Futebol Internacional
Real quer “um líder capaz” face a declaração “grave e incompreensível” de Tebas
O Real Madrid considerou hoje que a declaração do presidente da Liga espanhola de futebol, Javier Tebas, a acusar os merengues de "conspiração permanente" em relação à arbitragem, é “grave e incompreensível”, pelo que deseja “um líder capaz”.
Em causa está a tomada de posição do dirigente, que acusa o Real de criticar a arbitragem para "mascarar" as dificuldades em campo, nomeadamente depois do dérbi de Madrid, em que o Atlético venceu (2-1) o Real, treinado por José Mourinho, que teceu duras críticas ao árbitro não internacional Órtiz Arias.
Tebas decidiu recorrer à rede social X para atacar os 'merengues', dando a ideia de que estes vivem ”em outra galáxia”.
"Sustentar que a arbitragem age contra o Real Madrid é viver em outra galáxia. Essa narrativa serve de álibi para mascarar outras falhas visíveis a olho nu logo nestes primeiros jogos da temporada. É mais confortável apontar uma conspiração do que explicar o que acontece em campo", pode ler-se na publicação do presidente da La Liga, naquela rede social.
Considerando a “declaração particularmente grave, incompreensível e incompatível com a conduta de um gestor responsável”, o clube no qual atua o luso Bernardo Silva afirma que Tebas “utiliza a sua posição institucional para continuar a difamar e a atacar” os ‘blancos’.
“[A declaração] foi feita ao comentar um artigo de um jornalista independente em uma publicação digital. Além disso, ele reage contra o nosso clube chegando ao ponto de avaliar a nossa estratégia desportiva, o que é completamente absurdo e irresponsável”, escreveu o Real, em comunicado.
O emblema treinado por ‘Mou’, que está a seis pontos do líder FC Barcelona, considera que Tebas deve “usar a posição para construir confiança nas instituições responsáveis por garantir a imparcialidade da competição”, em vez de ”prejudicar a imagem da liga e do futebol espanhol no mundo todo”.
“Diante desse comportamento inadequado e prolongado, acreditamos que o futebol profissional na Espanha precisa urgentemente de um líder capaz de o gerir e desenvolver todo o seu potencial, mantendo o princípio fundamental da neutralidade”, justificou.
O clube considerou ainda que o futebol espanhol “precisa de alguém que entenda a natureza do seu papel, pois o presidente da La Liga não é o dono da competição, mas sim um gestor a serviço dos clubes que a compõem e a quem confiam a sua direção. Os clubes precisam de alguém que cumpra essa missão com integridade”.
Tebas decidiu recorrer à rede social X para atacar os 'merengues', dando a ideia de que estes vivem ”em outra galáxia”.
"Sustentar que a arbitragem age contra o Real Madrid é viver em outra galáxia. Essa narrativa serve de álibi para mascarar outras falhas visíveis a olho nu logo nestes primeiros jogos da temporada. É mais confortável apontar uma conspiração do que explicar o que acontece em campo", pode ler-se na publicação do presidente da La Liga, naquela rede social.
Considerando a “declaração particularmente grave, incompreensível e incompatível com a conduta de um gestor responsável”, o clube no qual atua o luso Bernardo Silva afirma que Tebas “utiliza a sua posição institucional para continuar a difamar e a atacar” os ‘blancos’.
“[A declaração] foi feita ao comentar um artigo de um jornalista independente em uma publicação digital. Além disso, ele reage contra o nosso clube chegando ao ponto de avaliar a nossa estratégia desportiva, o que é completamente absurdo e irresponsável”, escreveu o Real, em comunicado.
O emblema treinado por ‘Mou’, que está a seis pontos do líder FC Barcelona, considera que Tebas deve “usar a posição para construir confiança nas instituições responsáveis por garantir a imparcialidade da competição”, em vez de ”prejudicar a imagem da liga e do futebol espanhol no mundo todo”.
“Diante desse comportamento inadequado e prolongado, acreditamos que o futebol profissional na Espanha precisa urgentemente de um líder capaz de o gerir e desenvolver todo o seu potencial, mantendo o princípio fundamental da neutralidade”, justificou.
O clube considerou ainda que o futebol espanhol “precisa de alguém que entenda a natureza do seu papel, pois o presidente da La Liga não é o dono da competição, mas sim um gestor a serviço dos clubes que a compõem e a quem confiam a sua direção. Os clubes precisam de alguém que cumpra essa missão com integridade”.