Futebol Internacional
Bernardo Silva confirmado no Real Madrid
O futebolista internacional português Bernardo Silva, que encerrou um percurso de nove anos no Manchester City, assinou contrato de duas temporadas com o Real Madrid, até 30 de junho de 2028, anunciou o clube espanhol.
“O Real Madrid e Bernardo Silva alcançaram um acordo para que seja jogador do Real Madrid nas próximas duas temporadas, até 30 de junho de 2028”, lê-se numa nota publicada no sítio da Internet dos ‘merengues’, que vão ser treinados por José Mourinho, recentemente contratado ao Benfica.
Atualmente ao serviço da seleção portuguesa que vai disputar o Mundial2026, Bernardo Silva, que completa 32 anos em agosto, cumpriu nove épocas no City, somando 459 jogos e 76 golos desde que o emblema inglês o contratou ao Mónaco, em 2017, por 40 milhões de euros.
Neste período, conquistou 19 troféus pelos ‘citizens’, com destaque para os seis títulos da Premier League, inclusive o inédito ‘tetra’ do futebol inglês (2021 a 2024), e a primeira e única Liga dos Campeões da história do clube (2022/23).
Festejou ainda cinco Taças da Liga inglesa, três Taças de Inglaterra, três Supertaças inglesas e um Mundial de clubes.
Formado no Benfica, clube ao qual chegou com sete anos e no qual passou por todos os escalões, acabou por somar somente 31 minutos divididos por três jogos oficiais na equipa principal, antes de rumar ao Mónaco, em 2014/15.
Nos monegascos passou três épocas e conquistou um título de campeão francês, sob o comando de Leonardo Jardim, num percurso que o catapultou para o emblema inglês.
Na última temporada, Bernardo Silva foi promovido a capitão de equipa do City, contribuindo com três golos em 53 partidas.
O internacional português é o segundo reforço do Real Madrid para a próxima temporada, depois de já ter sido anunciada a chegada do lateral esquerdo espanhol Marc Cucurella, contratado ao Chelsea, por cerca de 50 milhões de euros.
Atualmente ao serviço da seleção portuguesa que vai disputar o Mundial2026, Bernardo Silva, que completa 32 anos em agosto, cumpriu nove épocas no City, somando 459 jogos e 76 golos desde que o emblema inglês o contratou ao Mónaco, em 2017, por 40 milhões de euros.
Neste período, conquistou 19 troféus pelos ‘citizens’, com destaque para os seis títulos da Premier League, inclusive o inédito ‘tetra’ do futebol inglês (2021 a 2024), e a primeira e única Liga dos Campeões da história do clube (2022/23).
Festejou ainda cinco Taças da Liga inglesa, três Taças de Inglaterra, três Supertaças inglesas e um Mundial de clubes.
Formado no Benfica, clube ao qual chegou com sete anos e no qual passou por todos os escalões, acabou por somar somente 31 minutos divididos por três jogos oficiais na equipa principal, antes de rumar ao Mónaco, em 2014/15.
Nos monegascos passou três épocas e conquistou um título de campeão francês, sob o comando de Leonardo Jardim, num percurso que o catapultou para o emblema inglês.
Na última temporada, Bernardo Silva foi promovido a capitão de equipa do City, contribuindo com três golos em 53 partidas.
O internacional português é o segundo reforço do Real Madrid para a próxima temporada, depois de já ter sido anunciada a chegada do lateral esquerdo espanhol Marc Cucurella, contratado ao Chelsea, por cerca de 50 milhões de euros.
O oitavo luso do Real
Bernardo Silva torna-se no oitavo futebolista português a representar o Real Madrid, oito anos depois de Cristiano Ronaldo ter trocado um percurso brilhante nos ‘merengues’ pela aventura italiana na Juventus.
Carlos Secretário foi o pioneiro português no Real Madrid, sucedendo-lhe Luís Figo, Pepe, Cristiano Ronaldo, Ricardo Carvalho, Pedro Mendes, que disputou apenas um jogo, e Fábio Coentrão. Ou seja, desde o lateral esquerdo, transferido do Benfica em 2011/12, o clube ‘merengue’ não voltou a contratar um futebolista luso, passaram-se 15 anos.
O também lateral Secretário deixou o FC Porto para rumar a Madrid em 1996/97, mas nunca se afirmou na capital espanhola: apesar de ter conquistado o título de campeão, realizou somente 17 partidas, antes de regressar ao emblema portuense na temporada seguinte para não mais sair de Portugal.
Após cinco anos de idolatria no FC Barcelona, Luís Figo surpreendeu tudo e todos ao transferir-se para o rival Real Madrid, em 2000, para ser o primeiro dos ‘galáticos’ de Florentino Pérez, numa mudança que ainda hoje dá que falar e que até originou, há um par de anos, um documentário numa conhecida plataforma de ‘streaming’.
Até 2005, quando rumou ao Inter Milão, realizou 245 jogos e marcou 57 golos pelos ‘blancos’, com os quais arrecadou duas Ligas espanholas, uma Liga dos Campeões, um Supertaça Europeia e uma Taça Intercontinental, entre outros troféus.
Dois anos volvidos, em 2007, o Real Madrid pagou 30 milhões de euros ao FC Porto pelo central Pepe, que passou uma década a representar os ‘merengues’, num total de 334 partidas, conquistando tudo o que havia para conquistar: título espanhol (três), Taça do Rei (duas), Supertaça de Espanha (duas), Liga dos Campeões (três), Supertaça Europeia (uma), Mundial de clubes (dois) e Taça Intercontinental (uma).
Durante os 10 anos em Madrid, Pepe cruzou-se com os restantes compatriotas que foram chegando aos madridistas, o primeiro dos quais Cristiano Ronaldo, que em 2009 chegou proveniente do Manchester United e se tornou o maior ‘artilheiro’ da história do clube até sair para a Juventus, em 2018.
Além dos 450 golos em 438 encontros pelo Real Madrid, o capitão da seleção portuguesa contribuiu para quatro dos sete títulos de campeão europeu que os ‘blancos’ conquistaram neste século, mas, em sentido inverso, venceu apenas duas Ligas espanholas, a primeira das quais já na companhia de Ricardo Carvalho e Fábio Coentrão, que se juntaram ao plantel nos dois anos seguintes à sua chegada.
Enquanto o central, chegado do Chelsea em 2010/11, fez 77 jogos em três temporadas, o lateral esquerdo que foi resgatado ao Benfica em 2011/12 cumpriu cerca de 100 partidas em sete anos de ligação, embora tenha sido cedido ao Mónaco, pelo meio, e ao Sporting no derradeiro ano de contrato.
O também lateral Secretário deixou o FC Porto para rumar a Madrid em 1996/97, mas nunca se afirmou na capital espanhola: apesar de ter conquistado o título de campeão, realizou somente 17 partidas, antes de regressar ao emblema portuense na temporada seguinte para não mais sair de Portugal.
Após cinco anos de idolatria no FC Barcelona, Luís Figo surpreendeu tudo e todos ao transferir-se para o rival Real Madrid, em 2000, para ser o primeiro dos ‘galáticos’ de Florentino Pérez, numa mudança que ainda hoje dá que falar e que até originou, há um par de anos, um documentário numa conhecida plataforma de ‘streaming’.
Até 2005, quando rumou ao Inter Milão, realizou 245 jogos e marcou 57 golos pelos ‘blancos’, com os quais arrecadou duas Ligas espanholas, uma Liga dos Campeões, um Supertaça Europeia e uma Taça Intercontinental, entre outros troféus.
Dois anos volvidos, em 2007, o Real Madrid pagou 30 milhões de euros ao FC Porto pelo central Pepe, que passou uma década a representar os ‘merengues’, num total de 334 partidas, conquistando tudo o que havia para conquistar: título espanhol (três), Taça do Rei (duas), Supertaça de Espanha (duas), Liga dos Campeões (três), Supertaça Europeia (uma), Mundial de clubes (dois) e Taça Intercontinental (uma).
Durante os 10 anos em Madrid, Pepe cruzou-se com os restantes compatriotas que foram chegando aos madridistas, o primeiro dos quais Cristiano Ronaldo, que em 2009 chegou proveniente do Manchester United e se tornou o maior ‘artilheiro’ da história do clube até sair para a Juventus, em 2018.
Além dos 450 golos em 438 encontros pelo Real Madrid, o capitão da seleção portuguesa contribuiu para quatro dos sete títulos de campeão europeu que os ‘blancos’ conquistaram neste século, mas, em sentido inverso, venceu apenas duas Ligas espanholas, a primeira das quais já na companhia de Ricardo Carvalho e Fábio Coentrão, que se juntaram ao plantel nos dois anos seguintes à sua chegada.
Enquanto o central, chegado do Chelsea em 2010/11, fez 77 jogos em três temporadas, o lateral esquerdo que foi resgatado ao Benfica em 2011/12 cumpriu cerca de 100 partidas em sete anos de ligação, embora tenha sido cedido ao Mónaco, pelo meio, e ao Sporting no derradeiro ano de contrato.
(Com Lusa)