Futebol Internacional
Transferências no futebol europeu superam recorde de 10 mil milhões de euros
Os clubes europeus ultrapassaram pela primeira vez os 10 mil milhões de euros em transferências, no futebol masculino, no verão de 2026, revelou hoje um relatório da UEFA que destaca a mudança de campeão em 36 das 55 ligas.
Os clubes de futebol na Europa ultrapassaram pela primeira vez os 10 mil milhões de euros em transferências de equipas masculinas no mercado de verão de 2026.
Os dados constam do relatório anual "Panorama de Talentos e Competições nos Clubes Europeus", que analisa mais de 700 clubes e regista um crescimento de 8% nos gastos com transferências face a 2025, fixando um novo máximo histórico que supera em 43% o pico pré-pandemia de covid-19 registado em 2019.
Do montante total investido no mercado estival, 56% foi destinado a futebolistas até aos 23 anos, destacando-se o valor recorde de 1,2 mil milhões de euros aplicados exclusivamente na contratação de jogadores em idade adolescente e jovens de 23 anos.
Numa temporada em que atuaram 20.966 futebolistas nas principais divisões europeias, os atletas formados localmente representaram cerca de 47% dos minutos jogados nas ligas nacionais e 39% do tempo de jogo nas fases de grupos das competições de clubes da UEFA.
Ao nível da competitividade, 36 das 55 ligas masculinas europeias coroaram um campeão diferente da época anterior, com seis clubes a conquistarem o título nacional pela primeira vez, dois dos quais recém-promovidos à primeira divisão.
O documento reflete igualmente o aumento da assistência nos estádios, contabilizando 242 milhões de espetadores em partidas de clubes masculinos e seleções nacionais em toda a Europa — dos quais 116 milhões nos principais campeonatos —, com subidas de público registadas em 27 ligas.
Em sentido oposto, a instabilidade nos comandos técnicos traduziu-se em 738 mudanças de treinador nas primeiras divisões, um aumento de 3% em relação à época anterior, com 63% dos clubes a trocarem de treinador pelo menos uma vez, cerca de dois terços dos quais durante o decorrer da competição.
No futebol feminino, a assistência global aos jogos situou-se nos 5,1 milhões de espetadores, registando-se ainda que 63% dos treinadores das cinco principais ligas europeias possuem a licença UEFA Pro, valor que atinge os 89% em Espanha.
Para o presidente da UEFA, Aleksander Ceferin, as conclusões da relatório reafirmam o "valor duradouro do Modelo Desportivo Europeu" e sustentam que o "equilíbrio competitivo continua a ser um ingrediente fundamental do apelo do futebol", demonstrando a força da competição aberta e do mérito desportivo.
Os dados constam do relatório anual "Panorama de Talentos e Competições nos Clubes Europeus", que analisa mais de 700 clubes e regista um crescimento de 8% nos gastos com transferências face a 2025, fixando um novo máximo histórico que supera em 43% o pico pré-pandemia de covid-19 registado em 2019.
Do montante total investido no mercado estival, 56% foi destinado a futebolistas até aos 23 anos, destacando-se o valor recorde de 1,2 mil milhões de euros aplicados exclusivamente na contratação de jogadores em idade adolescente e jovens de 23 anos.
Numa temporada em que atuaram 20.966 futebolistas nas principais divisões europeias, os atletas formados localmente representaram cerca de 47% dos minutos jogados nas ligas nacionais e 39% do tempo de jogo nas fases de grupos das competições de clubes da UEFA.
Ao nível da competitividade, 36 das 55 ligas masculinas europeias coroaram um campeão diferente da época anterior, com seis clubes a conquistarem o título nacional pela primeira vez, dois dos quais recém-promovidos à primeira divisão.
O documento reflete igualmente o aumento da assistência nos estádios, contabilizando 242 milhões de espetadores em partidas de clubes masculinos e seleções nacionais em toda a Europa — dos quais 116 milhões nos principais campeonatos —, com subidas de público registadas em 27 ligas.
Em sentido oposto, a instabilidade nos comandos técnicos traduziu-se em 738 mudanças de treinador nas primeiras divisões, um aumento de 3% em relação à época anterior, com 63% dos clubes a trocarem de treinador pelo menos uma vez, cerca de dois terços dos quais durante o decorrer da competição.
No futebol feminino, a assistência global aos jogos situou-se nos 5,1 milhões de espetadores, registando-se ainda que 63% dos treinadores das cinco principais ligas europeias possuem a licença UEFA Pro, valor que atinge os 89% em Espanha.
Para o presidente da UEFA, Aleksander Ceferin, as conclusões da relatório reafirmam o "valor duradouro do Modelo Desportivo Europeu" e sustentam que o "equilíbrio competitivo continua a ser um ingrediente fundamental do apelo do futebol", demonstrando a força da competição aberta e do mérito desportivo.