Futebol Internacional
Liga dos Campeões
Juventus precisa de marcar para ganhar «champions» diz Allegri
O treinador da Juventus, Massimiliano Allegri, assumiu esta sexta-feira que a sua equipa precisa de marcar para poder sonhar com o triunfo frente ao FC Barcelona, na final da Liga dos Campeões de futebol.
"Mais do que limitar o jogo do 'Barça', temos que pensar em como podemos marcar-lhes um golo", disse Allegri, manifestando-se convicto de que "o termómetro na final estará no centro do campo".
Na antevisão da final de sábado, que será disputada no estádio Olímpico de Berlim, o técnico italiano confessou que já pensou numa estratégia para parar Lionel Messi e companhia.
"Mas são jogadores extraordinários e temos de fazer um jogo muito, muito bom. Vamos jogar contra uma equipa muito técnica e nós temos de fazer um grande encontro, também desde o ponto de vista técnico, se queremos ter hipóteses", argumentou.
Massimiliano Allegri admitiu que a final da Liga dos Campeões vai ser o jogo mais importante da vida de todos os elementos da Juventus e que espera que a sua equipa tenha "um pouco de sorte" para derrotar o FC Barcelona.
O italiano lamentou a ausência do líder da defesa da 'Juve', o lesionado Giorgio Chiellini: "Tenho pena por ele, porque jogou todos os jogos da 'Champions' e fez uma temporada fantástica".
Também Gianluigi Buffon apontou o favoritismo ao 'Barça'. "É impossível que uma equipa que tem jogadores como Messi, Neymar e Luis Suárez, e até Iniesta atrás deles, não seja favorita", explicou.
No entanto, o eterno guarda-redes da Juventus salientou que a equipa italiana não se apresentará no estádio Olímpico de Berlim como uma "vítima" pronta para o sacrifício.
"Seguramente que nenhum de nós tinha pensado chegar à final este ano, por várias razões, fundamentalmente pela mudança de treinador. Na realidade, esperávamos construir algo para estar aqui nos próximos dois ou três anos", revelou, referindo-se à substituição de Antonio Conte por Massimiliano Allegri
Por isso, Buffon vê a final deste sábado como uma prenda, que chegou antes do previsto: "Foi algo inesperado e, como todas as surpresas inesperadas, causa-nos muita emoção e alegria", assumiu o guarda-redes italiano, que, aos 37 anos, estará pela segunda vez na final da 'Champions', depois da que perdeu nos penáltis, contra o AC Milan, em Manchester, em 2003.
O seu companheiro na defesa Leonardo Bonucci admitiu que a sua equipa está "um degrau abaixo" do conjunto catalão, mas demonstrou que a Juventus tem a lição bem estudada, apontando a anulação do trabalho criativo do meio campo do FC Barcelona como a chave para a vitória.
"Não será só a linha de ataque do FC Barcelona contra a linha defensiva da 'Juve', mas sim um jogo entre duas grandes equipas", disse, destacando que os catalães são tão fortes no ataque como na defesa.
Na antevisão da final de sábado, que será disputada no estádio Olímpico de Berlim, o técnico italiano confessou que já pensou numa estratégia para parar Lionel Messi e companhia.
"Mas são jogadores extraordinários e temos de fazer um jogo muito, muito bom. Vamos jogar contra uma equipa muito técnica e nós temos de fazer um grande encontro, também desde o ponto de vista técnico, se queremos ter hipóteses", argumentou.
Massimiliano Allegri admitiu que a final da Liga dos Campeões vai ser o jogo mais importante da vida de todos os elementos da Juventus e que espera que a sua equipa tenha "um pouco de sorte" para derrotar o FC Barcelona.
O italiano lamentou a ausência do líder da defesa da 'Juve', o lesionado Giorgio Chiellini: "Tenho pena por ele, porque jogou todos os jogos da 'Champions' e fez uma temporada fantástica".
Também Gianluigi Buffon apontou o favoritismo ao 'Barça'. "É impossível que uma equipa que tem jogadores como Messi, Neymar e Luis Suárez, e até Iniesta atrás deles, não seja favorita", explicou.
No entanto, o eterno guarda-redes da Juventus salientou que a equipa italiana não se apresentará no estádio Olímpico de Berlim como uma "vítima" pronta para o sacrifício.
"Seguramente que nenhum de nós tinha pensado chegar à final este ano, por várias razões, fundamentalmente pela mudança de treinador. Na realidade, esperávamos construir algo para estar aqui nos próximos dois ou três anos", revelou, referindo-se à substituição de Antonio Conte por Massimiliano Allegri
Por isso, Buffon vê a final deste sábado como uma prenda, que chegou antes do previsto: "Foi algo inesperado e, como todas as surpresas inesperadas, causa-nos muita emoção e alegria", assumiu o guarda-redes italiano, que, aos 37 anos, estará pela segunda vez na final da 'Champions', depois da que perdeu nos penáltis, contra o AC Milan, em Manchester, em 2003.
O seu companheiro na defesa Leonardo Bonucci admitiu que a sua equipa está "um degrau abaixo" do conjunto catalão, mas demonstrou que a Juventus tem a lição bem estudada, apontando a anulação do trabalho criativo do meio campo do FC Barcelona como a chave para a vitória.
"Não será só a linha de ataque do FC Barcelona contra a linha defensiva da 'Juve', mas sim um jogo entre duas grandes equipas", disse, destacando que os catalães são tão fortes no ataque como na defesa.