FC Porto
1.ª Liga
Festa portista alastra de dentro para fora do estádio
O Estádio do Dragão celebrou de pé e com cânticos o 31.º título de campeão da principal liga portuguesa de futebol, reconquistado sábado pelo FC Porto após vitória diante do Alverca por 1-0, a duas jornadas do fim. Depois das festividades dentro de campo os adeptos portistas saíram às ruas do Porto, mas também noutros locais.
Entretanto milhares de pessoas concentraram-se junto ao Coreto, na Alameda do Dragão, no exterior do estádio, aguardando a montagem do palco por onde irão passar brevemente os novos campeões da principal liga portuguesa de futebol.
Uma banda sonora diversificada e alusiva ao FC Porto vai animando os adeptos presentes, cada vez em maior número, enquanto é montado o palco para o desfile dos campeões.
Em quase todas as ruas adjacentes ao Dragão, num raio de vários quilómetros, eram visíveis os sinais da anunciada festa portista, com bandeiras penduradas nas janelas ou ‘depositadas’ nas varandas, cachecóis nas montras e camisolas, muitas, de diferentes épocas, no corpo daqueles que avançavam a pé para o palco do que se tornaria o melhor 31 da história do FC Porto.
À porta do Dragão, enquanto uns afinavam as gargantas - entre cânticos de apoio, na sua maioria, e alguns recados aos rivais -, outros iam ‘molhando a palavra’, num ambiente de festa que ganhava volume com a aproximação de um ou outro carro mais decorado, ou a identificação pelos adeptos de figuras do clube mais mediáticas.

Dentro e fora do estádio celebrou-se o golo do Famalicão no empate 2-2 com o Benfica, mas o momento serviu mais como aperitivo aos momentos seguintes ao apito inicial de David Rafael Silva.
Super Dragões e Coletivo, isoladamente ou em conjunto, foram puxando pelos presentes, mas o Dragão só acordou verdadeiramente quando Bednarek adiantou o FC Porto, de cabeça, aos 41 minutos.
Pouco depois, fechava o primeiro tempo e o estádio despediu-se dos jogadores aos saltos e a cantar uma só voz: “Eu quero o Porto campeão!”
Esta e vários outros temas foram entoados no segundo tempo pelos adeptos, que não esqueceram Frederico Varandas, presidente do Sporting, e, pela positiva, Jorge Nuno Pinto da Costa.
Uma banda sonora diversificada e alusiva ao FC Porto vai animando os adeptos presentes, cada vez em maior número, enquanto é montado o palco para o desfile dos campeões.
À porta do Dragão, enquanto uns afinavam as gargantas - entre cânticos de apoio, na sua maioria, e alguns recados aos rivais -, outros iam ‘molhando a palavra’, num ambiente de festa que ganhava volume com a aproximação de um ou outro carro mais decorado, ou a identificação pelos adeptos de figuras do clube mais mediáticas.
Dentro e fora do estádio celebrou-se o golo do Famalicão no empate 2-2 com o Benfica, mas o momento serviu mais como aperitivo aos momentos seguintes ao apito inicial de David Rafael Silva.
Super Dragões e Coletivo, isoladamente ou em conjunto, foram puxando pelos presentes, mas o Dragão só acordou verdadeiramente quando Bednarek adiantou o FC Porto, de cabeça, aos 41 minutos.
Pouco depois, fechava o primeiro tempo e o estádio despediu-se dos jogadores aos saltos e a cantar uma só voz: “Eu quero o Porto campeão!”
Esta e vários outros temas foram entoados no segundo tempo pelos adeptos, que não esqueceram Frederico Varandas, presidente do Sporting, e, pela positiva, Jorge Nuno Pinto da Costa.
“O campeão voltou” foi o que mais se ouviu nos minutos finais do jogo com o Alverca, dando o mote a uma festa que se celebra dentro e fora do estádio.
Também o Marquês de Pombal em Lisboa foi invadido por adeptos "azuis e brancos".
Antes desta invasão pacifica do coração da cidade a Casa do FC Porto em Lisboa foi ‘pequena’ para as centenas de adeptos do clube que acorreram para celebrar o 31.º título de campeão português de futebol, com a festa a prolongar-se pelas ruas.
Conhecidos como ‘Dragões de Lisboa’, a casa na Avenida da República, situada bem no centro da capital, abriu as portas a partir das 16:00 e ainda faltava muito tempo para o encontro, às 20:30, quando muitas pessoas já não puderam entrar.
Conhecidos como ‘Dragões de Lisboa’, a casa na Avenida da República, situada bem no centro da capital, abriu as portas a partir das 16:00 e ainda faltava muito tempo para o encontro, às 20:30, quando muitas pessoas já não puderam entrar.
Sete pessoas feridas nos festejos por atropelamento em São João da Madeira. Duas são crianças
Poucos minutos após o final da partida no Estádio do Dragão, as celebrações foram marcadas por um acidente em São João da Madeira. De acordo com o Jornal de Notícias um automóvel perdeu o controlo após uma colisão com outro veículo, subiu o passeio na rua João de Deus e atingiu um grupo de adeptos.
Sete pessoas, incluindo duas crianças, ficaram feridas, obrigando à mobilização de meios de emergência e à intervenção da PSP no local.
Fonte da PSP disse à agência Lusa que nenhum dos feridos apresenta ferimentos graves.
Este acidente deveu-se a uma colisão de duas viaturas e uma delas foi embater contra os adeptos, que festejavam a 31.ª conquista do campeonato nacional de futebol pelo FCP.
No local estão 32 operacionais com 14 viaturas, segundo a Proteçao Civil.
Fonte dos Bombeiros Voluntários de São João da Madeira disse à Lusa que “um despiste de um veículo causou depois um atropelamento” no seio dos festejos da conquista do 31.º campeonato português da história do FC Porto, no centro do concelho,
O alerta foi dado às 22:52, a que responderam corporações de bombeiros de São João da Madeira, Arrifana e Fajões, além do INEM.
Este acidente deveu-se a uma colisão de duas viaturas e uma delas foi embater contra os adeptos, que festejavam a 31.ª conquista do campeonato nacional de futebol pelo FCP.
No local estão 32 operacionais com 14 viaturas, segundo a Proteçao Civil.
Fonte dos Bombeiros Voluntários de São João da Madeira disse à Lusa que “um despiste de um veículo causou depois um atropelamento” no seio dos festejos da conquista do 31.º campeonato português da história do FC Porto, no centro do concelho,
O alerta foi dado às 22:52, a que responderam corporações de bombeiros de São João da Madeira, Arrifana e Fajões, além do INEM.
Conquista do título 'leva às ruas' os adeptos dos 'dragões'
A conquista do 31.º título de campeão português de futebol pelo FC Porto ‘levou às ruas’, pouco depois do apito final do árbitro, centenas de adeptos ‘azuis e brancos’, um pouco por todo o país.
Em Évora cerca de 30 adeptos dos ‘dragões’ concentraram-se nas Portas de Avis, uma das principais entradas do centro histórico desta cidade alentejana, entoando cânticos alusivos ao clube portista, constatou a agência Lusa no local.
"Sou, Super Dragão eu sou, para todo o lado eu vou, só para te ver ganhar", foi um dos cânticos entoados pelo grupo, que incluía algumas crianças.

Mas não só... ainda no distrito de Évora, mas em Viana do Alentejo, pouco depois das 22:30, quando o jogo terminou, ouviram-se algumas buzinadelas de automóveis e gritos.

Em Portalegre, a Lusa percorreu várias artérias da cidade e, pelo menos nas zonas mais centrais, não encontrou festejos, ainda que, aqui e ali, soassem à distância buzinadelas esporádicas de automóveis.
Já em Beja, no certame agropecuário Ovibeja, que por estes dias tem reunidos milhares de pessoas, diariamente, a conquista do campeonato de futebol pelo FC Porto, aparentemente, passou despercebida.
Por entre os muitos visitantes da feira, grande parte a aguardar o concerto da banda Átoa ou a animação de mais uma ‘ovinoite’, a Lusa não vislumbrou qualquer adepto com uma camisola ou cachecol alusivos ao clube portista, nem ouviu gritos de festejos.
A conquista do 31.º título de campeão português de futebol pelo FC Porto ‘levou às ruas’, pouco depois do apito final do árbitro, centenas de adeptos ‘azuis e brancos’, um pouco por todo o país.
Em Évora cerca de 30 adeptos dos ‘dragões’ concentraram-se nas Portas de Avis, uma das principais entradas do centro histórico desta cidade alentejana, entoando cânticos alusivos ao clube portista, constatou a agência Lusa no local.
"Sou, Super Dragão eu sou, para todo o lado eu vou, só para te ver ganhar", foi um dos cânticos entoados pelo grupo, que incluía algumas crianças.
Mas não só... ainda no distrito de Évora, mas em Viana do Alentejo, pouco depois das 22:30, quando o jogo terminou, ouviram-se algumas buzinadelas de automóveis e gritos.
Em Portalegre, a Lusa percorreu várias artérias da cidade e, pelo menos nas zonas mais centrais, não encontrou festejos, ainda que, aqui e ali, soassem à distância buzinadelas esporádicas de automóveis.
Já em Beja, no certame agropecuário Ovibeja, que por estes dias tem reunidos milhares de pessoas, diariamente, a conquista do campeonato de futebol pelo FC Porto, aparentemente, passou despercebida.
Por entre os muitos visitantes da feira, grande parte a aguardar o concerto da banda Átoa ou a animação de mais uma ‘ovinoite’, a Lusa não vislumbrou qualquer adepto com uma camisola ou cachecol alusivos ao clube portista, nem ouviu gritos de festejos.
Também em Ponta Delgada os adeptos do FC Porto invadiram hoje as Portas da Cidade, para celebrar a conquista do campeonato de futebol, formando um mar de bandeiras e cachecóis que pintou a cidade açoriana de azul e branco.
Em Coimbra, a conquista do 31.º campeonato do Futebol Clube do Porto, celebrou-se na Praça da República, na alta da cidade.
Também em Famalicão, cidade do clube que hoje recebeu o Benfica, centenas de adeptos dos ‘dragões’ juntaram-se junto a recinto, cerca de uma hora depois da comitiva do Benfica ter deixado o local.
Festa do FC Porto cruza-se com Serenata e deixa Aliados em modo de “ensaio geral”
A consagração do FC Porto como campeão nacional foi hoje celebrada de forma atípica na cidade Invicta, com os festejos nos Aliados condicionados pela realização da tradicional Serenata da Queima das Fitas, que levou a uma convivência invulgar entre adeptos e estudantes na Baixa.
Sem celebração oficial no centro da cidade — reservada para a última jornada da I Liga — e com a equipa a assinalar o título apenas no Estádio do Dragão, foram ainda assim muitos os adeptos que fizeram questão de passar pela Avenida dos Aliados, mantendo viva uma tradição que, para muitos, define o verdadeiro momento de festa.
“Um título não é um título se não for festejado nos Aliados, nem que seja de passagem”, afirmou à Lusa um adepto portista, envolto num cachecol azul e branco, junto à estátua de D. Pedro IV, numa noite em que a festa teve contornos diferentes do habitual.
A coincidência com a Serenata trouxe uma atmosfera singular ao coração da cidade, onde as capas negras dos estudantes se confundiram com as camisolas e bandeiras do clube, criando um ambiente partilhado entre a celebração académica e o entusiasmo desportivo.
“Hoje há aqui duas emoções diferentes, mas que acabam por se cruzar. Estamos a viver a Serenata, mas também não conseguimos ficar indiferentes ao título”, explicou Maria Luísa, uma estudante, sublinhando o caráter “especial” da noite.
Apesar das limitações logísticas e do ambiente mais contido, grupos de adeptos foram-se reunindo ao longo da noite nos Aliados, entoando cânticos e registando o momento, numa espécie de celebração simbólica, com a expectativa já voltada para a festa maior.
“A festa a sério vai ser no fim do campeonato, quando a equipa vier aqui. Hoje é mais um aperitivo”, referiu João Lemos, outro adepto portista.
Também noutras zonas da cidade se fizeram sentir sinais de celebração. Na zona da Constituição, junto ao polo do Dragon Force, o ambiente foi marcado pela passagem constante de automóveis, com buzinas a ecoarem em sinal de comemoração, bandeiras à janela e manifestações espontâneas de alegria.
Sem o habitual mar humano nos Aliados, a noite ficou marcada por uma festa repartida e adaptada às circunstâncias, numa convivência rara entre tradição académica e fervor futebolístico, que serviu de antecâmara para a celebração oficial que encerrará a temporada.
A consagração do FC Porto como campeão nacional foi hoje celebrada de forma atípica na cidade Invicta, com os festejos nos Aliados condicionados pela realização da tradicional Serenata da Queima das Fitas, que levou a uma convivência invulgar entre adeptos e estudantes na Baixa.
Sem celebração oficial no centro da cidade — reservada para a última jornada da I Liga — e com a equipa a assinalar o título apenas no Estádio do Dragão, foram ainda assim muitos os adeptos que fizeram questão de passar pela Avenida dos Aliados, mantendo viva uma tradição que, para muitos, define o verdadeiro momento de festa.
“Um título não é um título se não for festejado nos Aliados, nem que seja de passagem”, afirmou à Lusa um adepto portista, envolto num cachecol azul e branco, junto à estátua de D. Pedro IV, numa noite em que a festa teve contornos diferentes do habitual.
A coincidência com a Serenata trouxe uma atmosfera singular ao coração da cidade, onde as capas negras dos estudantes se confundiram com as camisolas e bandeiras do clube, criando um ambiente partilhado entre a celebração académica e o entusiasmo desportivo.
“Hoje há aqui duas emoções diferentes, mas que acabam por se cruzar. Estamos a viver a Serenata, mas também não conseguimos ficar indiferentes ao título”, explicou Maria Luísa, uma estudante, sublinhando o caráter “especial” da noite.
Apesar das limitações logísticas e do ambiente mais contido, grupos de adeptos foram-se reunindo ao longo da noite nos Aliados, entoando cânticos e registando o momento, numa espécie de celebração simbólica, com a expectativa já voltada para a festa maior.
“A festa a sério vai ser no fim do campeonato, quando a equipa vier aqui. Hoje é mais um aperitivo”, referiu João Lemos, outro adepto portista.
Também noutras zonas da cidade se fizeram sentir sinais de celebração. Na zona da Constituição, junto ao polo do Dragon Force, o ambiente foi marcado pela passagem constante de automóveis, com buzinas a ecoarem em sinal de comemoração, bandeiras à janela e manifestações espontâneas de alegria.
Sem o habitual mar humano nos Aliados, a noite ficou marcada por uma festa repartida e adaptada às circunstâncias, numa convivência rara entre tradição académica e fervor futebolístico, que serviu de antecâmara para a celebração oficial que encerrará a temporada.
c/Lusa