Futebol Internacional
Paulo Torres despedido de selecionador da Guiné-Bissau
Paulo Torres já não é selecionador da Guiné-Bissau.
O presidente da FFGB, Manuel Nascimento Lopes, comunicou a demissão na terça-feira, ao antigo jogador internacional português e justificou com aa sequência dos maus resultados.
A decisão surge após a derrota da Guiné-Bissau por 3-1 diante da Libéria, em jogo da fase de apuramento para o Mundial de futebol de 2018, da qual a nação lusófona ficou afastada.
"O presidente (da Federação) comunicou ao 'mister' que dispensava os seus serviços, à frente dos jogadores, no balneário, logo depois do jogo", disse fonte da instituição que presenciou o momento.
A agência Lusa tentou, sem sucesso, entrar em contacto com o técnico português que orientava a seleção da Guiné-Bissau desde novembro de 2013, com um contrato que devia vigorar até o mesmo mês de 2016.
De acordo com os números anunciados na altura em que iniciou funções, Paulo Torres auferia um salário líquido de 3,5 milhões de francos CFA (cerca de 5.300 euros) o qual reparte com o seu adjunto, o também português Paulo Russo.
Incumprimento salarial
O técnico português adiantara à Lusa, horas antes do jogo com a Libéria, que estava com quatro meses de salários em atraso, sem que alguém da Federação ou do Governo assumisse um compromisso sobre o pagamento.
Fonte da FFGB confirmou a existência de salários em atraso para com a equipa técnica e também de prémios em falta relativamente aos jogadores, referentes aos últimos três jogos realizados pela seleção guineense.
Por cada jogo pela seleção guineense, os jogadores recebem um prémio de mil euros, pagos pelo Governo.
Com a derrota na terça-feira diante da Libéria e consequente afastamento dos jogos de acesso à fase de grupos do Mundial, a Guiné-Bissau só volta a competir, em termos oficiais, em março de 2016, diante do Quénia, para tentar o apuramento para a fase final do CAN2017 (Campeonato Africano das Nações) a realizar no Gabão.
Paulo Torres foi o quarto treinador português a orientar a Guiné-Bissau, depois de Guilherme Farinha, Luís Norton de Matos e Carlos Manuel, que apenas dirigiu um jogo pela seleção guineense.
c/Lusa
A decisão surge após a derrota da Guiné-Bissau por 3-1 diante da Libéria, em jogo da fase de apuramento para o Mundial de futebol de 2018, da qual a nação lusófona ficou afastada.
"O presidente (da Federação) comunicou ao 'mister' que dispensava os seus serviços, à frente dos jogadores, no balneário, logo depois do jogo", disse fonte da instituição que presenciou o momento.
A agência Lusa tentou, sem sucesso, entrar em contacto com o técnico português que orientava a seleção da Guiné-Bissau desde novembro de 2013, com um contrato que devia vigorar até o mesmo mês de 2016.
De acordo com os números anunciados na altura em que iniciou funções, Paulo Torres auferia um salário líquido de 3,5 milhões de francos CFA (cerca de 5.300 euros) o qual reparte com o seu adjunto, o também português Paulo Russo.
Incumprimento salarial
O técnico português adiantara à Lusa, horas antes do jogo com a Libéria, que estava com quatro meses de salários em atraso, sem que alguém da Federação ou do Governo assumisse um compromisso sobre o pagamento.
Fonte da FFGB confirmou a existência de salários em atraso para com a equipa técnica e também de prémios em falta relativamente aos jogadores, referentes aos últimos três jogos realizados pela seleção guineense.
Por cada jogo pela seleção guineense, os jogadores recebem um prémio de mil euros, pagos pelo Governo.
Com a derrota na terça-feira diante da Libéria e consequente afastamento dos jogos de acesso à fase de grupos do Mundial, a Guiné-Bissau só volta a competir, em termos oficiais, em março de 2016, diante do Quénia, para tentar o apuramento para a fase final do CAN2017 (Campeonato Africano das Nações) a realizar no Gabão.
Paulo Torres foi o quarto treinador português a orientar a Guiné-Bissau, depois de Guilherme Farinha, Luís Norton de Matos e Carlos Manuel, que apenas dirigiu um jogo pela seleção guineense.
c/Lusa