Futebol Internacional
Mourinho tranquilo e sempre crítico
Para o português, a meia final com o Barça nada tem a ver com o passado, garante a motivação da equipa e ironiza com as preocupações de Guardiola e suas consequências na nomeação do árbitro para a partida
"A equipa está tranquila. É uma meia-final da 'Champions' e há que jogar no limite, sem estar influenciado pelo que aconteceu antes", garantiu o treinador português do Real Madrid.
Mourinho citou o físico Albert Einstein, para sublinhar que "a única força motriz mais importante que a energia atómica é a força de vontade", a que espera ver exponenciada pelos blancos.
O polémico técnico criticou a pressão anterior à nomeação do árbitro alemão Wolfgang Stark - admirador confesso de Messi e mal cotado entre os futebolistas do campeonato germânico - para a primeira mão, depois de Guardiola ter criticado a possível escolha do português Pedro Proença.
"Mais importante do que a designação do árbitro e a pressão feita para que não fosse Proença, é o facto de ter começado um novo ciclo. Até agora tínhamos um grupo de treinadores, muito pequeno, que não falava dos árbitros. E depois um que critica os árbitros quando erram, no qual estou inserido.
Com as declarações de Guardiola, entrámos numa nova era, num novo grupo resumido a ele, que critica o acerto do árbitro. Nunca tinha visto isso", ironizou.
Jogar sem o Ricardo Carvalho, castigado, uma meia final da Liga dos Campeões, "é jogar sem o melhor central do Mundo", acrescentou Mourinho, não deixando de referir a profusão de cartões que a sua equipa recebe.
Mourinho citou o físico Albert Einstein, para sublinhar que "a única força motriz mais importante que a energia atómica é a força de vontade", a que espera ver exponenciada pelos blancos.
O polémico técnico criticou a pressão anterior à nomeação do árbitro alemão Wolfgang Stark - admirador confesso de Messi e mal cotado entre os futebolistas do campeonato germânico - para a primeira mão, depois de Guardiola ter criticado a possível escolha do português Pedro Proença.
"Mais importante do que a designação do árbitro e a pressão feita para que não fosse Proença, é o facto de ter começado um novo ciclo. Até agora tínhamos um grupo de treinadores, muito pequeno, que não falava dos árbitros. E depois um que critica os árbitros quando erram, no qual estou inserido.
Com as declarações de Guardiola, entrámos numa nova era, num novo grupo resumido a ele, que critica o acerto do árbitro. Nunca tinha visto isso", ironizou.
Jogar sem o Ricardo Carvalho, castigado, uma meia final da Liga dos Campeões, "é jogar sem o melhor central do Mundo", acrescentou Mourinho, não deixando de referir a profusão de cartões que a sua equipa recebe.