Futebol Internacional
Blatter e Platini suspensos por oito anos de toda a atividade
Joseph Blatter e Michel Platini suspensos por oito anos.
Joseph Blatter, presidente da FIFA desde 1998, e Michel Platini, que lidera a UEFA desde 2007, foram suspensos por oito anos de toda a atividade ligada ao futebol, indicou esta segunda-feira a justiça interna do órgão máximo da modalidade a nível mundial.
A decisão do comité de justiça surge na sequência do caso do polémico pagamento de 1,8 milhões de euros que Baltter terá feito a Platini.
Os dois dirigentes podem ainda recorrer para a FIFA e para o Tribunal Arbitral do Desporto (TAS).
O calendário possível para os recursos coloca, contudo, em risco a possibilidade de Platini poder levar por diante a candidatura à presidência da FIFA a 26 de fevereiro.
Hans-Joachim Eckert, juiz alemão que presidiu ao comité, ignorou os argumentos de Platini e Blatter de que o pagamento de dois milhões de francos suíços (cerca de 1,8 milhões de euros) fora legítimo, noticiou a agência AFP.
Os dois homens já estavam suspensos desde 8 de outubro, quando foram punidos com 90 dias de castigo.
Escândalo despoletado em maio
A FIFA foi abalada por um escândalo de corrupção em maio, a dois dias da reeleição de Joseph Blatter como presidente do organismo máximo do futebol mundial, num processo aberto pela justiça dos Estados Unidos e que levou à acusação de 14 dirigentes e ex-dirigentes.
No início de junho, Blatter apresentou a demissão, abrindo o caminho para novas eleições, que foram marcadas para 26 de fevereiro de 2016.
A 25 de setembro, o Ministério Público suíço instaurou um processo criminal a Blatter, que foi interrogado na qualidade de arguido, por suspeita de gestão danosa, apropriação indevida de fundos e abuso de confiança.
A 8 de outubro, Blatter, o secretário-geral da FIFA, o francês Jérôme Valcke, e Michel Platini, foram suspensos provisoriamente por 90 dias pelo Comité de Ética da FIFA, por implicação no escândalo de corrupção que atingiu a instituição.
Na base das suspensões estão os inquéritos que decorrem no próprio órgão da FIFA, ainda que vários outros responsáveis do organismo mundial estejam também a ser investigados pelas autoridades suíças e norte-americanas.
A decisão do comité de justiça surge na sequência do caso do polémico pagamento de 1,8 milhões de euros que Baltter terá feito a Platini.
Os dois dirigentes podem ainda recorrer para a FIFA e para o Tribunal Arbitral do Desporto (TAS).
O calendário possível para os recursos coloca, contudo, em risco a possibilidade de Platini poder levar por diante a candidatura à presidência da FIFA a 26 de fevereiro.
Hans-Joachim Eckert, juiz alemão que presidiu ao comité, ignorou os argumentos de Platini e Blatter de que o pagamento de dois milhões de francos suíços (cerca de 1,8 milhões de euros) fora legítimo, noticiou a agência AFP.
Os dois homens já estavam suspensos desde 8 de outubro, quando foram punidos com 90 dias de castigo.
Escândalo despoletado em maio
A FIFA foi abalada por um escândalo de corrupção em maio, a dois dias da reeleição de Joseph Blatter como presidente do organismo máximo do futebol mundial, num processo aberto pela justiça dos Estados Unidos e que levou à acusação de 14 dirigentes e ex-dirigentes.
No início de junho, Blatter apresentou a demissão, abrindo o caminho para novas eleições, que foram marcadas para 26 de fevereiro de 2016.
A 25 de setembro, o Ministério Público suíço instaurou um processo criminal a Blatter, que foi interrogado na qualidade de arguido, por suspeita de gestão danosa, apropriação indevida de fundos e abuso de confiança.
A 8 de outubro, Blatter, o secretário-geral da FIFA, o francês Jérôme Valcke, e Michel Platini, foram suspensos provisoriamente por 90 dias pelo Comité de Ética da FIFA, por implicação no escândalo de corrupção que atingiu a instituição.
Na base das suspensões estão os inquéritos que decorrem no próprio órgão da FIFA, ainda que vários outros responsáveis do organismo mundial estejam também a ser investigados pelas autoridades suíças e norte-americanas.