Futebol Internacional
Benfica
Robert Enke: "Uma vida demasiado curta"
Faz amanhã 3 anos que um dos mais talentosos guarda-redes que passaram pelo futebol português se suicidou. Robert Enke jogou três épocas no Benfica. A 10 de novembro de 2009 não resistiu a uma depressão profunda e pôs termo à vida.
"Uma vida demasiado curta" é o nome do livro que conta a história de Enke, uma obra escrita pelo jornalista alemão Ronald Reng.
O autor conhecia o guarda-redes desde 2002 e ambos tinham programado lançar um livro sobre Enke em 2015, no final da carreira do jogador alemão.
Após a morte de Enke, Reng utilizando o diário do futebolista escreveu o livro.
O autor esteve por estes dias em Portugal e concedeu uma entrevista ao jornalista da Antena 1, Pedro Luís Cid, durante a qual confessou que ainda lhe custa a acreditar no que aconteceu.
No livro são contados os últimos anos de vida do guarda-redes marcados por uma depressão profunda mas que nunca o afastaram dos relvados.
Na mesma entrevista o jornalista faz uma confissão. Robert Enke gostaria de terminar a sua carreira em Portugal e no Belenenses.
Três anos depois da morte de Enke ficou a saber-se que mais de uma dezena de jogadores das duas principais ligas alemãs de futebol procuraram ajuda por problemas psicológicos.
Segundo dados revelados hoje pela organização Mental Strength, 12 jogadores pediram ajuda para problemas de depressão.
Após a morte do guarda-redes, a sua mulher, Teresa, criou a fundação Robert Enke, que desenvolve projetos educativos sobre depressão e doenças cardíacas infantis.
Recorde-se que Robert Enke faleceu a 10 de Novembro de 2009, depois de se ter suicidado, mandando-se para debaixo de um comboio, em Hanover. O antigo guardião do Benfica tinha também alinhado pelas equipas do Mönchengladbach, Barcelona, Fenehrbaçe e Tenerife. À data da sua morte, era ponderado por Joachim Low para ser o guarda-redes principal da Alemanha, no Mundial de 2010.
O autor conhecia o guarda-redes desde 2002 e ambos tinham programado lançar um livro sobre Enke em 2015, no final da carreira do jogador alemão.
Após a morte de Enke, Reng utilizando o diário do futebolista escreveu o livro.
O autor esteve por estes dias em Portugal e concedeu uma entrevista ao jornalista da Antena 1, Pedro Luís Cid, durante a qual confessou que ainda lhe custa a acreditar no que aconteceu.
No livro são contados os últimos anos de vida do guarda-redes marcados por uma depressão profunda mas que nunca o afastaram dos relvados.
Na mesma entrevista o jornalista faz uma confissão. Robert Enke gostaria de terminar a sua carreira em Portugal e no Belenenses.
Três anos depois da morte de Enke ficou a saber-se que mais de uma dezena de jogadores das duas principais ligas alemãs de futebol procuraram ajuda por problemas psicológicos.
Segundo dados revelados hoje pela organização Mental Strength, 12 jogadores pediram ajuda para problemas de depressão.
Após a morte do guarda-redes, a sua mulher, Teresa, criou a fundação Robert Enke, que desenvolve projetos educativos sobre depressão e doenças cardíacas infantis.
Recorde-se que Robert Enke faleceu a 10 de Novembro de 2009, depois de se ter suicidado, mandando-se para debaixo de um comboio, em Hanover. O antigo guardião do Benfica tinha também alinhado pelas equipas do Mönchengladbach, Barcelona, Fenehrbaçe e Tenerife. À data da sua morte, era ponderado por Joachim Low para ser o guarda-redes principal da Alemanha, no Mundial de 2010.