Futebol Internacional
Federação italiana retira o apoio a Gianni Infantino
A Federação Italiana de Futebol (FIGC) retirou o apoio ao atual presidente da FIFA, Gianni Infantino, na sua recandidatura ao cargo nas eleições do próximo ano, anunciou hoje o próprio organismo transalpino, no seu site oficial.
“FIGC decidiu retirar o seu apoio à candidatura de Gianni Infantino à presidência da FIFA, cuja eleição está marcada para março de 2027. Esta decisão visa expressar de forma clara e transparente a posição da FIGC, em plena concordância com a UEFA, relativamente às recentes iniciativas promovidas sobre a governação e o desenvolvimento das competições internacionais”, lê-se no comunicado.
A FIGC junta-se a várias outras federações europeias que já se posicionaram contra o atual líder máximo da FIFA, bem como a grupos de antigos dirigentes, adeptos e ex-jogadores.
Por outro lado, Infantino já recebeu o apoio total da Confederação Africana de Futebol (CAF), parte da Confederação Sul-Americana de Futebol (CONMEBOL), bem como de outras federações, ex-jogadores e figuras políticas como o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
“Continuaremos a trabalhar ao lado da UEFA e de outras federações europeias para promover uma visão do futebol baseada no mérito, na solidariedade, na sustentabilidade e no papel central dos adeptos”, referiu no mesmo comunicado o presidente do organismo, Giovanni Malagò.
No início de agosto, Gianni Infantino anunciou a intenção de criar uma empresa externa (FIFA Forward Enterprise, FFE) para gerir as atividades comerciais da organização e torneios como o Campeonato do Mundo, com a participação de investidores privados, projeto que foi rapidamente retirado devido a elevada oposição.
A UEFA, a confederação norte-americana (CONCACAF) e asiática (AFC) repudiaram mesmo a ideia do presidente da FIFA numa carta conjunta à "família do futebol".
No cargo desde 2016, Infantino é o único candidato declarado às eleições do próximo ano e precisa de uma maioria simples dos votos das 211 federações filiadas na FIFA para prolongar o seu mandato.
A FIGC junta-se a várias outras federações europeias que já se posicionaram contra o atual líder máximo da FIFA, bem como a grupos de antigos dirigentes, adeptos e ex-jogadores.
Por outro lado, Infantino já recebeu o apoio total da Confederação Africana de Futebol (CAF), parte da Confederação Sul-Americana de Futebol (CONMEBOL), bem como de outras federações, ex-jogadores e figuras políticas como o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
“Continuaremos a trabalhar ao lado da UEFA e de outras federações europeias para promover uma visão do futebol baseada no mérito, na solidariedade, na sustentabilidade e no papel central dos adeptos”, referiu no mesmo comunicado o presidente do organismo, Giovanni Malagò.
No início de agosto, Gianni Infantino anunciou a intenção de criar uma empresa externa (FIFA Forward Enterprise, FFE) para gerir as atividades comerciais da organização e torneios como o Campeonato do Mundo, com a participação de investidores privados, projeto que foi rapidamente retirado devido a elevada oposição.
A UEFA, a confederação norte-americana (CONCACAF) e asiática (AFC) repudiaram mesmo a ideia do presidente da FIFA numa carta conjunta à "família do futebol".
No cargo desde 2016, Infantino é o único candidato declarado às eleições do próximo ano e precisa de uma maioria simples dos votos das 211 federações filiadas na FIFA para prolongar o seu mandato.