. Lucho também teve excelente ocasião.
No início da segunda parte, Fernando substituiu Defour, permitindo libertar mais Lucho na manobra dos azuis e brancos, que viriam a adiantar-se no marcador, em mais uma incursão do inevitável Hulk pela direita, concluída com um centro desfeito inadvertidamente por Ricardo para a própria baliza.
Naturalmente, os castores sentiram o golo, mas, face ao desacerto ofensivo dos dragões, foram acreditando e chegaram ao empate, aos 79 minutos, por Melgarejo, de cabeça, na sequência de um canto.
Com este resultado, o FC Porto voltou a isolar-se no comando da Liga, com
57 pontos, mais um que o Benfica e, provisoriamente, dois sobre o Sporting
de Braga, que poderá isolar-se na liderança, caso vença, segunda-feira, em casa, a Académica.
O Paços de Ferreira, por sua vez, passou a somar 25 pontos, sete acima da zona de despromoção.
Os portistas chegaram à vantagem, aos 47 minutos, com um autogolo de Ricardo; depois, tiraram o pé do acelerador, acreditando ter a vitória garantida, e permitiram o golo da igualdade, aos 79, por Melgarejo.
O jogo começou num ritmo vivo, marcado por um FC Porto dominador, pressionante, que se instalou no meio-campo pacense, quase sempre à procura de Hulk, bem mais em jogo do que James Rodriguez.
O Paços de Ferreira defendia a sua posição, procurando travar as investidas portistas pelas faixas laterais e pelo meio, colocando André Leão a marcar Lucho, e a sair em rápidos contra-ataques, com Michel em plano de evidência.
Os dragões podiam ter ido para o descanso em vantagem, mas Cássio, aos 19 minutos, negou o golo a Hulk e, dois minutos depois, Janko falhou a emenda a um centro da direita do internacional brasileiro. Lucho também teve excelente ocasião.
No início da segunda parte, Fernando substituiu Defour, permitindo libertar mais Lucho na manobra dos azuis e brancos, que viriam a adiantar-se no marcador, em mais uma incursão do inevitável Hulk pela direita, concluída com um centro desfeito inadvertidamente por Ricardo para a própria baliza.
Naturalmente, os castores sentiram o golo, mas, face ao desacerto ofensivo dos dragões, foram acreditando e chegaram ao empate, aos 79 minutos, por Melgarejo, de cabeça, na sequência de um canto.
Com este resultado, o FC Porto voltou a isolar-se no comando da Liga, com
57 pontos, mais um que o Benfica e, provisoriamente, dois sobre o Sporting
de Braga, que poderá isolar-se na liderança, caso vença, segunda-feira, em casa, a Académica.
O Paços de Ferreira, por sua vez, passou a somar 25 pontos, sete acima da zona de despromoção.