Futebol Internacional
Morreu dinamarquês Richard Nielsen responsável pela «Dinamáquina» em 1992
Foi o selecionador que deu o título europeu de futebol à Dinamarca em 92, depois de ter sido "repescada" à última hora devido à guerra nos Balcãs.
O mundo do futebol ainda hoje se recorda dessa seleção que surpreendeu tudo e todos com a conquista do Europeu na Suécia. O treinador dinamarquês Richard Moller Nielsen foi o "homem do leme" que levou a Dinamarca à conquista do título de campeã da Europa em 1992.
Nielsen morreu esta quinta-feira, aos 76 anos, informou a família. Nielsen, que no verão passado foi operado a um tumor no cérebro, será homenageado a 01 de março durante a gala da Federação Dinamarquesa de Futebol, na qual estará presente o presidente da UEFA, o francês Michel Platini.
Nessa selecção surpresa, que substituiu no torneio a selecção da Juguslávia, alinhavam nomes conhecidos como Schmeichel, os irmãos Michael (genial mas conflituoso) e Brian Laudrup, Larsen, Vilfort e Povlsen. A seleção dinamarquesa demonstrou, na altura, uma forte coesão e um futebol agradável baseado na entreajuda e entrega dos jogadores e, claro, a grande habilidade do talentoso Brian Laudrup.
No jogo da final, em Gotemburgo, a Dinamarca venceu a sempre favorita e campeã mundial, a Alemanha, por 2-0, depois de ter eliminado anteriormente, nas grandes penalidades, a histórica "laranja mecânica" com Koeman, Rijkaard, Van Breukelen, Wouters, Gullit, Van Basten e os ainda jovens Frank de Boer e Bergkamp. Um desafio no qual Van Basten falhou um penálti perante o gigante Schmeichel.
Nielsen morreu esta quinta-feira, aos 76 anos, informou a família. Nielsen, que no verão passado foi operado a um tumor no cérebro, será homenageado a 01 de março durante a gala da Federação Dinamarquesa de Futebol, na qual estará presente o presidente da UEFA, o francês Michel Platini.
Nessa selecção surpresa, que substituiu no torneio a selecção da Juguslávia, alinhavam nomes conhecidos como Schmeichel, os irmãos Michael (genial mas conflituoso) e Brian Laudrup, Larsen, Vilfort e Povlsen. A seleção dinamarquesa demonstrou, na altura, uma forte coesão e um futebol agradável baseado na entreajuda e entrega dos jogadores e, claro, a grande habilidade do talentoso Brian Laudrup.
No jogo da final, em Gotemburgo, a Dinamarca venceu a sempre favorita e campeã mundial, a Alemanha, por 2-0, depois de ter eliminado anteriormente, nas grandes penalidades, a histórica "laranja mecânica" com Koeman, Rijkaard, Van Breukelen, Wouters, Gullit, Van Basten e os ainda jovens Frank de Boer e Bergkamp. Um desafio no qual Van Basten falhou um penálti perante o gigante Schmeichel.