Futebol Internacional
Mundial 2026
Espanha empata com Egito, Japão vence Inglaterra
A campeã europeia Espanha empatou 0-0 na receção ao Egito, em jogo particular de preparação para o Mundial2026, marcado por cânticos xenófobos, enquanto a Inglaterra perdeu em casa frente ao Japão (1-0).
Nos arredores de Barcelona, onde não atuavam há quatro anos e tiveram lotação esgotada, os espanhóis não conseguiram desfeitear os africanos, que terminaram em inferioridade numérica, por expulsão de Hamdi Fathy.
Em vários momentos da partida, alguns adeptos locais entoaram cânticos xenófobos, ao gritarem “quem não salta é muçulmano”, já depois de terem assobiado o hino do Egito na cerimónia protocolar antes do apito inicial.
A Espanha, campeã em 2010, integra o Grupo H do Mundial2026, a par do Uruguai, vencedor em 1930 e 1950, que empatou com a Argélia em Turim (0-0), da Arábia Saudita, derrotada pela Sérvia (2-1), e do estreante Cabo Verde.
Maxi Araújo, do bicampeão português Sporting, atuou quase a tempo inteiro pelos uruguaios, ao passo que Andreas Schjelderup, do Benfica, foi suplente utilizado na igualdade da Noruega na receção à Suíça (0-0).
De volta às fases finais de Mundiais ao fim de 28 anos, os escandinavos defrontarão na ‘poule’ I a França, campeã em 1998 e 2018 e ‘vice’ em 2022, o Senegal, triunfante em casa sobre a Gâmbia (3-1), e o vencedor de um dos play-offs intercontinentais, decidido hoje entre Iraque e Bolívia.
Já os helvéticos aparecem no Grupo B, com o coanfitrião Canadá, o Qatar e a Bósnia-Herzegovina, apurada hoje no play-off europeu, ao afastar no desempate por penáltis a tetracampeã Itália, ausente da fase final da maior competição internacional de seleções pela quinta vez, e terceira seguida.
A ‘poule’ L é formada por Croácia, Gana, que despediu o selecionador Otto Addo nas últimas horas, Panamá, vitorioso em novo particular disputado na África do Sul (2-1), e Inglaterra, surpreendida em Wembley pelo Japão (1-0).
Um golo de Kaoru Mitoma, avançado dos ingleses do Brighton, garantiu uma inédita vitória nipónica ao quarto desafio diante da seleção dos ‘três leões’, campeã do mundo em 1966 e invencível desde junho de 2025.
No Grupo F, o Japão encontrará a Tunísia, a Suécia, após ultrapassar a Polónia no play-off europeu, e os Países Baixos, que empataram em casa com o Equador (1-1), alinhando quase 80 minutos reduzidos a 10 unidades.
Os equatorianos estão na ‘poule’ E, ao lado da tetracampeã Alemanha, do debutante Curaçau, goleado na Austrália (5-1) para um dos torneios particulares das FIFA Series, e da Escócia, derrotada em casa pela Costa do Marfim (1-0).
Ousmane Diomande, do Sporting, e Ghislain Konan, do Gil Vicente, foram titulares pelos costa-marfinenses, cujo banco de suplentes teve Seko Fofana, do FC Porto.
Os escoceses são ladeados no Grupo C pelo Brasil, único pentacampeão do mundo e totalista em fases finais (23), pelo Haiti, que empatou em Toronto com a Islândia (1-1), e por Marrocos, triunfante em Lens sobre o Paraguai (2-1), duas semanas depois de ser declarado campeão africano.
Os paraguaios surgem na ‘poule’ D, na companhia dos coanfitriões Estados Unidos, adversários de Portugal em Atlanta a partir das 00:07 de quarta-feira (em Lisboa), da Austrália e da Turquia, que superou o Kosovo no play-off europeu.
Adversária no Grupo J da Argélia e da bicampeã sul-americana Argentina, três vezes campeã do mundo e detentora do troféu, a estreante Jordânia empatou em Antalya com a Nigéria (2-2), enquanto a Áustria ganhou em casa à Coreia do Sul (1-0), tendo utilizado o suplente Florian Grillitsch, do Sporting de Braga.
Os sul-coreanos estão na ‘poule’ A, em conjunto com o coanfitrião México, a África do Sul e a República Checa, ‘carrasca’ da Dinamarca no play-off europeu, através dos penáltis.
Egito, Bélgica e Nova Zelândia fazem parte do Grupo G, tal como o Irão, triunfante sobre a Costa Rica (5-0), num embate disputado sem adeptos em Antalya e sob olhar do presidente da FIFA, o ítalo-suíço Gianni Infantino, em plena guerra do país asiático com os Estados Unidos e Israel.
A 23.ª edição do Campeonato do Mundo realiza-se de 11 de junho a 19 de julho e conta pela primeira vez com 48 seleções, incluindo Portugal, numa inédita organização tripartida entre Canadá, México e Estados Unidos.
De fora da fase final está a Guiné-Bissau, que empatou no Burkina Faso (1-1), três dias depois de ter sido goleada pelo mesmo adversário (5-0).
Em vários momentos da partida, alguns adeptos locais entoaram cânticos xenófobos, ao gritarem “quem não salta é muçulmano”, já depois de terem assobiado o hino do Egito na cerimónia protocolar antes do apito inicial.
A Espanha, campeã em 2010, integra o Grupo H do Mundial2026, a par do Uruguai, vencedor em 1930 e 1950, que empatou com a Argélia em Turim (0-0), da Arábia Saudita, derrotada pela Sérvia (2-1), e do estreante Cabo Verde.
Maxi Araújo, do bicampeão português Sporting, atuou quase a tempo inteiro pelos uruguaios, ao passo que Andreas Schjelderup, do Benfica, foi suplente utilizado na igualdade da Noruega na receção à Suíça (0-0).
De volta às fases finais de Mundiais ao fim de 28 anos, os escandinavos defrontarão na ‘poule’ I a França, campeã em 1998 e 2018 e ‘vice’ em 2022, o Senegal, triunfante em casa sobre a Gâmbia (3-1), e o vencedor de um dos play-offs intercontinentais, decidido hoje entre Iraque e Bolívia.
Já os helvéticos aparecem no Grupo B, com o coanfitrião Canadá, o Qatar e a Bósnia-Herzegovina, apurada hoje no play-off europeu, ao afastar no desempate por penáltis a tetracampeã Itália, ausente da fase final da maior competição internacional de seleções pela quinta vez, e terceira seguida.
A ‘poule’ L é formada por Croácia, Gana, que despediu o selecionador Otto Addo nas últimas horas, Panamá, vitorioso em novo particular disputado na África do Sul (2-1), e Inglaterra, surpreendida em Wembley pelo Japão (1-0).
Um golo de Kaoru Mitoma, avançado dos ingleses do Brighton, garantiu uma inédita vitória nipónica ao quarto desafio diante da seleção dos ‘três leões’, campeã do mundo em 1966 e invencível desde junho de 2025.
No Grupo F, o Japão encontrará a Tunísia, a Suécia, após ultrapassar a Polónia no play-off europeu, e os Países Baixos, que empataram em casa com o Equador (1-1), alinhando quase 80 minutos reduzidos a 10 unidades.
Os equatorianos estão na ‘poule’ E, ao lado da tetracampeã Alemanha, do debutante Curaçau, goleado na Austrália (5-1) para um dos torneios particulares das FIFA Series, e da Escócia, derrotada em casa pela Costa do Marfim (1-0).
Ousmane Diomande, do Sporting, e Ghislain Konan, do Gil Vicente, foram titulares pelos costa-marfinenses, cujo banco de suplentes teve Seko Fofana, do FC Porto.
Os escoceses são ladeados no Grupo C pelo Brasil, único pentacampeão do mundo e totalista em fases finais (23), pelo Haiti, que empatou em Toronto com a Islândia (1-1), e por Marrocos, triunfante em Lens sobre o Paraguai (2-1), duas semanas depois de ser declarado campeão africano.
Os paraguaios surgem na ‘poule’ D, na companhia dos coanfitriões Estados Unidos, adversários de Portugal em Atlanta a partir das 00:07 de quarta-feira (em Lisboa), da Austrália e da Turquia, que superou o Kosovo no play-off europeu.
Adversária no Grupo J da Argélia e da bicampeã sul-americana Argentina, três vezes campeã do mundo e detentora do troféu, a estreante Jordânia empatou em Antalya com a Nigéria (2-2), enquanto a Áustria ganhou em casa à Coreia do Sul (1-0), tendo utilizado o suplente Florian Grillitsch, do Sporting de Braga.
Os sul-coreanos estão na ‘poule’ A, em conjunto com o coanfitrião México, a África do Sul e a República Checa, ‘carrasca’ da Dinamarca no play-off europeu, através dos penáltis.
Egito, Bélgica e Nova Zelândia fazem parte do Grupo G, tal como o Irão, triunfante sobre a Costa Rica (5-0), num embate disputado sem adeptos em Antalya e sob olhar do presidente da FIFA, o ítalo-suíço Gianni Infantino, em plena guerra do país asiático com os Estados Unidos e Israel.
A 23.ª edição do Campeonato do Mundo realiza-se de 11 de junho a 19 de julho e conta pela primeira vez com 48 seleções, incluindo Portugal, numa inédita organização tripartida entre Canadá, México e Estados Unidos.
De fora da fase final está a Guiné-Bissau, que empatou no Burkina Faso (1-1), três dias depois de ter sido goleada pelo mesmo adversário (5-0).
(Com Lusa)