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Diogo Costa, Froholdt e Farioli agraciados na gala dos Dragões de Ouro
A equipa de futebol do FC Porto esteve na quarta-feira em destaque na 39.ª gala anual dos Dragões de Ouro, com os jogadores Diogo Costa e Victor Froholdt a receberem distinções individuais, assim como o treinador Francesco Farioli.
Quebrando um 'jejum' de três temporadas, o conjunto ‘azul e branco’ conquistou o título de campeão nacional em 2025/26 e, sem surpresas, foi distinguido com o prémio de equipa do ano.
Em cerimónia fechada à comunicação social, no Superbock Arena - Pavilhão Rosa Mota, o plantel e equipa técnica subiram ao palco para receber a principal distinção coletiva atribuída pelo clube, entregue por Estela Silva, esposa do antigo jogador e diretor do futebol Jorge Costa.
"Em nome de toda a equipa, queria agradecer ao presidente [André Villas-Boas] e à sua direção, a quem este troféu também pertence. Todos juntos fizemos um excelente trabalho para devolver o FC Porto aonde ele pertence", disse o capitão Diogo Costa, em nome do grupo, que dedicou a conquista do campeonato a Jorge Costa.
O guarda-redes discursava pela segunda vez, pouco após ser distinguido como atleta do ano, um reconhecimento por liderar a defesa menos batida da última edição da I Liga.
"Deixo um agradecimento ao nosso staff, que nos dão o melhor para lutarmos todos os dias. (...) É sempre um orgulho representar o nosso clube, região e cidade, muito obrigado", destacou, na sua primeira intervenção.
No prémio de futebolista do ano, um dos três atribuídos através da votação online dos sócios, o médio dinamarquês Victor Froholdt, eleito melhor jogador da última edição do campeonato, superou os restantes nomeados, Jan Bednarek, Jakub Kiwior e William Gomes.
"Cheguei cá um jovem tímido, mas com grandes sonhos. Isto é especial, cresci numa família onde se conquistavam as coisas através do trabalho árduo. Vou lembrar-me para sempre do momento em que conquistámos o título", contemplou.
Já Francesco Farioli, principal obreiro da conquista portista, em época de estreia no futebol português, foi um dos mais aplaudidos, aquando da sua distinção com o prémio de treinador.
"Há um ano, quando cheguei a esta gala pela primeira vez, muitos me disseram que este prémio seria nosso no ano seguinte. Aqui estamos e eu estou muito grato. Era uma competição muito renhido olhando para todos os treinadores do FC Porto que venceram este ano", constatou, apontando que o título nacional "já está no museu" e que o objetivo é repetir a façanha em 2026/27.
Mateus Mide, campeão europeu e mundial sub-17 por Portugal, que recentemente renovou contrato com os portistas, foi a 'revelação do ano', enquanto Gonçalo Alves, que já havia vencido em 2022, foi novamente o vencedor nas modalidades de pavilhão, ao liderar o hóquei em patins à vitória na Liga dos Campeões.
Entre os 19 vencedores estiveram ainda os ex-futebolistas Paulo Futre, campeão europeu com o FC Porto em 1987, e Teófilo Cubillas, lendário extremo peruano que marcou 66 golos em três épocas e meia no clube.
A cerimónia anual dos Dragões de Ouro distingue as principais figuras do universo portista e foi inaugurada em 1986, pela presidência de Jorge Nuno Pinto da Costa.
Em cerimónia fechada à comunicação social, no Superbock Arena - Pavilhão Rosa Mota, o plantel e equipa técnica subiram ao palco para receber a principal distinção coletiva atribuída pelo clube, entregue por Estela Silva, esposa do antigo jogador e diretor do futebol Jorge Costa.
"Em nome de toda a equipa, queria agradecer ao presidente [André Villas-Boas] e à sua direção, a quem este troféu também pertence. Todos juntos fizemos um excelente trabalho para devolver o FC Porto aonde ele pertence", disse o capitão Diogo Costa, em nome do grupo, que dedicou a conquista do campeonato a Jorge Costa.
O guarda-redes discursava pela segunda vez, pouco após ser distinguido como atleta do ano, um reconhecimento por liderar a defesa menos batida da última edição da I Liga.
"Deixo um agradecimento ao nosso staff, que nos dão o melhor para lutarmos todos os dias. (...) É sempre um orgulho representar o nosso clube, região e cidade, muito obrigado", destacou, na sua primeira intervenção.
No prémio de futebolista do ano, um dos três atribuídos através da votação online dos sócios, o médio dinamarquês Victor Froholdt, eleito melhor jogador da última edição do campeonato, superou os restantes nomeados, Jan Bednarek, Jakub Kiwior e William Gomes.
"Cheguei cá um jovem tímido, mas com grandes sonhos. Isto é especial, cresci numa família onde se conquistavam as coisas através do trabalho árduo. Vou lembrar-me para sempre do momento em que conquistámos o título", contemplou.
Já Francesco Farioli, principal obreiro da conquista portista, em época de estreia no futebol português, foi um dos mais aplaudidos, aquando da sua distinção com o prémio de treinador.
"Há um ano, quando cheguei a esta gala pela primeira vez, muitos me disseram que este prémio seria nosso no ano seguinte. Aqui estamos e eu estou muito grato. Era uma competição muito renhido olhando para todos os treinadores do FC Porto que venceram este ano", constatou, apontando que o título nacional "já está no museu" e que o objetivo é repetir a façanha em 2026/27.
Mateus Mide, campeão europeu e mundial sub-17 por Portugal, que recentemente renovou contrato com os portistas, foi a 'revelação do ano', enquanto Gonçalo Alves, que já havia vencido em 2022, foi novamente o vencedor nas modalidades de pavilhão, ao liderar o hóquei em patins à vitória na Liga dos Campeões.
Entre os 19 vencedores estiveram ainda os ex-futebolistas Paulo Futre, campeão europeu com o FC Porto em 1987, e Teófilo Cubillas, lendário extremo peruano que marcou 66 golos em três épocas e meia no clube.
A cerimónia anual dos Dragões de Ouro distingue as principais figuras do universo portista e foi inaugurada em 1986, pela presidência de Jorge Nuno Pinto da Costa.