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GP Inglaterra: Hamilton Vence em Casa
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Lewis Hamilton largou de 6º na grelha de partida para conquistar a vitória do GP de Inglaterra, aproveitando ao máximo o abandono do seu arqui-rival no mundial, Nico Rosberg que viu hoje a Caixa de velocidades do W05 ceder e a obriga-lo ao primeiro abandono do ano.
Lewis venceu pela 2ª vez na carreira em Silverstone, onde triunfara em 2008 também. E com a 27ª vitória iguala o número de sucessos que Jackie Stewart teve em pista.
O 50º GP disputado em Silverstone, foi uma tarde emotiva.

No arranque, Jenson Button, aproveitou uma largada menos boa de Vettel para apanhar o 2º lugar atrás de Rosberg que da pole saiu fácil para o comando da corrida.

Lewis Hamilton também ganhou posições, vindo de 6º para 4º. Mas logo a corrida foi interrompida, com um despiste do Ferrari de Kimi Raikkonen. O finlandês perdeu o controlo do F14 T batendo forte no rail e sendo atirado de novo para a pista...onde veio encontrar na passagem Felipe Massa no seu Williams. O brasileiro evitou o choque frontal, virando o volante mas acertando lateralmente no Ferrari.

O toque levou também ao abandono de Massa, que corria em Silverstone o seu 200º GP de carreira. Os danos na suspensão do Williams não permitiram mais.

Raikkonen foi levado ao centro médico, onde se confirmou apenas um problema ligeiro num tornozelo. O impacto foi de 47 G's. Raikkonen e Massa tiveram a sorte também do seu lado.

A corrida recomeçou quase uma hora depois (para reparar barreira danificada), atrás do safety car.
No recomeço, Rosberg segurou o comando, seguido de ambos os McLaren, de Button e Magnussen. Mas cedo, Hamilton deixou os Macs para trás. E colou-se em 2º lugar atrás do seu colega de equipa e adversário no mundial.
E Rosberg liderou a corrida, fazendo até melhor no 1º pit stop, onde trocou para o composto mais duro de corrida. Hamilton durante metade da corrida até que um problema da caixa de velocidades do Mercedes o obrigou a abandonar. O que tinha já acontecido na temporada a Hamilton (no Canadá) acabou agora por bater à porta do alemão. Ele não desistia há 18 corridas, desde o GP da Hungria do ano passado.

Hamilton aproveitou, foi para a frente e sem adversário à altura capitalizou no número máximo de pontos, um dia depois de ter estado quase no inferno com o erro obtido na qualificação e que o atirou para o 6º lugar na grelha.
Mas Hamilton não é o único que se pode orgulhar de uma boa corrida. Quem com ele terminou no pódio não pode deixar de se felicitar.
A começar por Valtteri Bottas que fez a sua melhor corrida de sempre, terminando pela 2ª vez no pódio e alcançando pela 1ª vez um 2º lugar em corrida.
O finlandês começou a corrida em 14º. Naquela volta em que Raikkonen se acidentou, ganhou 5 posições e no recomeço do GP começou de 9º para numa série de ultrapassagens no braço, passar um a um, toda a concorrência. Uma estratégia onde se destacam na condução, o baixo consumo de combustível em relação à concorrência, uma gestão incrível também do composto médio.

Bottas deixa a ideia que também Massa, não tivesse sido apanhado no incidente de Kimi Raikkonen, poderia ter feito uma corrida a visar o pódio do GP.
Daniel Ricciardo foi o 3º colocado. Saindo de 8º na grelha, perdeu duelos em pista frente a Bottas, frente a Alonso, por exemplo, mas no deve e haver, fez um turno de 37 voltas com o composto médio e in extremis fechou no pódio, já muito pressionado por Jenson Button. Mais uma volta e Button teria alcançado o pódio, o que seria magnífico (Jenson é um azarado na sua carreira sempre que corre em casa, desta vez esteve quase a obter o Top3, mas não deixou de ser uma bela corrida).
Mas o que aconteceu de mais extraordinário no GP?
Um "chega para lá" de Esteban Gutierrz a Pastor Maldonado, que acabou com o venezuelano pelo ar mas o abandono do mexicano, logo a seguir.

Mas em particular, o duelo entre dois campeões do mundo. Fernando Alonso e Sebastian Vettel envolveram-se na fase final da corrida, num espetáculo que deve ser visto por todos os amantes da F1.
Mais no início, Alonso foi a par de Bottas, o homem que mais posições ganhou em pista. Ultrapassando para entrar no Top10 os Toro Rosso, depois Ricciardo, Hulkenberg, Vettel, os McLaren até.

Mas o espanhol tinha queimado a largada, arrancando antes do tempo e a Direção de Corrida com acesso às imagens, decidiu impor uma penalização de 5 segundos de stop & go ao espanhol, quando ele fosse ao pit stop. Assim aconteceu. E depois de sair da sua passagem nas boxes, Alonso encontrou Vettel para iniciar um duelo fantástico. Dois homens quenão tiram o pé, que aproveitam cada milímetro da pista (e fora dela) para vencer. Mesmo que não seja o GP, pelo menos vencer o duelo que no caso era apenas para o 5º lugar.

Uma questão de honra desportiva. Mas que mostrou a garra de 2 pilotos com problemas de competitividade dos seus carros, mas sem problemas de talento.
Uma ultrapassagem no limite do esforço e da confiança de Alonso a Vettel, a capacidade nobre de defesa do espanhol, a usar o carro para impedir os vários ataques do atual campeão. Vettel a queixar-se que alonso defendia numa das curvas da pista indo totalmente fora da pista. E depois Sebastian tirando tudo o que tinha e não tinha, para ir buscar a posição a Fernando, num mergulho em Luffield quase idêntico de resposta e de grande confiança.
Que espetáculo e que entrega, de ambos os pilotos.
Magnussen, Hulkenberg, Kvyat e Vergne concluíram o Top 10.
CLASSIFICAÇÃO FINAL GP DE INGLATERRA

No mundial, Rosberg tem 165 pontos, Hamilton 161, Ricciardo 98, Alonso 87, Bottas 73, Vettel 70, Hulkenberg 63. A diferença está nos 4 pontos entre ambos. Em Hockenheim, a história deste campeonato ao rubro, continua.
Nos construtores, a Mercedes líder com 326 pontos. Depois a Red Bull 168, Ferrari 106, Williams 103, Force India 91, McLaren 90
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Lewis Hamilton largou de 6º na grelha de partida para conquistar a vitória do GP de Inglaterra, aproveitando ao máximo o abandono do seu arqui-rival no mundial, Nico Rosberg que viu hoje a Caixa de velocidades do W05 ceder e a obriga-lo ao primeiro abandono do ano.
Lewis venceu pela 2ª vez na carreira em Silverstone, onde triunfara em 2008 também. E com a 27ª vitória iguala o número de sucessos que Jackie Stewart teve em pista.
O 50º GP disputado em Silverstone, foi uma tarde emotiva.
No arranque, Jenson Button, aproveitou uma largada menos boa de Vettel para apanhar o 2º lugar atrás de Rosberg que da pole saiu fácil para o comando da corrida.
Lewis Hamilton também ganhou posições, vindo de 6º para 4º. Mas logo a corrida foi interrompida, com um despiste do Ferrari de Kimi Raikkonen. O finlandês perdeu o controlo do F14 T batendo forte no rail e sendo atirado de novo para a pista...onde veio encontrar na passagem Felipe Massa no seu Williams. O brasileiro evitou o choque frontal, virando o volante mas acertando lateralmente no Ferrari.
O toque levou também ao abandono de Massa, que corria em Silverstone o seu 200º GP de carreira. Os danos na suspensão do Williams não permitiram mais.
Raikkonen foi levado ao centro médico, onde se confirmou apenas um problema ligeiro num tornozelo. O impacto foi de 47 G's. Raikkonen e Massa tiveram a sorte também do seu lado.
A corrida recomeçou quase uma hora depois (para reparar barreira danificada), atrás do safety car.
No recomeço, Rosberg segurou o comando, seguido de ambos os McLaren, de Button e Magnussen. Mas cedo, Hamilton deixou os Macs para trás. E colou-se em 2º lugar atrás do seu colega de equipa e adversário no mundial.
E Rosberg liderou a corrida, fazendo até melhor no 1º pit stop, onde trocou para o composto mais duro de corrida. Hamilton durante metade da corrida até que um problema da caixa de velocidades do Mercedes o obrigou a abandonar. O que tinha já acontecido na temporada a Hamilton (no Canadá) acabou agora por bater à porta do alemão. Ele não desistia há 18 corridas, desde o GP da Hungria do ano passado.
Hamilton aproveitou, foi para a frente e sem adversário à altura capitalizou no número máximo de pontos, um dia depois de ter estado quase no inferno com o erro obtido na qualificação e que o atirou para o 6º lugar na grelha.
Mas Hamilton não é o único que se pode orgulhar de uma boa corrida. Quem com ele terminou no pódio não pode deixar de se felicitar.
A começar por Valtteri Bottas que fez a sua melhor corrida de sempre, terminando pela 2ª vez no pódio e alcançando pela 1ª vez um 2º lugar em corrida.
O finlandês começou a corrida em 14º. Naquela volta em que Raikkonen se acidentou, ganhou 5 posições e no recomeço do GP começou de 9º para numa série de ultrapassagens no braço, passar um a um, toda a concorrência. Uma estratégia onde se destacam na condução, o baixo consumo de combustível em relação à concorrência, uma gestão incrível também do composto médio.
Bottas deixa a ideia que também Massa, não tivesse sido apanhado no incidente de Kimi Raikkonen, poderia ter feito uma corrida a visar o pódio do GP.
Daniel Ricciardo foi o 3º colocado. Saindo de 8º na grelha, perdeu duelos em pista frente a Bottas, frente a Alonso, por exemplo, mas no deve e haver, fez um turno de 37 voltas com o composto médio e in extremis fechou no pódio, já muito pressionado por Jenson Button. Mais uma volta e Button teria alcançado o pódio, o que seria magnífico (Jenson é um azarado na sua carreira sempre que corre em casa, desta vez esteve quase a obter o Top3, mas não deixou de ser uma bela corrida).
Mas o que aconteceu de mais extraordinário no GP?
Um "chega para lá" de Esteban Gutierrz a Pastor Maldonado, que acabou com o venezuelano pelo ar mas o abandono do mexicano, logo a seguir.
Mas em particular, o duelo entre dois campeões do mundo. Fernando Alonso e Sebastian Vettel envolveram-se na fase final da corrida, num espetáculo que deve ser visto por todos os amantes da F1.
Mais no início, Alonso foi a par de Bottas, o homem que mais posições ganhou em pista. Ultrapassando para entrar no Top10 os Toro Rosso, depois Ricciardo, Hulkenberg, Vettel, os McLaren até.
Mas o espanhol tinha queimado a largada, arrancando antes do tempo e a Direção de Corrida com acesso às imagens, decidiu impor uma penalização de 5 segundos de stop & go ao espanhol, quando ele fosse ao pit stop. Assim aconteceu. E depois de sair da sua passagem nas boxes, Alonso encontrou Vettel para iniciar um duelo fantástico. Dois homens quenão tiram o pé, que aproveitam cada milímetro da pista (e fora dela) para vencer. Mesmo que não seja o GP, pelo menos vencer o duelo que no caso era apenas para o 5º lugar.
Uma questão de honra desportiva. Mas que mostrou a garra de 2 pilotos com problemas de competitividade dos seus carros, mas sem problemas de talento.
Uma ultrapassagem no limite do esforço e da confiança de Alonso a Vettel, a capacidade nobre de defesa do espanhol, a usar o carro para impedir os vários ataques do atual campeão. Vettel a queixar-se que alonso defendia numa das curvas da pista indo totalmente fora da pista. E depois Sebastian tirando tudo o que tinha e não tinha, para ir buscar a posição a Fernando, num mergulho em Luffield quase idêntico de resposta e de grande confiança.
Que espetáculo e que entrega, de ambos os pilotos.
Magnussen, Hulkenberg, Kvyat e Vergne concluíram o Top 10.
CLASSIFICAÇÃO FINAL GP DE INGLATERRA
| 1. | Lewis Hamilton | Mercedes GP | 2h26m52.094s | |
| 2. | Valtteri Bottas | Williams-Mercedes | +30.135 | |
| 3. | Daniel Ricciardo | Red Bull-Renault | +46.495 | |
| 4. | Jenson Button | McLaren-Mercedes | +47.390 | |
| 5. | Sebastian Vettel | Red Bull-Renault | +53.864 | |
| 6. | Fernando Alonso | Ferrari | +59.946 | |
| 7. | Kevin Magnussen | McLaren-Mercedes | +1m02.563 | |
| 8. | Nico Hulkenberg | Force India-Mercedes | +1m28.692 | |
| 9. | Daniil Kvyat | Toro Rosso-Renault | +1m29.340 | |
| 10. | Jean-Eric Vergne | Toro Rosso-Renault | +1 volta | |
| 11. | Sergio Perez | Force India-Mercedes | +1 volta | |
| 12. | Romain Grosjean | Lotus-Renault | +1 volta | |
| 13. | Adrian Sutil | Sauber-Ferrari | +1 volta | |
| 14. | Jules Bianchi | Marussia-Ferrari | +1 volta | |
| 15. | Kamui Kobayashi | Caterham-Renault | +2 voltas | |
| 16. | Max Chilton | Marussia-Ferrari | +2 voltas | |
| 17. | Pastor Maldonado | Lotus-Renault | +3 voltas | |
|
Nico Rosberg | Mercedes GP | Caixa Veloc | |
| D | Marcus Ericsson | Caterham-Renault | Suspensão | |
| D | Esteban Gutierrez | Sauber-Ferrari | Chassis Danif | |
| D | Felipe Massa | Williams-Mercedes | Acidente | |
| D | Kimi Raikkonen | Ferrari | Acidente | |
| MELHOR VOLTA | ||||
| Lewis Hamilton | Mercedes GP | 1:37.176 | ||
No mundial, Rosberg tem 165 pontos, Hamilton 161, Ricciardo 98, Alonso 87, Bottas 73, Vettel 70, Hulkenberg 63. A diferença está nos 4 pontos entre ambos. Em Hockenheim, a história deste campeonato ao rubro, continua.
Nos construtores, a Mercedes líder com 326 pontos. Depois a Red Bull 168, Ferrari 106, Williams 103, Force India 91, McLaren 90