Futebol Internacional
Luís Figo candidato à presidência da FIFA
Luís Figo revelou na CNN que é candidato à presidência do organismo máximo do futebol internacional.
"Preocupo-me com o futebol e aquilo que eu vejo em relação à imagem da FIFA, agora e nos últimos anos, não me agrada. No ano passado estive no Brasil, no Campeonato do Mundo, e vi a reação negativa dos fãs sobre a FIFA. Acho que algo tem de mudar", atalhou o antigo internacional português na entrevista à estação norte-americana.
Figo disse ter decidido avançar quando foi conhecida a investigação ao processo de atribuição dos mundiais de futebol à Rússia (2018) e ao Qatar (2022).
O agora candidato sustentou à CNN reunir o apoio de pelo menos cinco federações - sem as nomear.
"Depois desse momento e do relatório que não foi publicado, foi o momento em que decidi que algo tinha de ser feito", acentuou.
"Se és transparente e pedes uma investigação, um relatório, do qual não há nada a esconder, porque não se torna público esse relatório? Se não tens nada a escoder, tens de o publicar", insistiu Luís Figo, referindo-se ao documento de Michael Garcia, da Comissão de Ética da FIFA.
O portal da Federação Portuguesa de Futebol publicou entretanto um vídeo em que Luís Figo explica os fundamentos da sua decisão.
Mais de duas décadas nos relvados
O ex-futebolista português, de 42 anos, protagonizou uma carreira com mais de 20 anos em clubes de Portugal, Espanha e Itália.Figo representou os dois maiores rivais de Espanha, Barcelona e Real Madrid.
Luís Figo foi Bola de Ouro em 2000 e o melhor jogador do mundo da FIFA em 2001. O futebolista contabilizou 127 internacionalizações pela seleção de Portugal.
Entre outros triunfos venceu uma Taça de Portugal, quatro campeonatos de Espanha, quatro em Itália, uma Taça de Itália e três supertaças, uma Liga dos Campeões, uma Taça das Taças, uma Supertaça Europeia e uma Taça Intercontinental.
O português é o sexto a manifestar interesse em ocupar o cargo, depois Joseph Blatter, atual presidente, Michel van Praag, presidente da federação holandesa, David Ginola, ex-jogador frandês, Jerome Champagne, candidato independente francês, e Ali bin Al Hussein, vice-presidente da FIFA.
O agora candidato sustentou à CNN reunir o apoio de pelo menos cinco federações - sem as nomear.
"Depois desse momento e do relatório que não foi publicado, foi o momento em que decidi que algo tinha de ser feito", acentuou.
"Se és transparente e pedes uma investigação, um relatório, do qual não há nada a esconder, porque não se torna público esse relatório? Se não tens nada a escoder, tens de o publicar", insistiu Luís Figo, referindo-se ao documento de Michael Garcia, da Comissão de Ética da FIFA.
O portal da Federação Portuguesa de Futebol publicou entretanto um vídeo em que Luís Figo explica os fundamentos da sua decisão.
Mais de duas décadas nos relvados
O ex-futebolista português, de 42 anos, protagonizou uma carreira com mais de 20 anos em clubes de Portugal, Espanha e Itália.Figo representou os dois maiores rivais de Espanha, Barcelona e Real Madrid.
Luís Figo foi Bola de Ouro em 2000 e o melhor jogador do mundo da FIFA em 2001. O futebolista contabilizou 127 internacionalizações pela seleção de Portugal.
Entre outros triunfos venceu uma Taça de Portugal, quatro campeonatos de Espanha, quatro em Itália, uma Taça de Itália e três supertaças, uma Liga dos Campeões, uma Taça das Taças, uma Supertaça Europeia e uma Taça Intercontinental.
O português é o sexto a manifestar interesse em ocupar o cargo, depois Joseph Blatter, atual presidente, Michel van Praag, presidente da federação holandesa, David Ginola, ex-jogador frandês, Jerome Champagne, candidato independente francês, e Ali bin Al Hussein, vice-presidente da FIFA.