Futebol Internacional
Nani volta atrás e Portugal ainda tem 13 campeões europeus de 2016 no ativo
Nani voltou atrás e vai retomar a carreira aos 39 anos no Cazaquistão, no FC Aktobe, deixando ainda no ativo 13 futebolistas que há uma década conquistaram o Euro2016 ao serviço de Portugal.
A pouco meses das celebrações dos 10 anos da conquista do mais importante título do futebol português, Nani saiu da reforma e reforçou o grupo de jogadores ainda em atividade que levantaram a taça no Stade de France, após o histórico triunfo sobre a França (1-0), com o eterno golo de Eder.
Entre os ‘sobreviventes’, Cristiano Ronaldo segue com 40 anos (e a poucos dias dos 41) no Al Nassr, da Arábia Saudita, José Fonte, com 42, é o patrão da defesa do Casa Pia, e João Moutinho, com 39, manda no meio-campo do Sporting de Braga.
Aos 35 anos, o guarda-redes Anthony Lopes defende a baliza do Nantes, numa carreira toda vivida futebol francês, e, ambos com 34, Danilo Pereira está na Arábia Saudita e Cedric Soares completou a última temporada no Brasil com o São Paulo.
William Carvalho, com 33 anos, está no México, seguido do médio João Mário (AEK Atenas), também com 33, André Gomes (Lille) e Rafa, agora de regresso ao Benfica, ambos com 32.
Também com 32 anos, Raphaël Guerreiro segue ao mais alto nível no Bayern Munique, com Renato Sanches, ainda apenas com 28 e eleito melhor jogador jovem do Euro2016, a defender as cores do Panathinaikos, da Grécia, numa carreira marcada por lesões e problemas físicos.
Entre os resistentes nas convocatórias da seleção nacional, agora liderada por Roberto Martínez, Cristiano Ronaldo é o único que continua a ter lugar na Cidade de Futebol, mas não foi o único campeão europeu que chegou a merecer, em certa altura, a confiança do técnico espanhol.
Danilo participou no Euro2024, prova que Raphaël Guerreiro falhou por lesão, depois de ter feito a fase de qualificação. Após a prova que decorreu na Alemanha, ambos desaparecerem das escolas de Martínez.
João Mário foi uma vez chamado pelo selecionador nacional, ainda no inicio de 2023, enquanto Rafa Silva resolveu colocar fim à sua carreira internacional ainda antes da chegada do técnico espanhol.
No caminho inverso, 10 jogadores já penduram as chuteiras, ou as luvas, como foi o caso de Rui Patrício em dezembro do ano passado.
Aos 37 anos, Patrício retirou-se como o guarda-redes com mais internacionalizações pela seleção nacional, com 108, e no currículo com a conquista do Euro2016, mas também da Liga das Nações de 2019.
Em 2024/25, que acabaria por ser a sua última temporada da carreira, o guardião de Leiria ainda fez seis jogos na Atalanta, de Itália, rumando depois ao Al Ain, dos Emirados Árabes Unidos, com um contrato de curta duração, participando em dois encontros da edição inaugural do Mundial de clubes.
A última época futebolística foi mesmo, até agora, a que viu mais campeões europeus a abandonar os relvados, com Patrício a seguir o caminho de Adrien Silva, Nani, que agora afinal regressou, e Vieirinha.
Adrien também deu os seus últimos toques como profissional nos Emirados Árabes Unidos, ao serviço do Dubai United, enquanto Nani e Vieirinha no PAOK Salónica, da Grécia.
Em 2023/24, depois de participar no Europeu, na Alemanha, e de liderar a defesa do FC Porto, Pepe despediu-se do estatuto de futebolista profissional, já depois de Bruno Alves, Ricardo Quaresma e Eder, todos em 2021/22.
Alves ‘pendurou’ as botas no Apollon, da Grécia, Ricardo Quaresma fez a sua última trivela no Vitória de Guimarães e Eder, o marcador do golo mais importante da história da seleção nacional, disse adeus no Al Raed, da Arábia Saudita.
O primeiro a deixar os relvados foi Ricardo Carvalho, logo em 2017, na China, seguindo-se Eliseu, no Benfica, e o guarda-redes Eduardo, no ‘seu’ Sporting de Braga.
Entre os ‘sobreviventes’, Cristiano Ronaldo segue com 40 anos (e a poucos dias dos 41) no Al Nassr, da Arábia Saudita, José Fonte, com 42, é o patrão da defesa do Casa Pia, e João Moutinho, com 39, manda no meio-campo do Sporting de Braga.
Aos 35 anos, o guarda-redes Anthony Lopes defende a baliza do Nantes, numa carreira toda vivida futebol francês, e, ambos com 34, Danilo Pereira está na Arábia Saudita e Cedric Soares completou a última temporada no Brasil com o São Paulo.
William Carvalho, com 33 anos, está no México, seguido do médio João Mário (AEK Atenas), também com 33, André Gomes (Lille) e Rafa, agora de regresso ao Benfica, ambos com 32.
Também com 32 anos, Raphaël Guerreiro segue ao mais alto nível no Bayern Munique, com Renato Sanches, ainda apenas com 28 e eleito melhor jogador jovem do Euro2016, a defender as cores do Panathinaikos, da Grécia, numa carreira marcada por lesões e problemas físicos.
Entre os resistentes nas convocatórias da seleção nacional, agora liderada por Roberto Martínez, Cristiano Ronaldo é o único que continua a ter lugar na Cidade de Futebol, mas não foi o único campeão europeu que chegou a merecer, em certa altura, a confiança do técnico espanhol.
Danilo participou no Euro2024, prova que Raphaël Guerreiro falhou por lesão, depois de ter feito a fase de qualificação. Após a prova que decorreu na Alemanha, ambos desaparecerem das escolas de Martínez.
João Mário foi uma vez chamado pelo selecionador nacional, ainda no inicio de 2023, enquanto Rafa Silva resolveu colocar fim à sua carreira internacional ainda antes da chegada do técnico espanhol.
No caminho inverso, 10 jogadores já penduram as chuteiras, ou as luvas, como foi o caso de Rui Patrício em dezembro do ano passado.
Aos 37 anos, Patrício retirou-se como o guarda-redes com mais internacionalizações pela seleção nacional, com 108, e no currículo com a conquista do Euro2016, mas também da Liga das Nações de 2019.
Em 2024/25, que acabaria por ser a sua última temporada da carreira, o guardião de Leiria ainda fez seis jogos na Atalanta, de Itália, rumando depois ao Al Ain, dos Emirados Árabes Unidos, com um contrato de curta duração, participando em dois encontros da edição inaugural do Mundial de clubes.
A última época futebolística foi mesmo, até agora, a que viu mais campeões europeus a abandonar os relvados, com Patrício a seguir o caminho de Adrien Silva, Nani, que agora afinal regressou, e Vieirinha.
Adrien também deu os seus últimos toques como profissional nos Emirados Árabes Unidos, ao serviço do Dubai United, enquanto Nani e Vieirinha no PAOK Salónica, da Grécia.
Em 2023/24, depois de participar no Europeu, na Alemanha, e de liderar a defesa do FC Porto, Pepe despediu-se do estatuto de futebolista profissional, já depois de Bruno Alves, Ricardo Quaresma e Eder, todos em 2021/22.
Alves ‘pendurou’ as botas no Apollon, da Grécia, Ricardo Quaresma fez a sua última trivela no Vitória de Guimarães e Eder, o marcador do golo mais importante da história da seleção nacional, disse adeus no Al Raed, da Arábia Saudita.
O primeiro a deixar os relvados foi Ricardo Carvalho, logo em 2017, na China, seguindo-se Eliseu, no Benfica, e o guarda-redes Eduardo, no ‘seu’ Sporting de Braga.