Futebol Internacional
Liga dos Campeões
Inter e City seguem para as "meias" com empates
Inter Milão e Manchester City avançaram para as meias-finais da Liga dos Campeões de futebol, com empates em jogos controlados, em que tiraram plenamente partido das confortáveis vantagens conseguidas na primeira mão.
Em Milão e em Munique, o melhor que Benfica e Bayern conseguiram foi mesmo empatar os seus jogos, 3-3 e 1-1, respetivamente, na segunda mão dos quartos de final da "Champions", em que precisavam de anular desvantagens de dois e três golos.
Para o Benfica termina o sonho europeu de forma um pouco amarga, depois de uma campanha fulgurante, até aqui. Há quatro jogos sem ganhar, todas as competições incluídas, os encarnados prolongam a sua pior série da era Roger Schmidt.
Ainda não foi desta que o Benfica ganhou ao Inter, na principal competição europeia de clubes, em que o melhor que tinha era, justamente, um empate. Agora sai de S. Siro com um resultado lisonjeiro, arrancando o 3-3 mesmo no final da partida.
Para o Inter, perdido no campeonato italiano, em que é apenas quinto, é o regresso às "meias" da competição, volvidos 13 anos, e logo para um dérbi de Milão, já que o seu adversário vai ser o AC Milan, que se apurou na terça-feira.
Isso quer dizer que uma das equipas de Milão vai à final, contra Real Madrid ou Manchester City, os vice-líderes dos campeonatos em Espanha e Inglaterra.
"Citizens" categóricos
Em grande forma está o Manchester City, que empatou 1-1 em casa do Bayern, um jogo que poderia perfeitamente ter vencido.
Pep Guardiola esteve a um passo de conseguir a sua 100.ª vitória na "Champions", mas ainda não foi desta: o golo inicial de Halland, aos 57, foi "anulado" aos 83, pela grande penalidade marcada por Kimmich.
Para quem precisava de recuperar de três golos, o Bayern pouco fez, face a um adversário que joga com automatismos brilhantes, desde a defesa ao ataque, onde Halland se confirma como o avançado em melhor forma, na atualidade.
Halland começou por falhar um penálti, aos 37 minutos, o que já não lhe acontecia há dois anos, ainda era jogador do Borussia Dortmund.
O jovem norueguês não desmoralizou, nem perto disso, e aos 57 abriu o marcador no Allianz Arena, no que foi o seu 12.º golo nesta edição.
Kevin de Bruyne fez a assistência para o golo, com o belga a ser o "motor" do seu meio-campo, a par do português Bernardo Silva, novamente brilhante.
Na defesa dos azuis celestes esteve Ruben Dias e na do Bayern João Cancelo, esforçado em travar as incursões dos adversários, nomeadamente Bernardo Silva - tanto se empenhou que viu cartão amarelo, por entrada faltosa.
Já sem Cancelo em campo - saiu aos 63 minutos - o Bayern chegou ao golo, aos 83 minutos, por Kimmich, após mão de Manuel Akanji.
Pela terceira vez consecutiva, o City chega às meias-finais e repete o duelo do ano passado, com o Real Madrid, então no caminho dos espanhóis para a conquista do troféu.
Para o Benfica termina o sonho europeu de forma um pouco amarga, depois de uma campanha fulgurante, até aqui. Há quatro jogos sem ganhar, todas as competições incluídas, os encarnados prolongam a sua pior série da era Roger Schmidt.
Ainda não foi desta que o Benfica ganhou ao Inter, na principal competição europeia de clubes, em que o melhor que tinha era, justamente, um empate. Agora sai de S. Siro com um resultado lisonjeiro, arrancando o 3-3 mesmo no final da partida.
Para o Inter, perdido no campeonato italiano, em que é apenas quinto, é o regresso às "meias" da competição, volvidos 13 anos, e logo para um dérbi de Milão, já que o seu adversário vai ser o AC Milan, que se apurou na terça-feira.
Isso quer dizer que uma das equipas de Milão vai à final, contra Real Madrid ou Manchester City, os vice-líderes dos campeonatos em Espanha e Inglaterra.
"Citizens" categóricos
Em grande forma está o Manchester City, que empatou 1-1 em casa do Bayern, um jogo que poderia perfeitamente ter vencido.
Pep Guardiola esteve a um passo de conseguir a sua 100.ª vitória na "Champions", mas ainda não foi desta: o golo inicial de Halland, aos 57, foi "anulado" aos 83, pela grande penalidade marcada por Kimmich.
Para quem precisava de recuperar de três golos, o Bayern pouco fez, face a um adversário que joga com automatismos brilhantes, desde a defesa ao ataque, onde Halland se confirma como o avançado em melhor forma, na atualidade.
Halland começou por falhar um penálti, aos 37 minutos, o que já não lhe acontecia há dois anos, ainda era jogador do Borussia Dortmund.
O jovem norueguês não desmoralizou, nem perto disso, e aos 57 abriu o marcador no Allianz Arena, no que foi o seu 12.º golo nesta edição.
Kevin de Bruyne fez a assistência para o golo, com o belga a ser o "motor" do seu meio-campo, a par do português Bernardo Silva, novamente brilhante.
Na defesa dos azuis celestes esteve Ruben Dias e na do Bayern João Cancelo, esforçado em travar as incursões dos adversários, nomeadamente Bernardo Silva - tanto se empenhou que viu cartão amarelo, por entrada faltosa.
Já sem Cancelo em campo - saiu aos 63 minutos - o Bayern chegou ao golo, aos 83 minutos, por Kimmich, após mão de Manuel Akanji.
Pela terceira vez consecutiva, o City chega às meias-finais e repete o duelo do ano passado, com o Real Madrid, então no caminho dos espanhóis para a conquista do troféu.