Futebol Internacional
CAN2025: Tribunal Arbitral confirma recurso do Senegal contra atribuição do título a Marrocos
O Tribunal Arbitral do Desporto (TAS) confirmou hoje ter recebido um recurso da Federação Senegalesa de Futebol (FSF) contra a decisão da Confederação Africana (CAF) de atribuir a vitória a Marrocos na Taça das Nações Africanas2025.
Em comunicado, a instância sediada em Lausana explicou que a FSF pretende a anulação da decisão da CAF de 17 de março, na qual declarou a derrota do Senegal por desistência (3-0) e coroou Marrocos como campeão africano.
A polémica remonta à final disputada em Rabat, em 18 de janeiro. Na altura, o encontro entre Marrocos e Senegal registava uma igualdade 0-0 em cima do final do tempo regulamentar, quando os jogadores senegaleses abandonaram o recinto em protesto contra uma grande penalidade assinalada a favor da seleção anfitriã.
Depois de alguns minutos, e muito por insistência de Sadio Mané, a seleção do Senegal voltou, mas o avançado Brahim Díaz falhou a grande penalidade, pelo que o jogo foi para prolongamento, que acabou favorável aos senegaleses, depois de Pape Gueye ter anotado o único golo do encontro, aos 94 minutos.
Depois de inicialmente ter confirmado o título para os senegaleses, a CAF decidiu no pasado dia 17 de março reverter a decisão e atribuir a derrota (3-0) na secretaria ao Senegal, entregando o título aos marroquinos.
"O TAS está perfeitamente equipado para resolver este tipo de litígios com a ajuda de árbitros especializados e independentes", afirmou o diretor-geral do tribunal, Matthieu Reeb, assegurando que o processo será conduzido "no mais curto prazo", embora sem antecipar datas para uma audiência final.
Além da anulação do veredito, a federação senegalesa solicitou a suspensão do prazo para apresentar a fundamentação do recurso, alegando que a CAF apenas notificou o Senegal do veredito e não dos fundamentos completos da decisão.
Será agora nomeada uma instância arbitral para analisar o caso, seguindo-se o cumprimento dos prazos processuais de 20 dias para alegações e respostas das partes envolvidas.
A polémica remonta à final disputada em Rabat, em 18 de janeiro. Na altura, o encontro entre Marrocos e Senegal registava uma igualdade 0-0 em cima do final do tempo regulamentar, quando os jogadores senegaleses abandonaram o recinto em protesto contra uma grande penalidade assinalada a favor da seleção anfitriã.
Depois de alguns minutos, e muito por insistência de Sadio Mané, a seleção do Senegal voltou, mas o avançado Brahim Díaz falhou a grande penalidade, pelo que o jogo foi para prolongamento, que acabou favorável aos senegaleses, depois de Pape Gueye ter anotado o único golo do encontro, aos 94 minutos.
Depois de inicialmente ter confirmado o título para os senegaleses, a CAF decidiu no pasado dia 17 de março reverter a decisão e atribuir a derrota (3-0) na secretaria ao Senegal, entregando o título aos marroquinos.
"O TAS está perfeitamente equipado para resolver este tipo de litígios com a ajuda de árbitros especializados e independentes", afirmou o diretor-geral do tribunal, Matthieu Reeb, assegurando que o processo será conduzido "no mais curto prazo", embora sem antecipar datas para uma audiência final.
Além da anulação do veredito, a federação senegalesa solicitou a suspensão do prazo para apresentar a fundamentação do recurso, alegando que a CAF apenas notificou o Senegal do veredito e não dos fundamentos completos da decisão.
Será agora nomeada uma instância arbitral para analisar o caso, seguindo-se o cumprimento dos prazos processuais de 20 dias para alegações e respostas das partes envolvidas.