Futebol Internacional
FC Barcelona "escorrega" em Getafe
O FC Barcelona "escorregou" logo de entrada na liga espanhola de futebol 2023/24 ao empatar sem golos em Getafe, um percalço que começou a "desenhar-se" com a expulsão de Raphinha ainda antes do intervalo.
O extremo brasileiro, ex-Sporting, viu um amarelo, aos 38 minutos, por protestos, só que acabaria expulso com vermelho direto, aos 42, por uma cotovelada num adversário, deixando os catalães reduzidos a 10 unidades.
No entanto, a expulsão de Raphinha não explica o desaire, visto que a situação de inferioridade numérica durou 15 minutos, porque o avançado do Getafe, Jaime Mata, também seria expulso, aos 57, por acumulação de cartões amarelos, deixando tudo como começou.
A equipa catalã exerceu pressão asfixiante no último quarto de hora, mas revelou muita precipitação de falta de discernimento, perante um Getafe que nunca se desmontou no seu sistema defensivo, coeso e com um compromisso total dos seus jogadores, entre os quais o central português Domingo Duarte.
Na parte final do desafio, o árbitro deu mais 16 minutos, por causa de inúmeras paragens do jogo, mas o que relevou foi a falta de cabeça com que o FC Barcelona geriu a pressão final, quiçá fruto da juventude de muitos dos seus jogadores.
Xavi Hernández, entretanto já expulso do banco de suplentes dos campeões espanhóis, lançou três deles no último quarto de hora, a nova "coqueluche" da formação Lamina Yamal, Gavi e Ansu Fati, mas a verdade é que a equipa não foi capaz de criar desequilíbrios no último terço do campo.
Em cima da hora para terminar, o central Ronald Araújo sofreu falta para penálti, mas uma bola no braço de Gavi, que ganhou o lance, no momento precedente, retirou ao "Barça" a possibilidade de dispor de uma soberana situação para vencer a partida.
No entanto, a expulsão de Raphinha não explica o desaire, visto que a situação de inferioridade numérica durou 15 minutos, porque o avançado do Getafe, Jaime Mata, também seria expulso, aos 57, por acumulação de cartões amarelos, deixando tudo como começou.
A equipa catalã exerceu pressão asfixiante no último quarto de hora, mas revelou muita precipitação de falta de discernimento, perante um Getafe que nunca se desmontou no seu sistema defensivo, coeso e com um compromisso total dos seus jogadores, entre os quais o central português Domingo Duarte.
Na parte final do desafio, o árbitro deu mais 16 minutos, por causa de inúmeras paragens do jogo, mas o que relevou foi a falta de cabeça com que o FC Barcelona geriu a pressão final, quiçá fruto da juventude de muitos dos seus jogadores.
Xavi Hernández, entretanto já expulso do banco de suplentes dos campeões espanhóis, lançou três deles no último quarto de hora, a nova "coqueluche" da formação Lamina Yamal, Gavi e Ansu Fati, mas a verdade é que a equipa não foi capaz de criar desequilíbrios no último terço do campo.
Em cima da hora para terminar, o central Ronald Araújo sofreu falta para penálti, mas uma bola no braço de Gavi, que ganhou o lance, no momento precedente, retirou ao "Barça" a possibilidade de dispor de uma soberana situação para vencer a partida.