Futebol Internacional
Ronaldo lamenta perda do "Maestro"
Cristiano Ronaldo lamentou hoje a morte de Alfredo di Stéfano e reconheceu a influência que o histórico futebolista e presidente honorário do Real Madrid, que apelidou de “Maestro”, teve na sua carreira.
“É um dia muito triste. Para mim, para todos os madridistas, para o mundo do futebol”, começou por escrever o capitão da seleção portuguesa na sua conta oficial no “twitter”, uma frase que acompanhou com o “tag” “eterno Alfredo”.
Ronaldo, que foi acompanhado de perto por Di Stéfano no Real Madrid, garantiu que nunca esquecerá o argentino.
“Don Alfredo deixou-nos, mas a sua memória permanecerá para sempre nos nossos corações. As lendas nunca morrem. Obrigado por tudo, Maestro”, acrescentou.
O presidente honorário do Real Madrid morreu hoje em Madrid, com 88 anos, na sequência de uma paragem cardiorrespiratória.
Di Stéfano, histórico futebolista do clube “blanco”, estava internado desde sábado no hospital Gregorio Marañón, de Madrid, onde deu entrada na sequência de uma paragem cardíaca, depois de já ter sofrido um enfarte em 2013.
Nascido na Argentina a 04 de julho de 1926, Di Stéfano jogou no River Plate e no Huracán, no Millonarios, da Colômbia, e esteve 11 anos ao serviço do Real Madrid, entre 1953 e 1964, antes de terminar a carreira de jogador no Espanyol de Barcelona, em 1966.
Ronaldo, que foi acompanhado de perto por Di Stéfano no Real Madrid, garantiu que nunca esquecerá o argentino.
“Don Alfredo deixou-nos, mas a sua memória permanecerá para sempre nos nossos corações. As lendas nunca morrem. Obrigado por tudo, Maestro”, acrescentou.
O presidente honorário do Real Madrid morreu hoje em Madrid, com 88 anos, na sequência de uma paragem cardiorrespiratória.
Di Stéfano, histórico futebolista do clube “blanco”, estava internado desde sábado no hospital Gregorio Marañón, de Madrid, onde deu entrada na sequência de uma paragem cardíaca, depois de já ter sofrido um enfarte em 2013.
Nascido na Argentina a 04 de julho de 1926, Di Stéfano jogou no River Plate e no Huracán, no Millonarios, da Colômbia, e esteve 11 anos ao serviço do Real Madrid, entre 1953 e 1964, antes de terminar a carreira de jogador no Espanyol de Barcelona, em 1966.