FC Porto
Jesualdo Ferreira optimista perante "histórico" do futebol espanhol
O treinador do FC Porto, Jesualdo Ferreira, manifestou-se esta segunda-feira optimista perante o desafio de terça-feira contra o Atlético de Madrid, "um histórico do futebol espanhol", afirmando que o ambiente esperado ajudará a motivar ainda mais os jogadores.
"Estamos preparados para o jogo. Com a vida desportiva deste jogadores e do FC Porto, os ambientes difíceis e com muito espectadores motivam-nos mais, obrigam-nos a um maior estado de alerta", disse em Madrid.
"Acima de tudo, o ambiente num jogo destes é um acrescimento de vibração e que trás, em grande parte das vezes, melhor rendimento. Tem sido assim e estou seguro que será assim", afirmou.
Jesualdo Ferreira falava aos jornalistas no estádio Vicente Calderon, de Madrid, onde na terça-feira o Porto defronta o Atlético de Madrid na primeira-mão dos oitavos-de-final da Liga dos Campeões.
Reconhecendo que o Atlético de Madrid tem menos experiência internacional que o FC Porto, o treinador português disse que há jogadores nas duas equipas com "muita experiência internacional.
Considerou ainda que não se pode comparar os jogos da Liga dos Campeões com o comportamento das equipas nos respectivos campeonato nacionais, e que o "bom momento" do Porto não coloca a equipa como "favorita" face ao Atlético de Madrid, "que não está a a ter um campeonato tão bom".
"Estamos a discutir uma eliminatória com uma grande equipa, um histórico do futebol espanhol. Queremos muito passar e todos nós, os jogadores, treinadores, administração e adeptos queremos passar e vamos fazer tudo para o conseguir", disse.
Questionado pelos jornalistas sobre eventuais alterações no Atlético depois da mudança de treinador, Jesualdo Ferreira reconheceu que esse pode ser "um factor surpresa" que represente "alterações na forma como o Atlético joga".
O mesmo ocorre, em sentido inverso, com o facto do novo treinador da equipa espanhola não conhecer tão bem o FC Porto.
"Mas quem decide estes jogos são os jogadores, a partir do momento em que as estratégicas sejam traçadas. Já conversámos com os jogadores e a aposta e na unidade de pensamento e de execução", disse.
Ainda assim, explicou, o FC Porto está preparado para eventuais "adaptações" que tenham que ser feitas mediante alterações do Atlético.
Ao mesmo tempo considerou que desde o último desafio da Liga dos Campeões, há três meses, Jesualdo disse haver mais confiança e coesão entre os jogadores, numa evolução natural ao longo do ano.
Questionado sobre comentários críticos de Paulo Assunção relativamente à equipa portuguesa, afirmou que o ex-jogador portista, agora do Atlético de Madrid, "apenas cumpriu o seu papel de defender a sua equipa".
"Acho que ele não conhece a equipa actual do Porto. Mas fez o seu papel, defendeu a sua equipa actual e talvez tenha sido algo pressionado. Nós também gostamos de pressão", disse.
Perguntado sobre se está "cansado" de ficar pelos oitavos-de-final, Jesualdo Ferreira disse que nos últimos dois anos, e depois de épocas de qualificação "muito boas", o Porto teve "duas experiências desagradáveis e dolorosas, com o Chelsea e contra Schalke".
"Quando se chega a esta altura, com as 16 melhores equipas da Europa a discutir uma passagem para as oito melhores, os adversários são cada vez mais fortes. Mas todos queremos muito passar", afirmou.
"Acima de tudo, o ambiente num jogo destes é um acrescimento de vibração e que trás, em grande parte das vezes, melhor rendimento. Tem sido assim e estou seguro que será assim", afirmou.
Jesualdo Ferreira falava aos jornalistas no estádio Vicente Calderon, de Madrid, onde na terça-feira o Porto defronta o Atlético de Madrid na primeira-mão dos oitavos-de-final da Liga dos Campeões.
Reconhecendo que o Atlético de Madrid tem menos experiência internacional que o FC Porto, o treinador português disse que há jogadores nas duas equipas com "muita experiência internacional.
Considerou ainda que não se pode comparar os jogos da Liga dos Campeões com o comportamento das equipas nos respectivos campeonato nacionais, e que o "bom momento" do Porto não coloca a equipa como "favorita" face ao Atlético de Madrid, "que não está a a ter um campeonato tão bom".
"Estamos a discutir uma eliminatória com uma grande equipa, um histórico do futebol espanhol. Queremos muito passar e todos nós, os jogadores, treinadores, administração e adeptos queremos passar e vamos fazer tudo para o conseguir", disse.
Questionado pelos jornalistas sobre eventuais alterações no Atlético depois da mudança de treinador, Jesualdo Ferreira reconheceu que esse pode ser "um factor surpresa" que represente "alterações na forma como o Atlético joga".
O mesmo ocorre, em sentido inverso, com o facto do novo treinador da equipa espanhola não conhecer tão bem o FC Porto.
"Mas quem decide estes jogos são os jogadores, a partir do momento em que as estratégicas sejam traçadas. Já conversámos com os jogadores e a aposta e na unidade de pensamento e de execução", disse.
Ainda assim, explicou, o FC Porto está preparado para eventuais "adaptações" que tenham que ser feitas mediante alterações do Atlético.
Ao mesmo tempo considerou que desde o último desafio da Liga dos Campeões, há três meses, Jesualdo disse haver mais confiança e coesão entre os jogadores, numa evolução natural ao longo do ano.
Questionado sobre comentários críticos de Paulo Assunção relativamente à equipa portuguesa, afirmou que o ex-jogador portista, agora do Atlético de Madrid, "apenas cumpriu o seu papel de defender a sua equipa".
"Acho que ele não conhece a equipa actual do Porto. Mas fez o seu papel, defendeu a sua equipa actual e talvez tenha sido algo pressionado. Nós também gostamos de pressão", disse.
Perguntado sobre se está "cansado" de ficar pelos oitavos-de-final, Jesualdo Ferreira disse que nos últimos dois anos, e depois de épocas de qualificação "muito boas", o Porto teve "duas experiências desagradáveis e dolorosas, com o Chelsea e contra Schalke".
"Quando se chega a esta altura, com as 16 melhores equipas da Europa a discutir uma passagem para as oito melhores, os adversários são cada vez mais fortes. Mas todos queremos muito passar", afirmou.