Futebol Internacional
Mundial2010
Jornalistas portugueses assaltados e um homem detido
Dois jornalistas portugueses e um espanhol que acompanham a selecção portuguesa de futebol no Mundial2010 da África do Sul foram hoje assaltados por homens armados, mas estão bem
Um repórter fotográfico do jornal O Jogo, um jornalista do Expresso e um outro da Marca dormiam no complexo de casas de campo Nutbush quando foram surpreendidos pelos assaltantes (alegadamente eram dois, mas as autoridades admitem que possam ter sido mais) que cometeram o furto cerca das 4h00.
Material fotográfico, passaportes, credenciais do Mundial2010 e roupa foi o principal material roubado: apesar do risco e gravidade da situação, os profissionais em causa não foram vítimas de violência física, embora lhes tenham sido apontadas armas à cabeça.
O relato do assalto foi feito à Antena 1, pelo repórter Miguel Serrano, do jornal "A Marca".
O facto do complexo ser isolado -- aliás, como todas as "cottage" na zona de Magaliesburg -- terá facilitado a acção dos prevaricadores, que num terreno aberto e descampado terão saltado a vedação sem problemas de maior.
A maior parte dos profissionais de comunicação social que estão alojados no local está a fazer diligências no sentido de se mudar para outro empreendimento.
Algumas horas depois a polícia sul-africana anunciou que deteve um suspeito do assalto ao hotel em que estavam alojados jornalistas portugueses destacados para a cobertura do Mundial2010. O suspeito foi detectado através de um sinal de um telemóvel roubado durante o assalto ao complexo de casas de campo Nutbush. Na operação, a polícia conseguiu recuperar a credencial do jornalista fotográfico António Simões, da Global Imagem e algum material roubado a 300 metros do hotel.
A polícia sul-africana montou uma operação para tentar encontrar os assaltantes, estando no local do alojamento dos jornalistas um forte contingente policial. Nas operações, a polícia utiliza cães, tendo sido mobilizado igualmente um helicóptero.
O embaixador de Portugal na África do Sul está ao corrente do assalto de que foram vítimas os dois jornalistas portugueses e vai enviar meios de apoio. O embaixador João Ramos Pinto já disse que estão a caminho de Magaliesburg diplomatas portugueses, bem como o intendente Pedro Teles, chefe de missão das forças de segurança portuguesas na África do Sul, com o objectivo de, no terreno, ajudarem as vítimas e estabelecerem uma melhor coordenação com as autoridades sul-africanas.
C/Lusa
Material fotográfico, passaportes, credenciais do Mundial2010 e roupa foi o principal material roubado: apesar do risco e gravidade da situação, os profissionais em causa não foram vítimas de violência física, embora lhes tenham sido apontadas armas à cabeça.
O relato do assalto foi feito à Antena 1, pelo repórter Miguel Serrano, do jornal "A Marca".
O facto do complexo ser isolado -- aliás, como todas as "cottage" na zona de Magaliesburg -- terá facilitado a acção dos prevaricadores, que num terreno aberto e descampado terão saltado a vedação sem problemas de maior.
A maior parte dos profissionais de comunicação social que estão alojados no local está a fazer diligências no sentido de se mudar para outro empreendimento.
Algumas horas depois a polícia sul-africana anunciou que deteve um suspeito do assalto ao hotel em que estavam alojados jornalistas portugueses destacados para a cobertura do Mundial2010. O suspeito foi detectado através de um sinal de um telemóvel roubado durante o assalto ao complexo de casas de campo Nutbush. Na operação, a polícia conseguiu recuperar a credencial do jornalista fotográfico António Simões, da Global Imagem e algum material roubado a 300 metros do hotel.
A polícia sul-africana montou uma operação para tentar encontrar os assaltantes, estando no local do alojamento dos jornalistas um forte contingente policial. Nas operações, a polícia utiliza cães, tendo sido mobilizado igualmente um helicóptero.
O embaixador de Portugal na África do Sul está ao corrente do assalto de que foram vítimas os dois jornalistas portugueses e vai enviar meios de apoio. O embaixador João Ramos Pinto já disse que estão a caminho de Magaliesburg diplomatas portugueses, bem como o intendente Pedro Teles, chefe de missão das forças de segurança portuguesas na África do Sul, com o objectivo de, no terreno, ajudarem as vítimas e estabelecerem uma melhor coordenação com as autoridades sul-africanas.
C/Lusa