Futebol Internacional
Mundial 2026
Mundial2026: FIFA espera manter calendário inalterado
A FIFA manifestou hoje o desejo de manter inalterado o calendário do Mundial2026 de futebol, horas depois do Irão ter admitido a vontade de transferir os seus jogos do Grupo G para o México.
Segundo um porta-voz do organismo,“a FIFA espera que todas as seleções participantes compitam de acordo com o calendário de jogos anunciado em 06 de dezembro de 2025”.
A mesma fonte referiu que a FIFA “está em contacto regular com todas as associações membros participantes no Mundial, incluindo a Federação Iraniana de Futebol (FFIRI), no sentido de discutir o planeamento do Campeonato do Mundo”.
A FFIRI anunciou hoje estar em negociações para que a sua seleção dispute os jogos do Grupo G do campeonato do Mundo no México, informou a embaixada iraniana no país que reparte a organização com os Estados Unidos e o Canadá.
Numa publicação no seu sitio na internet, a missão diplomática iraniana justifica a proposta com a falta de cooperação do Governo norte-americano na emissão de vistos e na prestação de apoio logístico à seleção do Irão na preparação para o Mundial.
Nesse sentido, o embaixador iraniano no México, Abolfazl Psedniddeh, sugeriu à FIFA que os jogos do Irão no Grupo G da primeira fase da competição fossem transferidos dos Estados Unidos para o México.
"A FIFA pode intervir para que a seleção nacional iraniana possa participar no Mundial, mas no México. O Ministério do Desporto e da Juventude do Irão será quem tomará a decisão final a este respeito", acrescentou Psedniddeh.
O Irão está integrado no Grupo G do torneio, juntamente com as seleções da Bélgica, Egito e Nova Zelândia.
A equipa treinada por Amir Ghalenoei tem a estreia prevista para 15 de junho, contra a Nova Zelândia, em Inglewood, após o que defronta a Bélgica, em 21, na mesma cidade californiana.
O último encontro dos iranianos na fase de grupos está agendado para 26 de junho, contra o Egito, em Seattle, Estados Unidos.
Os Estados Unidos e Israel lançaram em 28 de fevereiro um ataque militar ao Irão, que justificaram com a inflexibilidade da República Islâmica nas negociações para pôr fim ao enriquecimento de urânio no âmbito do seu programa nuclear, que afirma destinar-se apenas a fins civis.
Em retaliação, o Irão encerrou o estreito de Ormuz e lançou ataques contra alvos em Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque.
A mesma fonte referiu que a FIFA “está em contacto regular com todas as associações membros participantes no Mundial, incluindo a Federação Iraniana de Futebol (FFIRI), no sentido de discutir o planeamento do Campeonato do Mundo”.
A FFIRI anunciou hoje estar em negociações para que a sua seleção dispute os jogos do Grupo G do campeonato do Mundo no México, informou a embaixada iraniana no país que reparte a organização com os Estados Unidos e o Canadá.
Numa publicação no seu sitio na internet, a missão diplomática iraniana justifica a proposta com a falta de cooperação do Governo norte-americano na emissão de vistos e na prestação de apoio logístico à seleção do Irão na preparação para o Mundial.
Nesse sentido, o embaixador iraniano no México, Abolfazl Psedniddeh, sugeriu à FIFA que os jogos do Irão no Grupo G da primeira fase da competição fossem transferidos dos Estados Unidos para o México.
"A FIFA pode intervir para que a seleção nacional iraniana possa participar no Mundial, mas no México. O Ministério do Desporto e da Juventude do Irão será quem tomará a decisão final a este respeito", acrescentou Psedniddeh.
O Irão está integrado no Grupo G do torneio, juntamente com as seleções da Bélgica, Egito e Nova Zelândia.
A equipa treinada por Amir Ghalenoei tem a estreia prevista para 15 de junho, contra a Nova Zelândia, em Inglewood, após o que defronta a Bélgica, em 21, na mesma cidade californiana.
O último encontro dos iranianos na fase de grupos está agendado para 26 de junho, contra o Egito, em Seattle, Estados Unidos.
Os Estados Unidos e Israel lançaram em 28 de fevereiro um ataque militar ao Irão, que justificaram com a inflexibilidade da República Islâmica nas negociações para pôr fim ao enriquecimento de urânio no âmbito do seu programa nuclear, que afirma destinar-se apenas a fins civis.
Em retaliação, o Irão encerrou o estreito de Ormuz e lançou ataques contra alvos em Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque.