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FIFA vai proteger direitos das jogadoras grávidas

FIFA vai proteger direitos das jogadoras grávidas

As jogadoras vão ter os direitos na maternidade salvaguardados na nova regulamentação da FIFA, anunciou o organismo regulador do futebol mundial, que pretende “proteger as atletas antes, durante e após o parto”.

Mário Aleixo - RTP /
Beta, defesa do Grémio, de 31 anos, é um dos exemplos de futebolistas grávidas D.R. - arquivo pessoal


A FIFA está a preparar regulamentação que vai permitir às futebolistas o gozo de, pelo menos, 14 semanas de licença de maternidade, remuneradas a dois terços do salário base, mas as federações nacionais terão liberdade para impor condições mais vantajosas.

A ideia é proteger as jogadoras antes, durante e após o parto. O clube ficará obrigado a reintegrar as jogadoras e proporcionar-lhes todo o suporte médico necessário”, explicou a FIFA, numa altura em que o futebol feminino está em franca expansão.

Qualquer clube que rescinda o contrato de trabalho com uma jogadora durante a gravidez será obrigado a pagar uma compensação e uma multa, podendo ainda ficar impedido de contratar novas futebolistas durante um ano.

As novas regras são vistas como mais um passo em direção ao profissionalismo no futebol feminino e deverão ser aprovadas durante a próxima reunião do Conselho da FIFA, em dezembro, e entrar em vigor em 1 de janeiro de 2021.
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