Futebol Internacional
Barcelona vence Real Madrid e conquista o bicampeonato
O FC Barcelona revalidou o título espanhol a três jornadas do fim da Liga, o que é tão revelador da superioridade dos catalães como da desordem que grassa no rival Real Madrid.
A precisar de apenas um empate na receção ao rival Real Madrid, que vinha de uma semana com vários casos disciplinares, os catalães conseguiram chegar rapidamente aos 2-0, resultado com que terminou a partida, com os golos do inglês Marcus Rashford, aos nove minutos, e de Ferran Torres, aos 18, festejando assim pela primeira vez a conquista de um título num 'El Clásico', feito alcançado apenas uma vez anteriormente, pelos 'merengues', em 1932.
A caminhada vitoriosa dos catalães na época 2025/26, que culminou na conquista do 29.º título de campeão espanhol, foi efetuada sob a direção do treinador alemão Hansi Flick, de 61 anos, tal como na época passada, e com o contributo de um jogador português, o defesa internacional João Cancelo, emprestado pelos sauditas do Al Hilal em janeiro.
Flick, cujo pai morreu poucas horas antes do início do jogo, encontrou na ‘cantera’ do Barcelona o músculo que a debilidade financeira do clube impediu que procurasse no mercado de transferências e o sucesso recente do ‘Barça’ deve-se em grande parte aos jovens provenientes dos escalões de formação, como o defesa Cubarsí, os médios Gavi e Fermín López (Pedri foi contratado também muito jovem), e, acima de todos, o avançado Lamine Yamal.
Aos 18 anos, Yamal é já um dos melhores futebolistas da atualidade, formando com o brasileiro Raphinha e Ferrán Torres (cada vez mais o sucessor do veterano goleador polaco Robert Lewandowski) o temível trio de ataque de uma equipa que já concretizou 91 golos no campeonato, mais 21 do que o Real Madrid.
Historicamente, o Barcelona demonstrou sempre maior ímpeto ofensivo do que preocupação defensiva, mas isso não impede a formação ‘culé’ de apresentar a melhor defesa da competição, com 31 golos sofridos, para a qual contribuiu decisivamente o guarda-redes Joan Garcia, a contratação mais cara da temporada, proveniente do Espanyol, por 25 milhões de euros.
O Barcelona ganhou 30 dos 35 jogos disputados até hoje na Liga espanhola, tendo empatado um e perdido quatro (todos fora de casa), contra apenas 23 triunfos do Real Madrid, que continua a ser o recordista de títulos, com 36, apesar de o domínio do clube da capital se ter esbatido no século XXI (nove contra 13 dos ‘blaugrana’).
O Real Madrid até protagonizou um bom arranque no campeonato e, quando aumentou para cinco pontos a vantagem na liderança sobre o Barcelona, graças ao triunfo por 2-1 na receção ao rival da Catalunha, à passagem da 10.ª jornada, Xabi Alonso parecia ser o homem certo no lugar certo, capaz de recolocar o clube na rota dos êxitos.
A equipa orientada por Hansi Flick recuperou o comando da prova pouco depois, à 14.ª ronda, a meio de uma sequência de nove vitórias consecutivas, apesar de os ‘merengues’ se terem mantido sempre por perto e, na 20.ª, quando o ‘Barça’ voltou a ceder, no estádio da Real Sociedad, também por 2-1, ficaram a apenas um ponto de distância.
O Real Madrid reassumiu mesmo o topo da classificação na 24.ª jornada, aproveitando um novo desaire do Barcelona por 2-1, desta vez na visita ao Girona, mas devolveu-o na ronda seguinte aos catalães, que não voltaram a fraquejar, iniciando uma série de 10 triunfos seguidos, à medida que o rival se atrasava, semana após semana, até a matemática tornar impossível qualquer recuperação.
A caminhada vitoriosa dos catalães na época 2025/26, que culminou na conquista do 29.º título de campeão espanhol, foi efetuada sob a direção do treinador alemão Hansi Flick, de 61 anos, tal como na época passada, e com o contributo de um jogador português, o defesa internacional João Cancelo, emprestado pelos sauditas do Al Hilal em janeiro.
Flick, cujo pai morreu poucas horas antes do início do jogo, encontrou na ‘cantera’ do Barcelona o músculo que a debilidade financeira do clube impediu que procurasse no mercado de transferências e o sucesso recente do ‘Barça’ deve-se em grande parte aos jovens provenientes dos escalões de formação, como o defesa Cubarsí, os médios Gavi e Fermín López (Pedri foi contratado também muito jovem), e, acima de todos, o avançado Lamine Yamal.
Aos 18 anos, Yamal é já um dos melhores futebolistas da atualidade, formando com o brasileiro Raphinha e Ferrán Torres (cada vez mais o sucessor do veterano goleador polaco Robert Lewandowski) o temível trio de ataque de uma equipa que já concretizou 91 golos no campeonato, mais 21 do que o Real Madrid.
Historicamente, o Barcelona demonstrou sempre maior ímpeto ofensivo do que preocupação defensiva, mas isso não impede a formação ‘culé’ de apresentar a melhor defesa da competição, com 31 golos sofridos, para a qual contribuiu decisivamente o guarda-redes Joan Garcia, a contratação mais cara da temporada, proveniente do Espanyol, por 25 milhões de euros.
O Barcelona ganhou 30 dos 35 jogos disputados até hoje na Liga espanhola, tendo empatado um e perdido quatro (todos fora de casa), contra apenas 23 triunfos do Real Madrid, que continua a ser o recordista de títulos, com 36, apesar de o domínio do clube da capital se ter esbatido no século XXI (nove contra 13 dos ‘blaugrana’).
O Real Madrid até protagonizou um bom arranque no campeonato e, quando aumentou para cinco pontos a vantagem na liderança sobre o Barcelona, graças ao triunfo por 2-1 na receção ao rival da Catalunha, à passagem da 10.ª jornada, Xabi Alonso parecia ser o homem certo no lugar certo, capaz de recolocar o clube na rota dos êxitos.
A equipa orientada por Hansi Flick recuperou o comando da prova pouco depois, à 14.ª ronda, a meio de uma sequência de nove vitórias consecutivas, apesar de os ‘merengues’ se terem mantido sempre por perto e, na 20.ª, quando o ‘Barça’ voltou a ceder, no estádio da Real Sociedad, também por 2-1, ficaram a apenas um ponto de distância.
O Real Madrid reassumiu mesmo o topo da classificação na 24.ª jornada, aproveitando um novo desaire do Barcelona por 2-1, desta vez na visita ao Girona, mas devolveu-o na ronda seguinte aos catalães, que não voltaram a fraquejar, iniciando uma série de 10 triunfos seguidos, à medida que o rival se atrasava, semana após semana, até a matemática tornar impossível qualquer recuperação.
(Com Lusa)