Futebol Internacional
Proposta de nova regra do fora de jogo foi chumbada
A 'Lei Wenger', proposta pelo antigo treinador do Arsenal, Arsène Wenger, foi chumbada pelo International Football Association Board (IFAB). A regra impunha que o jogador só seria considerado em fora de jogo, se o corpo estivesse totalmente à frente do último defesa.
O organismo responsável pela definição das leis do futebol discutiu esta terça-feira a viabilidade da proposta do antigo treinador, atualmente em funções na FIFA. A ‘Lei Wenger’ acabou por não ter a aprovação das federações britânicas, por ser “demasiado radical”, mas a FIFA admite aplicar a regra.
As normas de intervenção da video-arbitragem podem, no entanto, sofrer alterações, que terão de ser aprovadas a 28 de fevereiro, na assembleia geral do International Board.
“Em relação ao protocolo do VAR, o IFAB recomenda que a intervenção deve continuar limitada às quatro situações factuais que mudam o jogo (golos, penáltis, cartões vermelhos diretos e identidades erradas), mas com três extensões específicas que não abrandem o ritmo do jogo”, esclareceu o IFAB em comunicado.
As exceções dizem respeito à possibilidade de rever cartões vermelhos que resultem de amarelos incorretamente atribuídos e reverter cantos mal atribuídos “sem atrasar o reinício de jogo” ou casos em que a equipa errada é punida com algum cartão.
O International Football Association Board (IFAB) propõe ainda que “se o tempo estabelecido for excedido e a bola não for colocada em jogo, a equipa adversária ganha a posse da bola”.
As normas de intervenção da video-arbitragem podem, no entanto, sofrer alterações, que terão de ser aprovadas a 28 de fevereiro, na assembleia geral do International Board.
“Em relação ao protocolo do VAR, o IFAB recomenda que a intervenção deve continuar limitada às quatro situações factuais que mudam o jogo (golos, penáltis, cartões vermelhos diretos e identidades erradas), mas com três extensões específicas que não abrandem o ritmo do jogo”, esclareceu o IFAB em comunicado.
As exceções dizem respeito à possibilidade de rever cartões vermelhos que resultem de amarelos incorretamente atribuídos e reverter cantos mal atribuídos “sem atrasar o reinício de jogo” ou casos em que a equipa errada é punida com algum cartão.
O International Football Association Board (IFAB) propõe ainda que “se o tempo estabelecido for excedido e a bola não for colocada em jogo, a equipa adversária ganha a posse da bola”.