França. Fim da temporada 2019-2020 na Ligue 1 e Ligue 2

As decisões dobre campeões, subidas e acesso à Europa serão tomadas pela federação francesa.

RTP /
ligue1.com

O Estado francês decretou esta tarde o fim da temporada 2019-2020 da Ligue 1 e Ligue 2 de futebol profissional. 

A decisão foi anunciada pelo primeiro-ministro Edouard Philippe e terá efeito imediato. 
  
"A temporada 2019/20 de desportos profissionais, incluindo a de futebol, não poderá ser retomada", anunciou o governante, à margem da apresentação do seu plano para o fim do confinamento na Assembleia Nacional, perante cerca de 75 deputados e vários ministros do Governo.

Edouard Philippe apresentou uma série de medidas que serão aplicadas no futuro próximo como resposta ao fim do confinamento.

Desta forma, a Ligue 1 e Ligue 2 já só regressarão, à partida, para a temporada de 2020-2021.

Na data da suspensão das referidas ligas de futebol, o Paris Saint-German ocupava o primeiro lugar, enquanto o Marselha, de André Vilas-Boas, era o segundo da tabela e o Stade Rennais o terceiro. Na Ligue 2, duas equipas lutavam pelo topo da classificação, o Lorient (primeiro lugar), o Lens (segundo), sendo o AC Ajaccio o terceiro da classificação.

O campeonato francês de futebol, assim como outras provas da época 2019/20 de desportos profissionais em França, não vão ser retomados, anunciou hoje o primeiro-ministro Édouard Philippe, num discurso à Assembleia Nacional sobre a pandemia de covid-19.

A decisão afeta igualmente o campeonato de râguebi.

"Quero deixar claro que eventos desportivos de grandes dimensões, e quaisquer eventos que juntem mais de cinco mil participantes (...) não podem decorrer antes de setembro", acrescentou.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 211 mil mortos e infetou mais de três milhões de pessoas em 193 países e territórios.

Mais de 832 mil doentes foram considerados curados.

A França é o quarto país com mais mortos, com 23.293 óbitos em cerca de 166 mil casos, atrás apenas dos Estados Unidos (56.253 em cerca de um milhão de casos), Itália (26.977 mortos em quase 200 mil casos) e Espanha (23.822 mortos em perto de 211 mil casos).
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