Futebol Internacional
Premier League, La Liga, Serie A e Bundesliga exigem reforma da FIFA
As ligas de futebol de Inglaterra, Espanha, Itália e Alemanha exigiram hoje uma reforma da governação da FIFA, defendendo limites estatutários claros e maior participação das diferentes estruturas da modalidade nas decisões da entidade.
“Uma reforma fundamental da governança é essencial para restabelecer limites estatutários claros dentro da FIFA e para garantir, de forma demonstrável, que os casos disciplinares individuais permaneçam livres de qualquer interferência política”, defenderam as quatro principais ligas da Europa, num comunicado conjunto.
Este pedido surge num momento em que o presidente da FIFA, Gianni Infantino, enfraquecido após liderar o projeto de criação de uma empresa comercial, denominada FIFA Forward Enterprise (FFE), sem consulta prévia, e candidato à sua própria sucessão em março de 2027, propôs na segunda-feira uma “consulta” às federações com o objetivo de reformar a governação da entidade.
Premier League, La Liga, Serie A e Bundesliga defendem a criação de um órgão permanente que represente associações nacionais, ligas, clubes e jogadores, tanto do futebol masculino como do feminino, e que seja informado sobre novas iniciativas e tenha um papel significativo no processo de decisão da FIFA.
As ligas consideram que o projeto FFE constituiu um dos episódios "mais graves de abuso de poder na história da organização” e defendem que não sejam adotadas apenas alterações superficiais ou processuais na sequência do caso.
Qualquer proposta importante da FIFA, sustentam, deverá assentar numa justificação claramente definida, em evidências e numa avaliação independente, publicada antes da tomada de qualquer decisão, tendo em conta o impacto nos jogadores, clubes, ligas, adeptos e no desenvolvimento do futebol.
As quatro ligas defendem ainda que a função reguladora da FIFA deve ser protegida da sua atividade comercial.
Premier League, La Liga, Serie A e Bundesliga pedem também aos candidatos à presidência da FIFA que subscrevam estes princípios e que, nos primeiros 100 dias do próximo mandato presidencial, convoquem uma convenção sobre governação.
Essa convenção deverá ser presidida por uma figura independente e reunir as associações-membro e a comunidade do futebol em geral, com a missão de apresentar um relatório público no prazo de seis meses.
As eleições para a presidência da FIFA estão marcadas para 18 de março de 2027, com o período de apresentação de candidaturas a terminar em 18 de novembro.
Infantino é, até ao momento, o único candidato à presidência da entidade.
Apesar do abandono do projeto FFE, a Confederação Europeia de Futebol (UEFA), a Confederação de Futebol da América do Norte, Central e Caraíbas (CONCACAF) e a Confederação Asiática de Futebol (AFC) continuam a defender a saída de Infantino.
Neste contexto, a UEFA estará a preparar uma denúncia por “gestão desleal” contra o presidente da FIFA e já terá iniciado a procura por um candidato para se apresentar contra Infantino nas eleições de março de 2027.
Este pedido surge num momento em que o presidente da FIFA, Gianni Infantino, enfraquecido após liderar o projeto de criação de uma empresa comercial, denominada FIFA Forward Enterprise (FFE), sem consulta prévia, e candidato à sua própria sucessão em março de 2027, propôs na segunda-feira uma “consulta” às federações com o objetivo de reformar a governação da entidade.
Premier League, La Liga, Serie A e Bundesliga defendem a criação de um órgão permanente que represente associações nacionais, ligas, clubes e jogadores, tanto do futebol masculino como do feminino, e que seja informado sobre novas iniciativas e tenha um papel significativo no processo de decisão da FIFA.
As ligas consideram que o projeto FFE constituiu um dos episódios "mais graves de abuso de poder na história da organização” e defendem que não sejam adotadas apenas alterações superficiais ou processuais na sequência do caso.
Qualquer proposta importante da FIFA, sustentam, deverá assentar numa justificação claramente definida, em evidências e numa avaliação independente, publicada antes da tomada de qualquer decisão, tendo em conta o impacto nos jogadores, clubes, ligas, adeptos e no desenvolvimento do futebol.
As quatro ligas defendem ainda que a função reguladora da FIFA deve ser protegida da sua atividade comercial.
Premier League, La Liga, Serie A e Bundesliga pedem também aos candidatos à presidência da FIFA que subscrevam estes princípios e que, nos primeiros 100 dias do próximo mandato presidencial, convoquem uma convenção sobre governação.
Essa convenção deverá ser presidida por uma figura independente e reunir as associações-membro e a comunidade do futebol em geral, com a missão de apresentar um relatório público no prazo de seis meses.
As eleições para a presidência da FIFA estão marcadas para 18 de março de 2027, com o período de apresentação de candidaturas a terminar em 18 de novembro.
Infantino é, até ao momento, o único candidato à presidência da entidade.
Apesar do abandono do projeto FFE, a Confederação Europeia de Futebol (UEFA), a Confederação de Futebol da América do Norte, Central e Caraíbas (CONCACAF) e a Confederação Asiática de Futebol (AFC) continuam a defender a saída de Infantino.
Neste contexto, a UEFA estará a preparar uma denúncia por “gestão desleal” contra o presidente da FIFA e já terá iniciado a procura por um candidato para se apresentar contra Infantino nas eleições de março de 2027.