Futebol Internacional
Dono do Milan exige reação imediata a Ruben Amorim
Numa reunião de emergência realizada por videochamada na última quinta-feira, Gerry Cardinale, proprietário do AC Milan, confrontou diretamente o treinador português Ruben Amorim. Em cima da mesa estiveram duras cobranças sobre a recente quebra de rendimento da equipa e a exigência de uma reviravolta já no próximo jogo frente ao Lecce.
A derrota caseira por 2-0 frente ao Benfica, na estreia da Liga Europa, foi a gota de água que fez transbordar o copo da paciência da direção rossonera. Este desaire estendeu para três a sequência de jogos consecutivos sem vencer, após os empates sem brilho do Milan contra a Juventus e a Lazio, acendendo os alarmes em San Siro.
Voto de confiança
Apesar da forte pressão exercida nesta cimeira de crise, a estrutura do AC Milan optou por manter o voto de confiança no treinador português. O cenário de demissão está, para já, totalmente afastado da agenda da direção, que prefere dar estabilidade a Ruben Amorim para retificar a trajetória da equipa.
O técnico português continua a segurar as rédeas do colosso italiano, mas sabe que a margem de erro esgotou-se. O teste de fogo frente ao Lecce ditará se o Milan recupera o rumo ou se a crise se instala definitivamente na Lombardia.
Apesar da forte pressão exercida nesta cimeira de crise, a estrutura do AC Milan optou por manter o voto de confiança no treinador português. O cenário de demissão está, para já, totalmente afastado da agenda da direção, que prefere dar estabilidade a Ruben Amorim para retificar a trajetória da equipa.
O técnico português continua a segurar as rédeas do colosso italiano, mas sabe que a margem de erro esgotou-se. O teste de fogo frente ao Lecce ditará se o Milan recupera o rumo ou se a crise se instala definitivamente na Lombardia.
Menos invenções, mais titulares
Segundo fontes próximas do clube, Cardinale não escondeu o descontentamento e pediu explicações detalhadas sobre a aparente perda de identidade coletiva da equipa. O líder do fundo RedBird exigiu o fim de "experiências táticas" excessivas e pediu o regresso imediato dos jogadores titulares ao onze inicial, apontando o dedo à atual fragilidade defensiva.
O ultimato tem data e hora marcadas, este domingo, diante do Lecce. O proprietário norte-americano definiu o encontro em San Siro como crucial e de "vitória obrigatória", não só para acalmar a crescente contestação dos adeptos, mas também para devolver a tranquilidade a um balneário visivelmente abalado.
O peso dos 163 milhões de euros
Durante a chamada, Cardinale fez questão de lembrar o esforço financeiro do último defeso, sublinhando o investimento recorde de 163,7 milhões de euros em reforços. A administração exige agora uma gestão muito mais inteligente e eficaz do plantel, especialmente tendo em conta o calendário asfixiante que se avizinha em outubro, onde o Milan terá de disputar sete jogos num curto espaço de 20 dias.
Outro dos pontos quentes da conversa prendeu-se com as recentes declarações de Amorim à Sky Sport. O técnico português tinha criticado publicamente a exibição do coletivo e sugerido que o plantel ainda não estava totalmente moldado às suas ideias de jogo, palavras que não caíram bem na alta roda de Milão e que mereceram um pedido de esclarecimento por parte do patrão do clube.
Segundo fontes próximas do clube, Cardinale não escondeu o descontentamento e pediu explicações detalhadas sobre a aparente perda de identidade coletiva da equipa. O líder do fundo RedBird exigiu o fim de "experiências táticas" excessivas e pediu o regresso imediato dos jogadores titulares ao onze inicial, apontando o dedo à atual fragilidade defensiva.
O ultimato tem data e hora marcadas, este domingo, diante do Lecce. O proprietário norte-americano definiu o encontro em San Siro como crucial e de "vitória obrigatória", não só para acalmar a crescente contestação dos adeptos, mas também para devolver a tranquilidade a um balneário visivelmente abalado.
O peso dos 163 milhões de euros
Durante a chamada, Cardinale fez questão de lembrar o esforço financeiro do último defeso, sublinhando o investimento recorde de 163,7 milhões de euros em reforços. A administração exige agora uma gestão muito mais inteligente e eficaz do plantel, especialmente tendo em conta o calendário asfixiante que se avizinha em outubro, onde o Milan terá de disputar sete jogos num curto espaço de 20 dias.
Outro dos pontos quentes da conversa prendeu-se com as recentes declarações de Amorim à Sky Sport. O técnico português tinha criticado publicamente a exibição do coletivo e sugerido que o plantel ainda não estava totalmente moldado às suas ideias de jogo, palavras que não caíram bem na alta roda de Milão e que mereceram um pedido de esclarecimento por parte do patrão do clube.