Atlético de Madrid recusa oferta de 150 ME do Real Madrid por Julián Álvarez

Atlético de Madrid recusa oferta de 150 ME do Real Madrid por Julián Álvarez

O Real Madrid apresentou uma proposta de 150 milhões de euros (ME) pelo futebolista argentino Julián Álvarez, que foi rejeitada pelo rival Atlético de Madrid, revelaram hoje em comunicado os 'merengues'.

Lusa /
Guillermo Martinez - AFP

"O Real Madrid informa que, após a reunião da Junta Diretiva realizada hoje, apresentou uma oferta de 150 milhões de euros ao Atlético de Madrid pelos direitos federativos do jogador Julián Álvarez. Após avaliá-la e considerá-la, o Atlético de Madrid agradeceu a oferta realizada, efetuada no âmbito das boas relações existentes entre ambos os clubes, e recusou-a remetendo-se à cláusula de rescisão do jogador", detalhou o 'colosso' espanhol.

Segundo as notícias que circulam em Espanha, a cláusula de rescisão do campeão do mundo pela Argentina, que está há duas épocas nos 'colchoneros', está fixada nos 500 ME.

O clube liderado por Florentino Pérez, reeleito no ato eleitoral do passado domingo, deverá voltar a ser treinado pelo português José Mourinho, que comandou o Benfica na última temporada.

O Benfica informou na quinta-feira a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) que recebeu da parte da candidatura de Florentino Pérez a “firme intenção” de contratar o português caso vencesse as eleições para a presidência do Real Madrid, o que veio a acontecer.

“A contratação será realizada pelo valor de €15.000.000, correspondente à cláusula de rescisão do contrato de trabalho desportivo em vigor”, precisou o clube lisboeta ao regulador do mercado, pouco antes das eleições do Real Madrid, realizadas no domingo, nas quais Florentino Pérez foi reeleito presidente, vencendo a oposição de Enrique Riquelme.

Benfica e José Mourinho – que mantém contrato com os ‘encarnados’ até 2027 - tinham uma cláusula de rescisão de qualquer das partes até 10 dias úteis após o último jogo oficial da equipa em 2025/26, no valor de sete milhões, mas expirada essa data a saída do treinador português, por vontade do próprio, obrigaria ao pagamento de 15 ME.

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