Futebol Internacional
Guarda-redes Rogério Ceni faz história com golo 100
O guarda-redes Rogério Ceni, do São Paulo, fez hoje história no futebol mundial, ao marcar o 100. golo da carreira, numa partida em que a sua equipa venceu o Corinthians de Liedson por 2-1.
Eram decorridos 53 minutos na Arena Barueri quando Ceni, de 38 anos,
cobrou um livre direto sobre a esquerda, colocando a bola no ângulo mais
próximo, batendo assim Júlio César.
A euforia do guarda-redes, que imediatamente tirou a camisola e foi
"engolido" pelos seus colegas de equipa, incluindo os suplentes, teve correspondência
nas bancadas, com o delírio dos adeptos: Ceni viu o cartão amarelo.
Este foi o seu 56. golo de livre, tendo os restantes 44 do 17 vezes
internacional pela "canarinha" sido apontados desde a marca de grande penalidade,
todos ao serviço do São Paulo, que o contratou ao Sinop em 1990.
Depois de ter sido suplente seis anos de Zetti no São Paulo, em 1997
marcou o primeiro golo da carreira, de livre, frente ao União São João --
marcou mais três golos nesse ano, sempre de fora da área.
Em 1999 marcou a sua primeira grande penalidade e estreou-se a bisar,
com livre e "penalti" frente ao Inter de Limeira.
Em 2006 tornou-se o guarda-redes mais goleador da história, depois de
superar o paraguaio José Chilavert, com 62 tentos.
No Brasil a contagem é unânime quanto ao centenário de golos, mas nas
contas da FIFA apenas valem 98, pois há dois tentos que não são contabilizados,
por terem sido disputados em jogos particulares, frente a um misto Santos-Flamengo
(1998) e contra o Uralan Elista (2000), da Rússia.
cobrou um livre direto sobre a esquerda, colocando a bola no ângulo mais
próximo, batendo assim Júlio César.
A euforia do guarda-redes, que imediatamente tirou a camisola e foi
"engolido" pelos seus colegas de equipa, incluindo os suplentes, teve correspondência
nas bancadas, com o delírio dos adeptos: Ceni viu o cartão amarelo.
Este foi o seu 56. golo de livre, tendo os restantes 44 do 17 vezes
internacional pela "canarinha" sido apontados desde a marca de grande penalidade,
todos ao serviço do São Paulo, que o contratou ao Sinop em 1990.
Depois de ter sido suplente seis anos de Zetti no São Paulo, em 1997
marcou o primeiro golo da carreira, de livre, frente ao União São João --
marcou mais três golos nesse ano, sempre de fora da área.
Em 1999 marcou a sua primeira grande penalidade e estreou-se a bisar,
com livre e "penalti" frente ao Inter de Limeira.
Em 2006 tornou-se o guarda-redes mais goleador da história, depois de
superar o paraguaio José Chilavert, com 62 tentos.
No Brasil a contagem é unânime quanto ao centenário de golos, mas nas
contas da FIFA apenas valem 98, pois há dois tentos que não são contabilizados,
por terem sido disputados em jogos particulares, frente a um misto Santos-Flamengo
(1998) e contra o Uralan Elista (2000), da Rússia.