Futebol Internacional
Qatar2022 com estádios climatizados face a temperaturas de 50 graus
Com temperaturas a mais de 50 graus em pleno verão, o Qatar2022 deverá decorrer no meses habituais de qualquer mundial de futebol. Fica a promessa da organização de estádios perfeitamente climatizados, com recurso a nuvens artificiais.
A utilização de nuvens artificiais é apenas um dos exemplos do que está previsto para o Mundial de Futebol em 2022. O secretário-geral do comité organizador do Campeonato do Mundo de 2022 no Qatar, Hassan Al Thawadi, reafirmou hoje a vontade de a prova decorrer no verão, a menos que "toda a comunidade do futebol reclame o contrário".
"Se toda a comunidade do futebol, e não só a FIFA, exigir a alteração das datas nós não iremos lutar contra esse desejo", disse Hassan Al Thawadi, que falava numa conferência de imprensa em Doha.
A eventual alteração das datas de verão para inverno, dadas as altas temperaturas registadas durante os meses de junho e julho no Qatar, a rondar os 55 graus, tem sido falada desde a atribuição da organização da prova.
Prometendo o recurso à mais alta tecnologia, Hassan Al Thawadi reafirmou que a climatização dos estádios é uma das principais preocupações dos arquitetos responsáveis pela construção dos palcos do Mundial de 2022 e um dos compromissos assumidos com a FIFA.
A construção de nuvens mecânicas para providenciar sombras nos estádios foi já equacionada pelos organizadores do Qatar2022, que prometem utilizar toda a tecnologia disponível para minimizar os efeitos do calor.
A solução da nuvem artificial foi encontrada por cientistas da Universidade do Qatar e vai custar cerca de 355 mil euros. As nuvens são movidas a energia solar e podem ser comandadas à distância.
A FIFA chegou a equacionar a alteração da organização da prova do verão para o inverno e a UEFA, através do seu presidente Michel Platini, defendeu mesmo que os jogos decorressem repartidos pelos países vizinhos do Qatar.
"Se toda a comunidade do futebol, e não só a FIFA, exigir a alteração das datas nós não iremos lutar contra esse desejo", disse Hassan Al Thawadi, que falava numa conferência de imprensa em Doha.
A eventual alteração das datas de verão para inverno, dadas as altas temperaturas registadas durante os meses de junho e julho no Qatar, a rondar os 55 graus, tem sido falada desde a atribuição da organização da prova.
Prometendo o recurso à mais alta tecnologia, Hassan Al Thawadi reafirmou que a climatização dos estádios é uma das principais preocupações dos arquitetos responsáveis pela construção dos palcos do Mundial de 2022 e um dos compromissos assumidos com a FIFA.
A construção de nuvens mecânicas para providenciar sombras nos estádios foi já equacionada pelos organizadores do Qatar2022, que prometem utilizar toda a tecnologia disponível para minimizar os efeitos do calor.
A solução da nuvem artificial foi encontrada por cientistas da Universidade do Qatar e vai custar cerca de 355 mil euros. As nuvens são movidas a energia solar e podem ser comandadas à distância.
A FIFA chegou a equacionar a alteração da organização da prova do verão para o inverno e a UEFA, através do seu presidente Michel Platini, defendeu mesmo que os jogos decorressem repartidos pelos países vizinhos do Qatar.