Futebol Internacional
Deschamps "escolhe" Zidane para selecionador francês
O selecionador francês de futebol, Didier Deschamps, considerou que Zinedine Zidane será “um candidato muito bom” e “natural” à sua sucessão em 2026, quando deixar os "bleus" após o Campeonato do Mundo.
Numa entrevista conjunta aos jornais L'Équipe, Le Figaro e Le Parisien, publicada esta sexta-feira, Deschamps não quis adiantar se vai deixar o futebol após o Mundial2026, por “haver várias possibilidades”, deixando a sua opinião sobre a eventual contratação de Zidane, seu antigo companheiro de equipa na seleção gaulesa e na Juventus.
“‘Zizou’ é um candidato muito bom, natural e, acrescentaria, esperado. Mas não sei se terá vontade”, assumiu Deschamps, de 56 anos, e que está à frente da seleção francesa desde 2012, levando-a à conquista do Mundial2018 e da Liga das Nações de 2022.
Sobre a sua decisão de deixar a seleção, Deschamps reforçou que o Mundial2026, que se vai disputar nos Estados Unidos, no México e no Canadá, era o limite que tinha fixado para se manter ao comando dos "bleus", os quais lidera desde há mais de uma década, desde 2012.
“Todas as coisas têm um fim. E a seleção francesa é algo muito bom, porque representa 25 anos da minha vida profissional. Quando junto as minhas duas vidas (jogador e treinador), são muitos anos”, disse o antigo médio, campeão do mundo como jogador em 1998.
“‘Zizou’ é um candidato muito bom, natural e, acrescentaria, esperado. Mas não sei se terá vontade”, assumiu Deschamps, de 56 anos, e que está à frente da seleção francesa desde 2012, levando-a à conquista do Mundial2018 e da Liga das Nações de 2022.
Sobre a sua decisão de deixar a seleção, Deschamps reforçou que o Mundial2026, que se vai disputar nos Estados Unidos, no México e no Canadá, era o limite que tinha fixado para se manter ao comando dos "bleus", os quais lidera desde há mais de uma década, desde 2012.
“Todas as coisas têm um fim. E a seleção francesa é algo muito bom, porque representa 25 anos da minha vida profissional. Quando junto as minhas duas vidas (jogador e treinador), são muitos anos”, disse o antigo médio, campeão do mundo como jogador em 1998.